olho-vivo

Em breve o Buritis contará com um importante reforço na luta contra a criminalidade. Está previsto para o final deste mês de junho
o encerramento dos trabalhos para implantação do projeto Olho Vivo no bairro. Ele consiste na presença ocular da Polícia Militar em pontos estratégicos, por meio do monitoramento por câmeras de vídeo.
A escolha dos pontos de instalação das câmeras foi realizada pelo comando anterior da 126ª Companhia de Polícia Militar em parceria com o Consep, quando foram apontadas as áreas com maior índice de criminalidade no Buritis.

No total serão instaladas 14 câmeras no bairro. Elas ficarão espalhadas em toda extensão da Avenida Professor Mário Werneck e em pontos considerados como rota de fuga. Para o comando da PM ainda não é possível definir exatamente os locais, uma vez que isto depende das condições de instalação dos equipamentos. Mas um direcionamento já está traçado.

O comandante da 126ª Companhia, Major Marcos Pereira, enaltece a potencialização do serviço da PM com a implantação do Olho Vivo, já que um pequeno número de militares poderá monitorar uma extensa área.

Além de ser uma ferramenta de prevenção à violência, o Olho Vivo também deverá passar uma sensação de segurança à população. “Diversas situações poderão ser trabalhadas pela equipe, desde usuários de droga, assaltos, até acompanhamento de abordagem pela Polícia Militar. Todas as imagens são gravadas em prol do policial e da pessoa abordada, que se resguarda e comprova que conduziu a operação de forma padrão”, explica o comandante.

Para Major Pereira, o uso da tecnologia é hoje uma das principais ferramentas na luta contra a criminalidade e o setor de segurança pública deve saber usufruir dela. “No hipercentro de Belo Horizonte tivemos um resultado incrível com a implantação do Olho Vivo. Espero que o mesmo ocorra no Buritis”.

Sem redução de efetivo

Outra importante informação repassada pelo comandante é que os policiais designados para a sala de monitoramento das câmeras, que será instalada no 5º Batalhão da PMMG, serão militares com dispensa médica. Ou seja, nenhum policial que trabalha nas ruas do Buritis será destinado à função.

“Isto é fundamental. Já trabalhamos com um número bem abaixo de policiais nas ruas. Se perdêssemos alguns deles para a realização do monitoramento, nossas operações de abordagem e repressão poderiam ser prejudicadas. Com esta medida, todos saem ganhando”, completa Major Pereira.

 

Fonte: Jornal do Buritis

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