Comerciantes estabelecidos próximo ao cruzamento entre as avenidas Professor Mário Werneck, Senador Lima Guimarães e Rua Frei Hilário Meekes, setor central do Buritis, alertam sobre o perigo do trânsito no local. A ocorrência de acidentes é frequente na intersecção, que tem o tráfego agravado pela quantidade de veículos e pedestres que circulam pela região, e pela falta de uma sinalização mais adequada.

Trabalhando em frente ao cruzamento há cerca de 11 anos, o comerciante Eduardo Reis está extremamente preocupado com a situação. Segundo ele, neste último mês de outubro chegou a presenciar acidentes no local por três dias seguidos. “Aqui ninguém respeita a sinalização para não fechar o cruzamento. A placa de parar, existente apenas na Senador Lima Guimarães, fica muito distante, já que o problema ocorre no canteiro central. Tudo isso somado a alta velocidade dos veículos que sobem e descem a Mário Werneck só pode resultar em acidente”.

Para Eduardo, a solução mais fácil para o problema seria a instalação de redutores de velocidade (quebra-molas) nos dois sentidos da Mário Werneck, alguns metros antes do cruzamento. “Reduzindo a velocidade os motoristas ficariam mais atentos. Este cruzamento contém muita informação e uma simples desatenção gera um acidente. Felizmente, ainda não presenciei mortes por aqui, mas é algo iminente”, alerta.

Comerciante há dez anos na região, o cabeleireiro Arlem Pereira acredita que falta ação por parte do setor público que responde pelo trânsito de nossa cidade. Ele lamenta que a BHTrans esteja presente no Buritis e mesmo assim não observa os problemas do bairro. “Vem sempre aqui para aplicar multa em quem está estacionado, parado sobre a faixa de pedestre. Para resolver o problema dos acidentes não fazem nada”, reclama.

MÃO ÚNICA

Outra solução para o cruzamento citada pelos comerciantes seria a transformação da  Mário Werneck, neste trecho até à chegada à Avenida Barão Homem de Melo, em mão única. Segundo eles, a avenida se transformaria na entrada do bairro e a Rua José Rodrigues Pereira na saída. “A cada 25 carros que descem aqui, apenas um sobe. O mesmo acontece na José Rodrigues Pereira de forma invertida. Por que não ampliar este fluxo, com duas pistas? Acredito que daria certo”, diz Arlem.

SEM RESPOSTA

A reportagem do JORNAL DO BURITIS entrou em contato com a BHTrans para saber se há algum projeto de instalação de redutores de velocidade ou alguma outra solução para o cruzamento em questão. Até o fechamento desta edição a empresa de trânsito não havia respondido aos questionamentos.

 

Fonte: Jornal do Buritis

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