[{"data":1,"prerenderedAt":37},["ShallowReactive",2],{"categoria-cultura-historia-memoria":3,"noticias-categoria-cultura-historia-memoria":7},{"id":4,"rotulo":5,"ordem":6},"cultura-historia-memoria","Cultura, História e Memória",7,[8,23],{"id":9,"titulo":10,"subtitulo":11,"slug":12,"conteudo":13,"imagem_destaque_url":14,"imagem_destaque_alt":15,"categoria":15,"autor":16,"status":17,"data_publicacao":18,"seo_meta_titulo":15,"seo_meta_descricao":15,"seo_imagem_og":15,"seo_palavras_chave":15,"criado_em":19,"atualizado_em":20,"categoria_id":4,"subcategoria_guia_id":15,"tipo_conteudo":21,"atualizado_em_editorial":15,"ultima_verificacao":15,"cta_texto":15,"cta_href":15,"categoria_info":22,"subcategoria_info":15},"80b50c1c-3570-4ddf-89ad-39f6fdbdbfad","Sessão Nostalgia: Lugares antigos do Buritis e Estoril que  deixaram saudade","Relembre 19 ugares que marcaram a história do Buritis e Estoril, entre restaurantes, cinema, bares, quadras, festas, comércio e outros espaços.","sessao-nostalgia-lugares-antigos-do-buritis-e-estoril-que-deixaram-saudade","\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch1>18 lugares que fazem parte da memória do Buritis e Estoril\u003C\u002Fh1>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>De restaurantes e pizzarias a cinema, quadras esportivas, casas de festas e centros comerciais, lugares que fizeram parte da rotina dos moradores desapareceram ou deram lugar a novos empreendimentos ao longo dos anos.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quem mora há muitos anos no Buritis ou no Estoril provavelmente já passou por alguns desses lugares. Alguns eram pontos de encontro para assistir futebol, outros faziam parte das noites do bairro, das comemorações em família ou simplesmente da rotina de quem circulava pela Avenida Professor Mário Werneck.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Buritis mudou muito nas últimas décadas. Endereços que hoje abrigam novos prédios, restaurantes e empreendimentos já tiveram outras histórias. Em alguns casos, o próprio terreno permanece, mas o nome que fazia parte da memória dos moradores desapareceu.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>Meu Bairro Buritis\u003C\u002Fstrong> reuniu 18 desses lugares a partir de registros históricos, reportagens, antigos cadastros comerciais e fotografias disponíveis na internet. A lista não é um ranking e reúne estabelecimentos e espaços de diferentes épocas e segmentos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Cervejaria Zero Grau\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Entre os antigos pontos de encontro do bairro estava a \u003Cstrong>Cervejaria Zero Grau\u003C\u002Fstrong>, uma casa voltada para cervejas, chope, petiscos e música ao vivo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O estabelecimento aparece em antigos registros comerciais e em divulgações de eventos realizados no Buritis. A casa ficava na \u003Cstrong>Avenida Professor Mário Werneck, 1.290\u003C\u002Fstrong>, em uma das áreas mais movimentadas da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para muitos moradores, era mais um dos lugares que ajudaram a construir a vida noturna do Buritis antes da grande transformação comercial da avenida.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Cine Paragem\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Durante muitos anos, quem queria assistir a um filme sem sair do bairro tinha uma opção dentro do Shopping Paragem: o \u003Cstrong>Cine Paragem\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O cinema foi inaugurado em 2005, junto com o shopping, e contava com \u003Cstrong>cinco salas\u003C\u002Fstrong>. Posteriormente, a operação passou para a Cineart.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Depois das dificuldades provocadas pela pandemia, o cinema não voltou a funcionar definitivamente. O espaço das antigas salas recebeu posteriormente uma nova utilização.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Endereço:\u003C\u002Fstrong> Avenida Professor Mário Werneck, 1.360 — Shopping Paragem.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Yahoo! Festas\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Antes da grande quantidade de espaços para festas infantis que existe hoje na região, o \u003Cstrong>Yahoo! Festas\u003C\u002Fstrong> era uma referência para quem procurava um lugar para comemorar aniversários e outros eventos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O estabelecimento funcionava na \u003Cstrong>Avenida Professor Mário Werneck, 1.973\u003C\u002Fstrong> e aparece em antigos cadastros comerciais do bairro como buffet e salão para festas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para uma geração de crianças e pais, o nome Yahoo! ficou associado às festas de aniversário realizadas no Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Quadra do Zico\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Alguns lugares desaparecem, mas continuam sendo lembrados pelo apelido. É o caso da conhecida \u003Cstrong>Quadra do Zico\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O espaço funcionou durante aproximadamente \u003Cstrong>27 anos\u003C\u002Fstrong> e ficou conhecido como Centro de Futebol Zico. Ao longo de sua história, mudou de nome algumas vezes, mas continuou sendo chamado pelos moradores de Quadra do Zico.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O local foi uma das referências do futebol society no bairro e chegou a receber uma escolinha que, no final de 2019, atendia cerca de 450 crianças.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>As quadras foram desativadas em 2021. O terreno posteriormente recebeu um novo empreendimento gastronômico.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Localização:\u003C\u002Fstrong> Avenida Mário Werneck, entre a Rua Senador Lima Guimarães e a Avenida Engenheiro Carlos Goulart.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Easy Rider Beer\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para quem gostava de motocicletas, rock e cerveja, o Easy Rider Beer era um endereço que chamava a atenção no Buritis. O bar tinha uma proposta temática ligada ao universo das motos e à cultura do rock, com decoração inspirada em motocicletas e outros elementos desse universo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O estabelecimento também recebia apresentações de bandas de rock e oferecia cervejas, chopes e petiscos. Registros históricos localizam o Easy Rider Beer na Rua Henrique Badaró Portugal, 390. Há também registros anteriores indicando o número 277, o que pode estar relacionado a uma mudança de endereço dentro da própria rua.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Easy Rider Beer atualmente não está mais em funcionamento e deixou de fazer parte da noite do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rancho Fundo\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>Rancho Fundo\u003C\u002Fstrong> foi um dos restaurantes mais conhecidos da história recente do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Inaugurado em 1995, quando a Avenida Mário Werneck ainda era muito diferente da avenida que conhecemos atualmente, o restaurante funcionou durante aproximadamente 25 anos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além da gastronomia, o espaço era utilizado para casamentos, confraternizações, festas e grandes eventos. Em seu período de maior movimento, chegou a ter cerca de 110 funcionários.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O restaurante encerrou suas atividades em 2021 e a área posteriormente foi destinada a um novo empreendimento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Endereço:\u003C\u002Fstrong> Avenida Professor Mário Werneck, 1.160.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Pizza Plaza\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Cstrong>Pizza Plaza\u003C\u002Fstrong> fazia parte da antiga cena gastronômica do Buritis. A pizzaria trabalhava com rodízio e também oferecia pizzas à la carte, massas, calzones e outros pratos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O estabelecimento funcionava na \u003Cstrong>Avenida Professor Mário Werneck, 2.700, segundo andar\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O endereço também aparece associado a outros estabelecimentos que passaram pelo mesmo ponto ao longo dos anos, mostrando como alguns imóveis comerciais do bairro tiveram diferentes histórias.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Allegro Távola\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para quem procurava uma experiência mais intimista de gastronomia italiana, o \u003Cstrong>Allegro Távola\u003C\u002Fstrong> foi uma das opções do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O restaurante tinha aproximadamente 50 lugares e trabalhava com massas artesanais preparadas na própria casa. O ambiente também era conhecido pela proposta mais tranquila e pela presença de música.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Allegro Távola funcionava na \u003Cstrong>Avenida Professor Mário Werneck, 1.491\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Paratella Gastronomia Italiana\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Outro restaurante italiano que deixou sua marca no bairro foi o \u003Cstrong>Paratella Gastronomia Italiana\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A casa funcionava na \u003Cstrong>Avenida Aggeo Pio Sobrinho, 420, loja 7\u003C\u002Fstrong>, e trabalhava com massas e pratos da culinária italiana.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O restaurante chegou a participar de eventos gastronômicos como o Restaurant Week e recebeu cobertura de veículos especializados em gastronomia de Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Italiana\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O nome já entregava a especialidade: o \u003Cstrong>Italiana\u003C\u002Fstrong> era um restaurante dedicado à culinária italiana que chegou ao Buritis em 2017.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A história da marca, porém, começou anteriormente em Macacos. No Buritis, a operação foi instalada no \u003Cstrong>Centro Comercial Riviera, na Rua Eli Seabra Filho, 510, loja 7\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O restaurante trabalhava com massas, pães e pratos inspirados na culinária italiana, em uma proposta que buscava combinar gastronomia e ambiente familiar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rústico Cervejaria\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>Rústico\u003C\u002Fstrong> foi outro dos estabelecimentos que ajudaram a construir a antiga vida noturna do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A casa funcionava como cervejaria e restaurante, com uma carta que chegou a reunir dezenas de rótulos de cervejas e diferentes opções de comida.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O estabelecimento passou por mudança de endereço dentro da região. Um dos registros históricos aponta a \u003Cstrong>Rua Henrique Badaró Portugal, 157\u003C\u002Fstrong>, enquanto registros posteriores indicam a operação no número 143, loja 157.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Zé Pileque\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>Zé Pileque\u003C\u002Fstrong> era um tradicional ponto de comida de boteco na Avenida Professor Mário Werneck.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O estabelecimento aparece em levantamentos gastronômicos do bairro e fazia parte da movimentada região de bares e restaurantes da avenida.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Endereço:\u003C\u002Fstrong> Avenida Professor Mário Werneck, 3.383.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Caçapas Sul\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Antes da popularização de vários dos atuais espaços de entretenimento do bairro, o \u003Cstrong>Caçapas Sul\u003C\u002Fstrong>, também lembrado como Caçapas Snooker, era um dos grandes pontos de encontro para quem gostava de sinuca.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O espaço tinha diversas mesas, televisão, telão, ambientes para confraternização e também recebia eventos e transmissões esportivas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O endereço histórico era a \u003Cstrong>Rua José Rodrigues Pereira, 640\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Boi Vaca\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>Boi Vaca\u003C\u002Fstrong> é um caso um pouco diferente. O restaurante deixou de existir com esse nome, mas o ponto continuou ligado à gastronomia.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Localizado na \u003Cstrong>Avenida Professor Mário Werneck, 670\u003C\u002Fstrong>, o estabelecimento era conhecido pelas carnes, ambiente familiar e música ao vivo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em 2013, depois de uma reforma, o restaurante passou a se chamar \u003Cstrong>Boi Werneck\u003C\u002Fstrong>. Assim, a história do Boi Vaca não terminou exatamente com o fechamento do endereço, mas com a transformação da operação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Mendes Júnior\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nem todo lugar de memória precisa ter sido um restaurante ou uma loja.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A área onde hoje está o campus Estoril do UniBH tem uma relação direta com a história da \u003Cstrong>Construtora Mendes Júnior\u003C\u002Fstrong>. A antiga sede da empresa funcionava naquele terreno, que posteriormente teve parte ocupada pela BHTRANS e outra parte pelo centro universitário.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O próprio campus Estoril do UniBH é reconhecido em registros históricos como a antiga sede da Mendes Júnior, instalada em uma construção cuja arquitetura remete à década de 1960.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>É uma lembrança importante de uma época em que a paisagem do Estoril era muito diferente da atual.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Churrasquinho do Manuel\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>Churrasquinho do Manuel\u003C\u002Fstrong> era um dos pontos tradicionais do bairro para quem gostava de futebol, churrasco e música.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O estabelecimento ganhou destaque especialmente durante grandes competições esportivas. Em uma das divulgações de Copa do Mundo, o local anunciava um supertelão e cinco televisores para a transmissão das partidas, além de música ao vivo depois dos jogos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O endereço histórico era a \u003Cstrong>Rua Vitório Magnavacca, 49\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Papatutti\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Cstrong>Papatutti\u003C\u002Fstrong> também faz parte da história das antigas pizzarias do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O estabelecimento aparece em registros antigos na \u003Cstrong>Avenida Professor Mário Werneck, 2.700, segundo andar\u003C\u002Fstrong>, endereço que também abrigou a Pizza Plaza.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Existem ainda registros posteriores da \u003Cstrong>Pizzaria Papatutti\u003C\u002Fstrong> na \u003Cstrong>Rua Maria Heilbuth Surette, 614\u003C\u002Fstrong>, mostrando que a marca teve diferentes fases na região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Espaço Buritis\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Hoje muita gente pode passar pelo endereço sem imaginar que ali existiu um dos antigos centros comerciais do bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>Espaço Buritis\u003C\u002Fstrong> funcionava na \u003Cstrong>Avenida Professor Mário Werneck, 1.550\u003C\u002Fstrong>, em frente ao UniBH. O empreendimento nasceu com a expectativa de se tornar um dos principais centros comerciais da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Com o passar dos anos, porém, perdeu lojas e viu sua área de alimentação ser encerrada. Em outubro de 2020, as últimas operações deixaram o local e o Espaço Buritis encerrou definitivamente suas atividades.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em 2021, começaram as obras de demolição do antigo centro comercial para dar lugar a um novo empreendimento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Pizzarella\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Cstrong>Pizzarella\u003C\u002Fstrong> ainda existe como marca, mas já teve uma unidade no Estoril que deixou de funcionar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Registros históricos localizam uma antiga filial na \u003Cstrong>Avenida Professor Mário Werneck, 1.055\u003C\u002Fstrong>, com o telefone 3378-6608.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por isso, neste levantamento, a referência é especificamente à \u003Cstrong>antiga unidade da Pizzarella no Estoril\u003C\u002Fstrong>, e não ao fim da marca, que continuou operando em outros endereços de Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Uma cidade muda, mas a memória permanece\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Olhar para esses 18 lugares é também olhar para a transformação do próprio Buritis e do Estoril.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Alguns terrenos receberam novos empreendimentos. Alguns restaurantes foram substituídos por outros. Empresas mudaram de endereço ou de nome. Um cinema virou outro tipo de espaço. Uma quadra de futebol desapareceu para dar lugar a um empreendimento gastronômico. E uma antiga sede empresarial se transformou em parte de um dos principais centros universitários da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mais do que uma relação de lugares que fecharam, essa é uma pequena fotografia de diferentes momentos da história dos bairros.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E provavelmente existem muitos outros.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Você se lembra de algum lugar antigo do Buritis ou do Estoril que não apareceu nesta lista?\u003C\u002Fstrong> Conte para o Meu Bairro Buritis. A memória dos moradores também faz parte da história do bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Fontes consultadas\u003C\u002Fh3>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A pesquisa foi realizada a partir de reportagens e arquivos do Jornal do Buritis, Revista Encontro, Associação Bairro Buritis, registros comerciais históricos, arquivos de estabelecimentos e bases públicas disponíveis na internet. As informações foram cruzadas sempre que possível, especialmente em relação a nomes, endereços e períodos de funcionamento.\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1789518690476-kbqt3w.png",null,"Meu Bairro Buritis","publicado","2026-09-16T00:32:38.793+00:00","2026-09-16T00:32:39.660694+00:00","2026-09-16T01:09:10.636+00:00","reportagem",{"id":4,"rotulo":5},{"id":24,"titulo":25,"subtitulo":26,"slug":27,"conteudo":28,"imagem_destaque_url":29,"imagem_destaque_alt":30,"categoria":15,"autor":16,"status":17,"data_publicacao":31,"seo_meta_titulo":15,"seo_meta_descricao":32,"seo_imagem_og":15,"seo_palavras_chave":33,"criado_em":34,"atualizado_em":35,"categoria_id":4,"subcategoria_guia_id":15,"tipo_conteudo":21,"atualizado_em_editorial":15,"ultima_verificacao":15,"cta_texto":15,"cta_href":15,"categoria_info":36,"subcategoria_info":15},"0a3ae940-0efb-4e90-95ea-7b73cd6779b5","Quem deu nome às ruas do Buritis e Estoril? Conheça as histórias","As placas das ruas do Buritis e Estoril escondem histórias de engenheiros, empresários, religiosos, professores e personagens ligados à formação de Belo Horizonte.","nomes-das-ruas-do-buritis-e-estoril","\u003Ch1>Quem deu nome às ruas do Buritis e Estoril? Conheça as histórias\u003C\u002Fh1>\u003Cp>Você sabe quem foi Mário Werneck? E José Rodrigues Pereira? Já se perguntou quem era o Cônsul Walter ou por que uma rua do Estoril se chama Vitório Magnavacca?\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para quem mora no Buritis ou no Estoril, esses nomes fazem parte da rotina. Estão nos endereços de casas, condomínios, empresas, escolas, restaurantes e comércios. Mas, por trás de muitas dessas placas, existem personagens e histórias que ajudam a entender a formação dos bairros e também um pouco da própria história de Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Meu Bairro Buritis pesquisou a origem de alguns dos principais nomes de ruas e avenidas da região, consultando documentos oficiais, pesquisas acadêmicas, instituições relacionadas aos homenageados e registros históricos locais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E uma coisa ficou evidente: nem todas as histórias estão documentadas com o mesmo nível de detalhe. Por isso, esta reportagem separa o que conseguimos comprovar documentalmente daquilo que é preservado por fontes históricas locais.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Antes das ruas do Buritis, havia fazendas\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Para entender a história dos nomes das ruas do Buritis e do Estoril, é preciso voltar ao período anterior à urbanização da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Pesquisas acadêmicas da UFMG mostram que a área que hoje abriga o Buritis fazia parte da zona rural de Belo Horizonte e passou por um processo de transformação e parcelamento a partir da década de 1970.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Entre as propriedades rurais associadas à região estava a Fazenda Tebaidas, ligada a Aggeo Pio Sobrinho. Estudos sobre a formação urbana do Buritis registram o desmembramento dessa área e as transformações provocadas pela expansão urbana de Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A história das antigas propriedades ajuda a explicar por que alguns personagens ligados à ocupação e à transformação da região acabaram também presentes na toponímia dos bairros.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Avenida Professor Mário Werneck: quem foi o homem que dá nome à principal avenida do Buritis?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>A Avenida Professor Mário Werneck é provavelmente o endereço mais conhecido do Buritis. Mas o homem homenageado na placa teve uma trajetória muito mais ampla do que o nome da avenida deixa imaginar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mário Werneck de Alencar Lima foi engenheiro e professor. Sua trajetória esteve fortemente ligada à Escola de Engenharia de Belo Horizonte e à Universidade Federal de Minas Gerais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A UFMG registra que Mário Werneck foi professor catedrático, dirigiu a Escola de Engenharia entre 1944 e 1964, foi secretário de Obras da Prefeitura de Belo Horizonte, presidiu a Sociedade Mineira de Engenheiros e participou da criação da Revista Mineira de Engenharia. A Escola de Engenharia da UFMG também confirma seu longo período à frente da instituição.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O nome do engenheiro chegou à principal avenida do Buritis ainda no período de formação da região. Segundo levantamento histórico publicado pelo Jornal do Buritis, a antiga Avenida 1 recebeu o nome de Avenida Professor Mário Werneck por meio do Decreto Municipal nº 3.535, de 30 de julho de 1979.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ou seja: quando o morador passa hoje pela Avenida Professor Mário Werneck, está circulando por uma via que preserva o nome de um personagem importante da engenharia e da educação superior de Minas Gerais.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rua José Rodrigues Pereira: um nome ligado à antiga Fazenda Cercadinho\u003C\u002Fh2>\u003Cp>A Rua José Rodrigues Pereira também guarda uma ligação com a história da ocupação da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Publicações históricas do Jornal do Buritis relacionam José Rodrigues Pereira à antiga Fazenda Cercadinho e à formação dos bairros.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma reportagem posterior da Itatiaia, baseada em documentação do 1º Cartório de Registro de Imóveis de Belo Horizonte, acrescentou um dado importante para compreender essa história: os irmãos Jacy Rodrigues Pereira e José Rodrigues Pereira aparecem relacionados ao processo de loteamento de uma área da antiga Fazenda Cercadinho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por isso, é mais preciso dizer que José Rodrigues Pereira esteve ligado ao processo de transformação e loteamento daquela região do que afirmar, sem ressalvas, que ele teria sido sozinho o proprietário de toda a Fazenda Cercadinho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A rua que leva seu nome permanece hoje como um dos principais logradouros do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rua Vitório Magnavacca: a antiga Rua 38 do Estoril\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Entre as ruas pesquisadas, esta é uma das que possuem documentação particularmente clara sobre a origem do nome.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Antes de se chamar Rua Vitório Magnavacca, a via era identificada como Rua 38, no bairro Estoril.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Decreto Municipal nº 5.102, de 23 de setembro de 1985, é explícito ao determinar: “Atribui o nome de Vitório Magnavacca à Rua 38, do Bairro Estoril”.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nesse caso, portanto, não precisamos recorrer a interpretações para saber quando ocorreu a mudança ou qual era a identificação anterior da rua.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Pesquisas acadêmicas da UFMG também estudaram a presença da família Magnavacca na história de Belo Horizonte, dentro do contexto da imigração italiana e da formação da cidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>É importante, porém, fazer uma distinção: informações sobre a família Magnavacca não devem ser automaticamente atribuídas a Vitório Magnavacca individualmente. A pesquisa histórica precisa separar aquilo que está documentado sobre a família daquilo que pode ser comprovado especificamente sobre o homenageado.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rua Cônsul Walter: quem era o britânico que viveu em Belo Horizonte?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O nome “Cônsul Walter” pode parecer, à primeira vista, uma simples referência a uma função diplomática.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mas existe uma pessoa por trás dele: Harold Victor Walter.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Jornal do Buritis preservou uma pesquisa biográfica sobre Walter, registrando sua origem britânica e sua trajetória profissional em Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma fonte independente e institucional confirma parte importante dessa história. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais registra a Lei nº 2.362, de 12 de janeiro de 1961, que concedeu a H. W. Walter o título de Cidadão Honorário de Minas Gerais. A legislação o identifica como vice-cônsul britânico em Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A história de Harold Victor Walter mostra como a presença estrangeira também fez parte da formação econômica e social da capital mineira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Não encontramos, entretanto, documentação suficiente para afirmar com segurança qual foi a justificativa formal utilizada pelo Município para escolher seu nome para o logradouro. Por isso, não vamos inventar uma explicação para essa homenagem.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rua Maria Heilbuth Surette: a professora que virou nome de rua\u003C\u002Fh2>\u003Cp>A Rua Maria Heilbuth Surette é outro exemplo de um nome que esconde uma história pouco conhecida pela maioria dos moradores.\u003C\u002Fp>\u003Cp>De acordo com a pesquisa histórica publicada pelo Jornal do Buritis, Maria José Heilbuth Surette nasceu em Belo Horizonte em 1920 e formou-se professora de Língua Portuguesa no Instituto de Educação de Minas Gerais. Também trabalhou como funcionária pública.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A mesma pesquisa registra sua história familiar e afirma que a homenagem à professora partiu de uma iniciativa do então vereador Paulo Portugal, descrito como amigo da família.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A Câmara Municipal de Belo Horizonte confirma atualmente a existência da Rua Maria Heilbuth Surette no Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Como não localizamos o texto integral do projeto original de denominação nas bases públicas consultadas, a informação sobre a iniciativa do vereador é apresentada aqui como registro histórico do Jornal do Buritis, e não como uma afirmação baseada diretamente no texto da legislação.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rua Alessandra Salum Cadar: uma homenagem que foi além do nome de uma rua\u003C\u002Fh2>\u003Cp>A Rua Alessandra Salum Cadar guarda uma história especialmente diferente.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Alessandra morreu ainda adolescente, aos 13 anos. Sua memória, entretanto, permaneceu associada a iniciativas de caráter social.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Jornal do Buritis publicou uma pesquisa sobre sua trajetória e sobre o Centro Assistencial Alessandra Salum Cadar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há uma confirmação independente da relevância dessa instituição: o Governo de Minas declarou o Centro Assistencial Alessandra Salum Cadar de utilidade pública por meio do Decreto nº 27.869, de 12 de fevereiro de 1988.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mais tarde, o Estado também utilizou o nome Alessandra Salum Cadar em outra homenagem, por meio do Decreto nº 35.936, de 23 de agosto de 1994.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Assim, a memória de Alessandra ultrapassou o próprio bairro e passou a fazer parte de outras homenagens oficiais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quanto à justificativa específica para a escolha de seu nome para a rua do Buritis, a pesquisa encontrou principalmente o registro histórico publicado pelo Jornal do Buritis. Como não localizamos o ato original com a exposição de motivos, não vamos apresentar como fato uma justificativa que não conseguimos confirmar documentalmente.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Frei Hilário Meekes: uma história que veio da Holanda para o Estoril\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O nome de Frei Hilário Meekes também está presente nas ruas do Estoril.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Neste caso, existe uma fonte institucional diretamente relacionada ao homenageado: o próprio Colégio Santo Antônio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo a instituição, Frei Hilário Meekes nasceu em Lichtenvoorde, na Holanda, em 1930. Ingressou na Ordem dos Frades Menores em 1951 e foi ordenado sacerdote em 1958.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em Belo Horizonte, foi vigário da Paróquia Santo Antônio entre 1982 e 1988 e diretor do Colégio Santo Antônio entre 1991 e 2000.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Colégio Santo Antônio informa ainda que Frei Hilário foi homenageado no bairro Estoril, onde uma rua recebeu seu nome.\u003C\u002Fp>\u003Cp>É uma das histórias em que a ligação entre o homenageado e a região pode ser compreendida também pela sua trajetória religiosa e educacional em Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Por que tantas ruas têm nomes de pessoas?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Ao observar os nomes das ruas do Buritis e do Estoril, fica evidente que a paisagem dos bairros também funciona como uma espécie de arquivo histórico.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há nomes ligados à engenharia e à educação, como Mário Werneck.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há personagens relacionados à ocupação e ao parcelamento da região, como José Rodrigues Pereira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há nomes associados à imigração e à atividade empresarial, como Vitório Magnavacca.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há representantes da presença estrangeira em Belo Horizonte, como Harold Victor Walter.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há professores e personagens ligados à vida social da cidade, como Maria Heilbuth Surette.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E há homenagens de natureza religiosa e social, como as de Frei Hilário Meekes e Alessandra Salum Cadar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Cada nome revela uma parte diferente da história.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Nem toda história das ruas está completamente documentada\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Pesquisar a origem dos nomes das ruas do Buritis e do Estoril revelou também uma dificuldade importante.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os atos oficiais de denominação nem sempre estão disponíveis de maneira facilmente pesquisável na internet. Em alguns casos, encontramos o decreto ou outra documentação normativa. Em outros, encontramos pesquisas históricas locais muito detalhadas, mas não conseguimos localizar o documento original que explica a escolha do homenageado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por isso, esta reportagem não trata como certeza aquilo que não conseguimos comprovar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Um exemplo é a Rua Vitório Magnavacca: sabemos documentalmente que a antiga Rua 38 do Estoril recebeu esse nome por meio do Decreto Municipal nº 5.102, de 1985.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em outros casos, como Maria Heilbuth Surette, temos uma narrativa histórica detalhada sobre a origem da homenagem, publicada pelo Jornal do Buritis, mas não localizamos o documento legislativo original.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Essa diferença pode parecer pequena, mas é fundamental quando o objetivo é preservar a história de um bairro.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>As placas que contam a história do Buritis\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Na próxima vez que você passar pela Avenida Professor Mário Werneck, pela Rua José Rodrigues Pereira ou por qualquer outra rua do Buritis e do Estoril, talvez a placa tenha um significado diferente.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por trás de um endereço pode existir a história de um engenheiro, de uma professora, de um empresário, de um religioso, de um imigrante ou de alguém cuja trajetória ficou registrada na memória da cidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>As ruas são parte da infraestrutura dos bairros, mas seus nomes também são parte da memória de Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E conhecer essas histórias é uma maneira de conhecer melhor o lugar onde vivemos.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Fontes consultadas\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Para esta pesquisa, foram consultados documentos e informações da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Câmara Municipal de Belo Horizonte, Colégio Santo Antônio, legislação municipal e pesquisas históricas publicadas pelo Jornal do Buritis, além de reportagens utilizadas para confrontar informações sobre a formação territorial da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O objetivo foi priorizar fontes primárias e institucionais e, quando isso não foi possível, identificar claramente a origem da informação em vez de apresentá-la como fato documental.\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1787920797799-rm9oql.png","Nomes das ruas do Buritis e Estoril em Belo Horizonte","2026-08-28T12:41:24.427+00:00","Você sabe quem deu nome às ruas do Buritis e Estoril? Conheça as histórias de Mário Werneck, José Rodrigues Pereira, Vitório Magnavacca e outros homenageados.","ruas, história","2026-08-28T12:41:25.4678+00:00","2026-08-28T12:50:13.037+00:00",{"id":4,"rotulo":5},1789606786021]