[{"data":1,"prerenderedAt":76},["ShallowReactive",2],{"categoria-pessoas-comunidade":3,"noticias-categoria-pessoas-comunidade":7},{"id":4,"rotulo":5,"ordem":6},"pessoas-comunidade","Pessoas e Comunidade",9,[8,22,34,48,62],{"id":9,"titulo":10,"subtitulo":11,"slug":12,"conteudo":13,"imagem_destaque_url":14,"imagem_destaque_alt":15,"categoria":15,"autor":16,"status":17,"data_publicacao":18,"seo_meta_titulo":15,"seo_meta_descricao":15,"seo_imagem_og":15,"seo_palavras_chave":15,"criado_em":19,"atualizado_em":19,"categoria_id":4,"subcategoria_guia_id":15,"tipo_conteudo":20,"atualizado_em_editorial":15,"ultima_verificacao":15,"cta_texto":15,"cta_href":15,"categoria_info":21,"subcategoria_info":15},"df1b7a94-f95a-4750-bcfd-18b7b744e1f2","Mulheres em Minas: viagens e bate-voltas para mulheres conhecerem Minas Gerais e fazerem novas amizades","Conheça o Mulheres em Minas, projeto que organiza viagens e bate-voltas para mulheres conhecerem destinos de Minas Gerais, fazerem amizades e saírem da rotina.","mulheres-em-minas-viagens-e-bate-voltas-para-mulheres-conhecerem-minas-gerais-e-fazerem-novas-amizades","\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch1>Mulheres em Minas: viagens e bate-voltas para mulheres conhecerem Minas Gerais e fazerem novas amizades\u003C\u002Fh1>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Viajar, conhecer novos lugares e ainda ter a oportunidade de fazer novas amizades. Essa é a proposta do \u003Cstrong>Mulheres em Minas\u003C\u002Fstrong>, projeto idealizado por \u003Cstrong>Nicolly Dandara\u003C\u002Fstrong> que organiza viagens e bate-voltas exclusivos para mulheres por diferentes destinos de Minas Gerais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A primeira viagem do projeto aconteceu em \u003Cstrong>8 de março de 2025\u003C\u002Fstrong>, com destino a \u003Cstrong>Lavras Novas\u003C\u002Fstrong>. Desde então, o Mulheres em Minas vem realizando novos passeios, com a proposta de proporcionar um dia diferente para mulheres que querem sair da rotina, conhecer cidades, pontos turísticos e paisagens de Minas Gerais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Mais do que uma viagem, uma experiência entre mulheres\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A proposta do Mulheres em Minas vai além de simplesmente levar um grupo para conhecer um novo destino.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Durante os passeios, são realizadas \u003Cstrong>dinâmicas e momentos de interação\u003C\u002Fstrong> para estimular a aproximação entre as participantes. A ideia é evitar aquele tipo de excursão em que cada pessoa permanece no seu próprio grupo e transformar a viagem também em uma oportunidade para conversar, conhecer outras mulheres e fazer novas amizades.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Com participantes de diferentes idades, o projeto busca criar um ambiente em que todas possam aproveitar o passeio e se sentir parte da experiência.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Escolha dos destinos leva em conta o acesso\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Um dos cuidados destacados pela organização está na escolha dos roteiros. Antes de definir um passeio, a equipe procura pesquisar as características do destino, incluindo as condições da estrada, os acessos, a existência de trilhas e o nível de dificuldade dos percursos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Esse planejamento recebe atenção especial quando o roteiro envolve \u003Cstrong>cachoeiras e outros atrativos naturais\u003C\u002Fstrong>. Como o grupo reúne mulheres de diferentes idades, a intenção é buscar lugares cujo acesso permita que um número maior de participantes consiga aproveitar a experiência.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A preocupação com o acesso faz parte da preparação do roteiro e ajuda a definir quais atrações podem fazer sentido para cada passeio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Alimentação e outros detalhes também entram no planejamento\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A alimentação também é considerada na organização das viagens. Segundo Nicolly Dandara, a equipe procura escolher estabelecimentos bem recomendados e que sejam adequados à proposta de cada roteiro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além da escolha do destino e dos locais visitados, o projeto procura cuidar de outros detalhes que fazem parte da experiência. Entre eles estão \u003Cstrong>água à vontade durante a viagem na van, lembrancinhas, sorteios e dinâmicas de interação\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A ideia é que o passeio seja pensado como um conjunto de experiências, e não apenas como um deslocamento até um ponto turístico.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Conhecer Minas e criar novas histórias\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Minas Gerais possui uma grande diversidade de destinos turísticos, com cidades históricas, montanhas, cachoeiras, áreas rurais e paisagens naturais. O Mulheres em Minas utiliza essa diversidade como ponto de partida para criar diferentes roteiros para suas participantes.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ao mesmo tempo em que descobrem novos lugares, as mulheres têm a oportunidade de compartilhar o dia com outras participantes, conversar, rir e construir novas amizades.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para Nicolly, o projeto vem crescendo aos poucos e é desenvolvido com carinho justamente para proporcionar uma experiência agradável às participantes.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A proposta pode ser resumida em uma ideia simples: \u003Cstrong>um dia para sair da rotina, respirar novos ares, conhecer Minas Gerais, fazer amizades e voltar para casa com boas lembranças.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Mulheres em Minas\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O projeto \u003Cstrong>Mulheres em Minas\u003C\u002Fstrong> é idealizado por \u003Cstrong>Nicolly Dandara\u003C\u002Fstrong> e realiza viagens e bate-voltas exclusivamente para mulheres.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quem quiser acompanhar os próximos destinos e conhecer a programação pode procurar o perfil \u003Cstrong>@mulheresemminas\u003C\u002Fstrong> no Instagram.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1789606580831-sq5kci.png",null,"Meu Bairro Buritis","publicado","2026-09-17T00:57:56.441+00:00","2026-09-17T00:57:57.513637+00:00","reportagem",{"id":4,"rotulo":5},{"id":23,"titulo":24,"subtitulo":25,"slug":26,"conteudo":27,"imagem_destaque_url":28,"imagem_destaque_alt":15,"categoria":15,"autor":16,"status":17,"data_publicacao":29,"seo_meta_titulo":15,"seo_meta_descricao":15,"seo_imagem_og":15,"seo_palavras_chave":30,"criado_em":31,"atualizado_em":32,"categoria_id":4,"subcategoria_guia_id":15,"tipo_conteudo":20,"atualizado_em_editorial":15,"ultima_verificacao":15,"cta_texto":15,"cta_href":15,"categoria_info":33,"subcategoria_info":15},"e2f4e9ce-3696-4fae-9217-283c4dad7aad","Entrevista com o vereador Braulio Lara candidato a deputado federal","Braulio Lara fala sobre Buritis, mobilidade, Copasa, impostos e STF em entrevista ao Meu Bairro Buritis","entrevista-com-o-vereador-braulio-lara-candidato-a-deputado-federal","\u003Ch1>O Meu Bairro Buritis entrevistou Bráulio Lara, vereador de Belo Horizonte pelo NOVO e candidato a deputado federal nas eleições de 2026. Morador do Buritis e ex-presidente da Associação do Bairro Buritis (ABB), Lara construiu sua trajetória política a partir de demandas relacionadas à região.\u003C\u002Fh1>\u003Cp>A entrevista aborda tanto a atuação do candidato no Buritis e no Estoril quanto propostas que fazem parte de sua campanha para a Câmara dos Deputados. Entre os temas estão mobilidade urbana, poluição sonora, emendas parlamentares, redução de impostos, privatizações, a situação da Copasa, a relação com o governador Romeu Zema e suas propostas para o Judiciário.\u003C\u002Fp>\u003Cp>As respostas abaixo foram publicadas integralmente, conforme enviadas pelo candidato. Quando há afirmações factuais que exigem contexto ou que não puderam ser verificadas de forma independente, o Meu Bairro Buritis acrescenta uma verificação logo após a resposta.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>1. Quais resultados concretos o senhor considera ter entregue ao Buritis?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Após quase seis anos como vereador e uma trajetória anterior à frente da Associação do Bairro Buritis, quais são os três resultados concretos que o senhor considera ter entregue ao bairro? E qual é a principal demanda que reconhece não ter conseguido resolver?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nosso bairro tem diversas demandas, todas prioritárias. Porém, relato quatro entregas marcantes do nosso mandato para o Buritis: \u003C\u002Fp>\u003Cp>1) Entrega de duas passagens de pedestres e uma ligação de via: da Rua Elza Beatriz de Araújo, ligando as Ruas Tereza Mota Valadares e Maria Heilbuth Surette, e da Rua Margaret Thatcher, ligando a Av. Protásio de Oliveira Pena até a Rua Prof. Miguel de Souza; e da Rua Jornalista Hélio Fraga ligando a Rua Deputado Fábio Vasconcelos com Av. Deputado Sebastião Nascimento. \u003C\u002Fp>\u003Cp>2) Revitalização da Pista de Cooper da Rua Henrique Badaró Portugal (em execução) e da quadra e dos brinquedos do Parque Aggeo Pio Sobrinho. \u003C\u002Fp>\u003Cp>3) Revitalização de todos os Parques da região: Bandeirante Silva Ortiz, Estrelinha e Estrelão. \u003C\u002Fp>\u003Cp>4) Recapeamento de diversas vias do Buritis como, por exemplo, Dr. Lucídio Avelar, Jornalista Guilherme Apgáua, Francisco Fernandes dos Santos, José do Patrocínio Carneiro, Engenheiro Aluisio Rocha, Ulisses Marcondes Escobar, Henrique Furtado Portugal, Rubens Berardo, Ignácio Alves Martins, Walter Guimarães Figueiredo, Marco Aurélio de Miranda e José Amaury Ferrara. \u003C\u002Fp>\u003Cp>Agora, sobre o que ainda não conseguimos resolver, além de recapeamentos, posso falar que é a melhoria concreta do trânsito em nosso bairro. Conseguimos algumas ações como mudança de circulação de via, mas estou convencido que para melhorar o trânsito do Buritis precisamos de obras estruturantes que dependem de projetos e grandes orçamentos. Por isso agora estruturamos os cinco principais projetos de mobilidade para a região do Buritis, o B5M. É ele que queremos tirar do papel e tornar realidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além disso, tem muitas entregas que ainda não são percebidas. Mas todas fui encaminhando emendas impositivas de execução obrigatória. Muitas estão em desenvolvimento de projetos e espero que em breve virem realidade (eu nem ouso falar de prazos pois a Prefeitura é muito lenta para resolver os problemas e já descumpriram muitos prazos conosco):\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Das nossas 14 ruas de pedestre que nunca tinham sido implantadas, 3 foram feitas, 2 estão para iniciar (verbas alocadas), 4 tem projetos prontos e os outros 5 devem ser entregues até o fim desse ano. A Rua Márcio Maia Ferreira (liga a Av. Prof. Mário Werneck na Rua Eli Seabra Filho) tem projeto e tem verba alocada (aguardamos a Prefeitura contratar a obra e executar). Ligação da Rua Tito Guimarães com Rua Maria Heilbuth Surette tem projeto e tem verba alocada (aguardamos a Prefeitura contratar a obra e executar). Os projetos prontos e que não temos ainda dinheiro para fazer são: Travessa Djanira Martins (liga a Rua Esmeraldo Botelho na Alessandra Salum Cadar), Travessa José Barcelos (liga a Rua Tereza Mota Valadares na Rua Consul Walter), Travessa Célio Moreira de Carvalho (liga a Rua Consul Walter na Rua Silvio de Oliveira Martins), Travessa Oswaldo França Junior (liga a Rua Francisco Fernandes dos Santos na Rua Esmeraldo Botelho).\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Praça do Mirante na Rua José Rodrigues Pereira tem projeto e tem verba alocada (aguardamos a Prefeitura contratar a obra e executar).\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Praça Paulo Roberto dos Santos na Rua Moisés Kalil tem projeto e tem verba alocada (aguardamos a Prefeitura contratar a obra e executar).\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Projeto de monitoramento de segurança Muralha BH: fui o vereador que mais destinou recursos para a segurança em BH e o Buritis será contemplado com câmeras de monitoramento e base da Guarda Municipal.\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Projeto de melhorias de tráfego na Mário Werneck entre o UNI-BH até a Rua Marco Aurélio de Miranda que serão implementadas no cumprimento de condicionantes de licenciamento da Universidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Esses são os mais significativos mas tem várias outras ações como sinalização de vias e iluminação pública que também estão à caminho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — contexto sobre as emendas\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Há documentação oficial que confirma a destinação de recursos por Bráulio Lara para projetos relacionados ao Buritis. Entretanto, a expressão “emendas impositivas de execução obrigatória” precisa de contexto: a obrigatoriedade de execução está sujeita às regras legais e à existência de impedimentos técnicos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em documentos de acompanhamento da Prefeitura de Belo Horizonte, por exemplo, duas emendas de Bráulio Lara de 2025 aparecem com status de “impedimento técnico”: uma de R$ 250 mil para melhorias viárias na região da Avenida Professor Mário Werneck com a Rua Líbero Leone e outra de R$ 250 mil para videomonitoramento na região do Buritis e parques da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Isso não significa que recursos destinados por um vereador não possam resultar em obras. A distinção importante é entre destinação orçamentária, elaboração de projeto, contratação e execução efetiva da obra.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>2. Por que trânsito, mobilidade e poluição sonora continuam sendo problemas?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Trânsito, mobilidade e poluição sonora continuam entre as principais reclamações dos moradores. Por que esses problemas permanecem sem solução significativa após sua atuação política no bairro e na Câmara Municipal?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Sobre o trânsito do Buritis posso afirmar que sempre foi um dos meus principais focos de trabalho. Inclusive sou o presidente da Comissão de Mobilidade Urbana da Câmara Municipal de BH. Porém, nem sempre as coisas saem como a gente quer e a prefeitura é bastante morosa nessas questões. Por isso, encabecei, junto com a Associação de Moradores do Buritis (ABB), o Projeto B5M (Buritis em 5 Minutos) que traz um pacote de cinco obras públicas estruturantes focado em transformar a mobilidade urbana da região do bairro Buritis. E a verba para destravar essas obras está em Brasília. Essas obras já estão listadas no Programa VIURBS da prefeitura e queremos trazer este assunto à tona. Creio que seja a solução imediata para nossos problemas no bairro. Em questão mais ampla sobre mobilidade urbana discutimos questões de novos modais de transporte para a cidade, como por exemplo, o metrocable (teleférico) que poderia fazer integração de bairros com estações de ônibus e de metrô. E sobre a poluição sonora posso afirmar que sou um dos poucos vereadores de BH que discute esse assunto a fundo. Inclusive em julho realizei audiência pública para cobrar da prefeitura a proposição de uma lei que atualize a lei de limites de pressão sonora e aumente o rigor contra pessoas e empresas que desrespeitam tal lei.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — recurso do B5M\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O Projeto B5M é uma iniciativa apresentada publicamente pela Associação do Bairro Buritis com participação de Bráulio Lara e reúne propostas de intervenções estruturantes para a mobilidade da região. O MBB conseguiu verificar a existência do projeto e sua relação com estudos e projetos municipais de mobilidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Já a afirmação de que \u003Cstrong>“a verba para destravar essas obras está em Brasília”\u003C\u002Fstrong> não foi confirmada de forma independente pelo MBB nas fontes públicas consultadas. Por isso, ela é apresentada aqui como uma informação fornecida pelo candidato.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — poluição sonora\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Em julho de 2026, a Câmara Municipal realizou audiência pública para discutir a legislação sobre poluição sonora, a partir de requerimentos que incluíram Bráulio Lara. A audiência tratou, entre outros pontos, da necessidade de atualização da legislação e de maior rigor na fiscalização e nas penalidades.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A realização da audiência, portanto, é um fato documentado. Isso não significa, por si só, que o problema da poluição sonora tenha sido resolvido.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>3. O que um deputado federal poderá fazer pelo Buritis e pelo Estoril?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O senhor construiu sua carreira política a partir de demandas locais. Como deputado federal, quais medidas concretas poderá tomar pelo Buritis e pelo Estoril que estejam dentro das atribuições de um deputado federal?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Como deputado federal, poderei contribuir ainda mais para a nossa região. Sabemos que as verbas impositivas em nível federal são bem maiores que as municipais. Assim sendo, poderei destinar essas emendas para a viabilização de obras necessárias para o Buritis e região, como por exemplo, as cinco obras estruturantes do Projeto B5M. Um deputado federal consegue destravar pautas burocráticas que podem ajudar os municípios e vou fazer isso quando chegar lá. Quantas pessoas em Brasília conhecem de fato a realidade da sua cidade? É o município que deve saber quais são as necessidades urgentes para uso do dinheiro público. Chega de dinheiro para pagar farra de político, carro blindado para deputado e viagem internacional. Vamos redistribuir os impostos garantindo mais recurso para as cidades. Além disso, tantas leis federais que atrapalham a vida das cidades como por exemplo a legislação sobre fios e cabos partidos e sobre moradores de rua. Ambos assuntos atuei no contexto municipal no limite da minha possibilidade. Em Brasília tenho como atuar em cima de diversos temas que vão gerar impacto na vida das cidades.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — atuação sobre fios e cabos\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Bráulio Lara de fato apresentou atuação legislativa municipal relacionada à organização de fios e cabos aéreos. Uma lei municipal de sua autoria sobre o tema foi posteriormente afetada por decisão do Supremo Tribunal Federal, e ele apresentou nova proposta legislativa sobre o assunto. A Câmara Municipal registra a atuação do vereador também em outras matérias relacionadas à infraestrutura urbana.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>4. O que deveria ser reduzido para viabilizar um Estado menor?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O NOVO defende menos Estado, redução de impostos e maior participação da iniciativa privada. Quais gastos ou políticas públicas o senhor considera que devem ser reduzidos para viabilizar esse projeto?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Defender menos Estado é cortar na própria carne e focar no essencial: saúde, segurança, mobilidade, infraestrutura e educação. Sou a favor da desburocratização e da redução de impostos. Da fusão ou privatização de estatais ineficientes que geram déficit ao Tesouro e a enxugada em estruturas burocráticas e secretarias\u002Fministérios desnecessários. Reduzir a máquina pública não significa cortar serviços básicos ao cidadão, mas sim eliminar os desperdícios e a ineficiência estatal para devolver o dinheiro dos impostos para o bolso de quem produz. No nosso país, trabalhamos 5 meses em 12 para pagar impostos. Ou seja, é mais do que 40%! Isso é muito pesado para o cidadão, afasta os investimentos e dá espaço para a ineficiência. Gosto sempre de lembrar que quando os impostos chegaram a 20% (o famoso quinto), Tiradentes se rebelou, foi enforcado e esquartejado. Hoje já passamos do dobro. Não é para ficar indiginado?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — carga tributária\u003C\u002Fh3>\u003Cp>A afirmação de que os brasileiros trabalham “cinco meses em 12” para pagar impostos é uma forma de representar a carga tributária em linguagem de calendário, mas não corresponde diretamente à metodologia oficial de cálculo da carga tributária.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo o Tesouro Nacional, a carga tributária bruta do Governo Geral em 2024 foi de \u003Cstrong>32,32% do PIB\u003C\u002Fstrong>. O indicador considera a relação entre o total de tributos arrecadados pelas três esferas de governo e o PIB. Portanto, não é metodologicamente correto simplesmente transformar esse percentual em “meses trabalhados” e compará-lo diretamente como se fossem a mesma medida.\u003C\u002Fp>\u003Cp>As afirmações de que a carga tributária afasta investimentos e aumenta a ineficiência estatal são avaliações econômicas e políticas do candidato, e não conclusões que possam ser extraídas apenas do indicador citado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>5. Existe alguma posição de Zema ou do NOVO da qual o senhor discorde?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Romeu Zema é o candidato do NOVO à Presidência. Existe alguma posição relevante de Zema ou do próprio NOVO da qual o senhor discorda? Qual?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Sou um defensor convicto dos princípios do NOVO e da gestão técnica de Romeu Zema, que resgatou Minas Gerais do caos financeiro deixado pelos governos anteriores. O diferencial do nosso partido é que não praticamos o culto à personalidade; a discordância saudável faz parte da democracia. Divergências pontuais ocorrem na velocidade de implementação de pautas ou no alinhamento de certas estratégias políticas locais. Contudo, em relação aos valores fundamentais como responsabilidade fiscal, privatizações necessárias, combate ao inchaço do Estado e liberdade para empreender, estou plenamente alinhado com o nosso ex-governador e candidato a presidente Zema e com a diretriz do NOVO.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — avaliação sobre a gestão Zema\u003C\u002Fh3>\u003Cp>A afirmação de que Romeu Zema “resgatou Minas Gerais do caos financeiro” é uma avaliação política do candidato, e não um dado objetivo com uma única métrica capaz de comprovar a formulação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Minas Gerais entrou no governo Zema em uma situação fiscal grave e posteriormente aderiu ao Propag, programa federal de renegociação da dívida dos estados. O saldo devedor informado pelo próprio Governo de Minas para a adesão ao programa foi de aproximadamente R$ 179,3 bilhões, refinanciado em 360 meses. Assim, a situação fiscal de Minas continua envolvendo um passivo de grande dimensão, mesmo após a mudança das condições de pagamento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>6. Privatização da Copasa e os problemas de abastecimento no Buritis\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O senhor apoia a privatização da Copasa conduzida pelo governo Zema? Diante dos recentes problemas de abastecimento no Buritis, quais garantias considera necessárias para assegurar qualidade, continuidade e universalização do serviço?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O governo Zema fez a escolha certa: uma vez que Minas Gerais tem uma dívida bilionária com a União, herdada de governos anteriores, e que só aumenta com os juros absurdos cobrados pelo Governo Federal, a saída para pagar a conta e conseguir refinanciar a dívida com juros menores (PROPAG) é por meio de vendas de ativos. A participação acionária da COPASA era um desses ativos. Além disso, a empresa sendo do governo sempre tem dificuldade de captar recursos para investir e renovar sua estrutura. Ou seja, sem dinheiro, a infra-estrutura vai envelhecendo, apenas com ações corretivas pontuais, não existe expansão da mesma e de repente começam os problemas como o que vimos com o rompimento da adutora na Barão Homem de Melo com Rua Xapuri. Se os investimentos em expansão de rede tivessem feitos no passado, talvez não teríamos tido tanto transtorno com o incidente da adutora. Possivelmente, outras rotas de abastecimento poderiam ter suprido nossa demanda no bairro Buritis. Esse episódio inclusive nos mostra muito sobre nossas vulnerabilidades no sistema. E para corrigir tem que fazer obra, tem que colocar dinheiro. Eu fui na COPASA na ocasião e estive com a presidente cobrando medidas emergenciais para sanar o problema e restabelecer o fornecimento no Buritis e demais bairros principalmente da região Oeste. Mas temos outros problemas que até hoje não se movimentaram. Já viu aquela adutora que passa na Rua Paulo Diniz Carneiro? Ela impede a implantação de uma solução de trânsito requerida há décadas para melhorar o cruzamento com a Rua Geórgia e Rua Áustria. Acredito que esses problemas agora vão ter solução pois com a empresa capitalizada abre frente para essas intervenções. Para finalizar, gosto sempre de mencionar também a Lagoa da Pampulha. Até hoje temos problemas de poluição que chega lá. É um absurdo até hoje isso não ter sido corrigido.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — Propag e privatização da Copasa\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O Propag efetivamente permite que estados utilizem ativos para a amortização de parte da dívida com a União. Minas Gerais aderiu ao programa oferecendo ativos suficientes para a amortização de 20% do saldo devedor.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Entretanto, é importante fazer uma distinção: \u003Cstrong>o Propag não determina que Minas Gerais tenha de privatizar a Copasa como única forma de aderir ao programa ou refinanciar a dívida\u003C\u002Fstrong>. O próprio Governo de Minas apresentou diferentes categorias de ativos e fontes de recursos para alcançar a amortização prevista no programa. A privatização da Copasa faz parte da estratégia adotada pelo governo estadual, mas não é sinônimo de uma exigência geral do Propag.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — o problema de abastecimento no Buritis\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O episódio de falta de água ocorrido no Buritis em agosto de 2026 foi confirmado pela Copasa e teve como causa imediata documentada o rompimento de uma adutora na região da Rua Xapuri com a Avenida Barão Homem de Melo, seguido de ajustes operacionais no sistema.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A hipótese apresentada pelo candidato de que investimentos anteriores em expansão da rede poderiam ter reduzido os impactos do rompimento, ou de que outras rotas poderiam ter suprido o bairro, é uma possibilidade técnica levantada por ele. O MBB não encontrou, nas informações públicas consultadas, elementos suficientes para afirmar que essa foi a causa do episódio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>7. Ativismo judicial e impeachment de ministros do STF\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O senhor critica o chamado “ativismo judicial” e defende mudanças nas regras relacionadas ao impeachment de ministros do STF. Qual é, concretamente, o problema que pretende corrigir e como evitar que essas mudanças sejam usadas como instrumento de pressão política sobre o Judiciário?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Esta é, inclusive, uma das minhas propostas de campanha: “Combate ao ativismo judicial que ultrapassa as competências constitucionais”. A independência entre os Poderes é um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito e exige que Executivo, Legislativo e Judiciário exerçam suas funções dentro dos limites estabelecidos pela Constituição. Para combater esse problema, vou propor mecanismos que reforcem a autocontenção dos tribunais e o respeito às competências do Legislativo e do Executivo, especialmente em decisões que envolvam políticas públicas e escolhas orçamentárias. O problema central é a usurpação de competências: o Judiciário deve julgar com base na Constituição, e não legislar ou governar, o que cabe ao Congresso eleito pelo povo. O objetivo é assegurar que cada Poder cumpra sua função constitucional. Com maior respeito à separação de Poderes, o processo democrático ganha previsibilidade, as decisões políticas passam a ser tomadas por quem recebeu mandato popular e a segurança jurídica é fortalecida para todos os cidadãos. Vamos propor regras específicas para Impeachment de ministros do STF (não dá para aceitar distorções jurídicas em desrespeito às próprias leis). É fundamental aperfeiçoar a legislação para estabelecer regras mais claras, objetivas e previsíveis para o processo de impeachment de ministros do STF, definindo critérios para o recebimento das denúncias, prazos para análise, requisitos mínimos de admissibilidade e procedimentos que assegurem contraditório e ampla defesa.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — o impeachment de ministros do STF já existe\u003C\u002Fh3>\u003Cp>A Constituição Federal atribui ao Senado a competência para processar e julgar ministros do Supremo Tribunal Federal por crimes de responsabilidade. A Lei nº 1.079\u002F1950 também estabelece crimes de responsabilidade aplicáveis aos ministros do STF e prevê a possibilidade de denúncia.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Portanto, a proposta apresentada por Bráulio Lara não seria de criar o mecanismo de impeachment de ministros do STF, mas de \u003Cstrong>aperfeiçoar ou detalhar suas regras e procedimentos\u003C\u002Fstrong>, incluindo critérios de admissibilidade, prazos e garantias processuais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O ponto sobre como impedir que novas regras sejam utilizadas como instrumento de pressão política não é respondido de maneira específica na resposta do candidato. Ele menciona critérios objetivos, contraditório, ampla defesa e respeito à separação dos Poderes, mas não apresenta mecanismos concretos de proteção contra eventual uso político do instrumento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>8. Campanha eleitoral e poluição visual\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Moradores já criticaram o volume de material publicitário de suas campanhas, pelo impacto na poluição visual e na geração de resíduos. Independentemente de estar dentro da legislação eleitoral, o senhor considera que sua campanha deveria adotar limites próprios para reduzir esse impacto? O que fará diferente em 2026?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>É normal existir a crítica. Mas temos restrições sobre o que pode ser usado em uma campanha política. Minha campanha não gera resíduo algum de papel nas ruas do Buritis ou de BH. Temos sim materiais gráficos, porém nossa distribuição é direta com o eleitor (mão a mão \u002F porta a porta). Se acontecer geração de resíduos gráficos (santinhos, santões, jornais) nas ruas é coisa pontual e não condiz com nosso modo de fazer política. Quanto às bandeiras, não as considero poluição visual, pois esse sim é nosso material principal para mostrar que sou candidato. Como você mesmo disse na pergunta, elas são legais e têm prazo de validade (final da eleição) e horário para colocação e retirada (6h às 22h). Entendo que algumas pessoas podem não gostar, mas garanto que ao final da eleição elas são retiradas sem prejuízo algum para o cidadão. Inclusive quando chega até a gente que alguma está atrapalhando o trânsito de veículos ou pedestres fazemos questão de remanejá-las, pois gosto de seguir as regras. O Buritis é a minha casa. Sempre quero o melhor para cá. Por isso, inclusive meu comitê de campanha é aqui. Inclusive deixo o convite para quem quiser passar lá, pois fica na esquina da Rua José Rodrigues Pereira com Av. Engenheiro Carlos Goulart, ao lado do My Mall.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — regras para bandeiras e propaganda\u003C\u002Fh3>\u003Cp>A legislação eleitoral permite a utilização de bandeiras e mesas para distribuição de material de campanha em vias públicas, desde que sejam móveis e não dificultem o trânsito de pessoas e veículos. A regulamentação também estabelece horário para colocação e retirada desse tipo de material.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O MBB não tem como verificar de forma independente a afirmação de que a campanha “não gera resíduo algum de papel” nas ruas. Portanto, essa informação permanece como declaração do candidato.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Também é importante observar que a resposta não apresenta um limite voluntário específico além das regras eleitorais. O candidato afirma que pretende seguir a legislação vigente e retirar ou remanejar materiais quando houver prejuízo à circulação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Por que o morador do Buritis deveria votar no senhor?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Por que o morador do Buritis deveria votar no senhor para deputado federal?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O morador do Buritis e região conhece a minha história. Tudo começou aqui mais de dez anos atrás. Fui voluntário e presidente da Associação do Bairro, atuei na linha de frente das nossas batalhas locais e cheguei à Câmara Municipal com a força do nosso bairro e por isso destinei maior parte dos meus recursos para nossa região. Conheço cada rua, cada desafio do trânsito, a infraestrutura e o potencial do Buritis e região. O que conseguimos avançar nos últimos anos só aconteceu pois nossa região passou a ter representação política. O maior bairro de Minas Gerais (quase 50 mil habitantes) agora tem voz. Tem visibilidade. Tem orçamento. Levarei para Brasília a mesma postura do meu mandato: ficha limpa, combate aos privilégios, trabalho técnico e presença “pé no chão”. Votar em mim para Deputado Federal é garantir uma voz forte, de dentro da nossa comunidade, na Câmara dos Deputados. Na vida vamos deixando legados. Legado como pai de família, como empreendedor, como voluntário, como professor, como mandatário. Eu convido a todos a conhecerem meu trabalho e analisar esse histórico de resultados. Tudo o que fiz foi sempre tentando fazer o melhor.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — população do Buritis\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O Buritis é, de fato, o bairro mais populoso de Minas Gerais segundo os dados do Censo 2022. Entretanto, o número registrado pelo levantamento é de \u003Cstrong>42.342 moradores\u003C\u002Fstrong>, e não “quase 50 mil”. A diferença não altera o argumento político apresentado pelo candidato sobre a dimensão do bairro, mas o dado oficial disponível é 42.342 habitantes.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>O que fica da entrevista\u003C\u002Fh2>\u003Cp>As respostas de Bráulio Lara apresentam uma candidatura fortemente baseada na continuidade de sua atuação política no Buritis e na transferência dessa experiência para o Congresso Nacional. Mobilidade urbana, segurança, infraestrutura e destinação de recursos para o bairro aparecem como os principais eixos de sua apresentação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ao mesmo tempo, algumas das propostas apresentadas dependem de etapas que estão além da atuação direta de um deputado federal ou vereador, como execução de obras pela Prefeitura, disponibilidade orçamentária e decisões de outros órgãos públicos. Por isso, a distinção entre \u003Cstrong>proposta, destinação de recursos, projeto, contratação e obra efetivamente executada\u003C\u002Fstrong> continuará sendo relevante no acompanhamento das promessas feitas durante a campanha.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Na esfera nacional, o candidato apresenta uma posição claramente alinhada ao NOVO e a Romeu Zema em temas como responsabilidade fiscal, privatizações, redução do Estado e liberdade econômica. Também defende mudanças na relação entre os Poderes e novas regras para processos contra ministros do STF.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Meu Bairro Buritis seguirá acompanhando as propostas dos candidatos que tenham relação com a região e, sempre que possível, confrontando declarações e promessas com documentos públicos, dados oficiais e informações verificáveis.\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1789305193223-x6dv5x.png","2026-09-13T13:22:29.963+00:00","Braulio Lara, política, entrevista","2026-09-13T13:22:31.370122+00:00","2026-09-14T03:16:17.993+00:00",{"id":4,"rotulo":5},{"id":35,"titulo":36,"subtitulo":37,"slug":38,"conteudo":39,"imagem_destaque_url":40,"imagem_destaque_alt":41,"categoria":15,"autor":16,"status":17,"data_publicacao":42,"seo_meta_titulo":43,"seo_meta_descricao":15,"seo_imagem_og":15,"seo_palavras_chave":15,"criado_em":44,"atualizado_em":45,"categoria_id":4,"subcategoria_guia_id":15,"tipo_conteudo":20,"atualizado_em_editorial":46,"ultima_verificacao":15,"cta_texto":15,"cta_href":15,"categoria_info":47,"subcategoria_info":15},"c93be089-a201-4cf4-a834-621fac0db865","O lado famoso do Buritis: Você conhece as celebridades que moram ou já moraram aqui?","Personalidades que escolheram o Buritis para viver","o-lado-famoso-do-buritis-voce-conhece-as-celebridades-que-moram-ou-ja-moraram-aqui","\u003Cp>De grandes nomes da música e da televisão a jogadores que fizeram história no futebol: conheça personalidades que têm ou já tiveram o Buritis e o Estoril como parte de suas histórias\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quando se fala em celebridades que vivem ou já viveram em Belo Horizonte, alguns bairros costumam aparecer imediatamente. Mas o Buritis e o Estoril também já foram endereço de personalidades que fizeram história na televisão, na música e no esporte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Entre os nomes encontrados estão um dos grandes cantores populares de Minas Gerais, uma apresentadora infantil que marcou gerações, jogadores que fizeram história no futebol mineiro, profissionais conhecidos nacionalmente pela cobertura esportiva e artistas que começaram suas carreiras ainda crianças.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O levantamento foi feito a partir de registros públicos e reportagens, principalmente do \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fjornaldoburitis.com.br\u002F\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jornal do Buritis\u003C\u002Fa>, além do cruzamento com outras fontes.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Alguns continuam morando por aqui. Outros seguiram novos caminhos, mas deixaram sua história ligada à região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E alguns desses nomes talvez surpreendam até mesmo quem mora no bairro há muitos anos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Wando\u003C\u002Fstrong>: o cantor de \"Fogo e Paixão\" que morava no Buritis\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Um dos moradores mais famosos da história do bairro é Wando.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Vanderley Alves dos Reis, conhecido nacionalmente como Wando, foi um dos grandes nomes da música popular brasileira. Mineiro de Cajuri, construiu uma carreira marcada por sucessos como \"Fogo e Paixão\", \"Gosto de Maçã\" e \"Moça\".\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quando morreu, em fevereiro de 2012, aos 66 anos, Wando morava no Buritis, em Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Wando vivia no bairro com sua companheira, Renata Costa Lana, e a filha Maria Sabrina. Anos depois, o \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwww.em.com.br\u002F\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Estado de Minas\u003C\u002Fa> voltou a falar sobre a relação da família com o Buritis em uma reportagem sobre Maria Sabrina, que continuava morando no bairro e guardava lembranças da infância ao lado do pai.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A ligação de Wando com a região também permanece através do Bloco Beiço do Wando, criado em sua homenagem e que participa de eventos no Buritis e no Estoril.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Tia Dulce\u003C\u002Fstrong>: a apresentadora infantil que marcou gerações\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Muito antes de a televisão brasileira ser dominada por grandes apresentadoras infantis, Minas Gerais já tinha uma verdadeira celebridade entre as crianças.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Dulce Rosa Melo, a Tia Dulce, comandou o \"Clubinho da Tia Dulce\", programa infantil que foi ao ar entre 1979 e 1989, inicialmente pela TV Itacolomi e posteriormente pela TV Alterosa.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O programa se tornou um dos maiores sucessos da televisão mineira e marcou toda uma geração. A atração chegou a reunir cerca de 45 mil pessoas em um evento realizado no Mineirinho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Tia Dulce também tem uma curiosa ligação com uma das maiores apresentadoras da televisão brasileira. Ela conheceu Maria da Graça Meneghel antes de sua transformação em Xuxa e conversou com a futura apresentadora sobre seu desejo de trabalhar com crianças.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E a ligação com o Buritis é bastante concreta: quando foi entrevistada pelo Jornal do Buritis, em 2019, Tia Dulce já morava no bairro havia aproximadamente dez anos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A história do Clubinho também ganhou um capítulo especial no bairro porque Gláucia Valle, que interpretou a segunda versão da personagem Pituchinha, também se tornou moradora do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Pedro Miranda\u003C\u002Fstrong>: do Buritis para a televisão e os palcos\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Buritis também foi o ponto de partida para a carreira de Pedro Miranda.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ator, cantor e dublador, Pedro nasceu e passou a infância no bairro. Antes de aparecer no The Voice Kids, ele já havia construído uma carreira como ator e participado da novela infantil \"Carinha de Anjo\", do SBT.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em 2019, participou do The Voice Kids e chegou à semifinal da competição. Sua participação provocou uma grande mobilização entre os moradores do Buritis, que fizeram campanha nas redes sociais para apoiar o jovem cantor.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em entrevista ao Jornal do Buritis, Pedro contou que nasceu e morou no bairro durante toda a infância e que sua família viveu em diferentes pontos da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A carreira artística continuou depois do The Voice Kids. Pedro também participou de produções audiovisuais e realizou trabalhos de dublagem.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Sua história é particularmente simbólica para o bairro: um garoto que cresceu no Buritis, começou sua trajetória artística ainda criança e acabou chegando à televisão nacional.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Ruy Cabeção\u003C\u002Fstrong>: um dos mais antigos moradores famosos do bairro\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Entre os jogadores de futebol, poucos têm uma relação tão longa com o Buritis quanto Ruy Cabeção.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O ex-jogador teve passagens por América-MG, Cruzeiro, Grêmio, Botafogo, Fluminense e outros clubes importantes do futebol brasileiro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ruy chegou ao Buritis em 2001, quando se transferiu do América para o Cruzeiro. Segundo entrevista concedida ao Jornal do Buritis, procurava um lugar tranquilo para viver com a família e acabou criando uma relação duradoura com o bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ao longo dos anos, morou em diferentes pontos da região e passou a ser conhecido como um verdadeiro \"buritizeiro de carteirinha\".\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Depois de encerrar a carreira profissional, Ruy se formou em Direito e foi aprovado no exame da OAB-MG.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Instagram: @ruycabecao\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Isac Santos\u003C\u002Fstrong>: um gigante do vôlei no Buritis\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Buritis também já foi endereço de um atleta de nível internacional.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Isac Santos, central de 2,08 metros, construiu uma carreira de destaque no vôlei brasileiro e integrou a Seleção Brasileira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em reportagem publicada pelo Jornal do Buritis, o jogador foi apresentado como um \"ilustre morador\" do bairro. A matéria conta que Isac inicialmente morava no Barro Preto e posteriormente escolheu o Buritis para viver.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além da carreira na Seleção Brasileira, Isac teve uma longa passagem pelo Sada Cruzeiro e conquistou importantes títulos no voleibol.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Leandro Guerreiro\u003C\u002Fstrong>: o autor de um dos gols do histórico 6 a 1\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Outro grande nome do futebol que teve o Buritis como endereço é Leandro Guerreiro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O ex-volante teve passagens pelo Internacional, Guarani, futebol italiano, Botafogo, Cruzeiro e América-MG.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para os torcedores do Cruzeiro, seu nome ficou eternamente ligado ao histórico 6 a 1 sobre o Atlético-MG, em 2011. Leandro marcou o segundo gol da partida que livrou o Cruzeiro do rebaixamento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Jornal do Buritis publicou uma reportagem específica sobre sua vida no bairro. Depois de encerrar a carreira como jogador, Leandro também passou a trabalhar na formação de jovens atletas e criou um projeto de personal soccer. As aulas são realizadas no complexo W11, no Estoril.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Instagram: @leandrolguerreiro\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Léo Figueiredo\u003C\u002Fstrong>: uma voz conhecida do esporte mineiro\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Buritis também é associado a profissionais que fizeram carreira contando histórias do futebol.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Léo Figueiredo é jornalista, empresário e comentarista esportivo, conhecido especialmente por sua atuação na Rádio Itatiaia.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Sua relação com o bairro começou em 2014, quando passou a morar na região. Ao longo dos anos, sua ligação com o Buritis se consolidou, e ele passou a ser uma presença bastante conhecida entre os moradores.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Instagram: @leofigueiredomg\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>## Alê Oliveira: do esporte nacional para o Buritis\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Outro nome conhecido nacionalmente no meio esportivo é Alê Oliveira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ex-jogador de futsal e comentarista esportivo, Alê passou por veículos como Esporte Interativo, ESPN e TNT Sports e também construiu uma grande audiência nas redes sociais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ele escolheu o Buritis como endereço e passou a fazer parte da comunidade de personalidades ligadas ao bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Instagram: @aleoliveira\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>E até um astro de Hollywood já passou pelo Buritis\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A lista de celebridades relacionadas à região ganha um capítulo internacional com a passagem de Matthew McConaughey por Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O vencedor do Oscar e protagonista de filmes como \"Clube de Compras Dallas\" esteve no Buritis em dezembro de 2016 durante uma passagem por Belo Horizonte e foi fotografado fazendo exercícios em um parque do bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>É importante deixar claro que McConaughey não foi morador do Buritis. Sua presença na região aconteceu durante uma visita a Belo Horizonte acompanhando sua esposa, a modelo brasileira Camila Alves.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Camila nasceu em Minas Gerais e cresceu em Belo Horizonte. A família da modelo tinha ligação com a capital mineira e, durante essa passagem por Minas, o astro americano acabou sendo visto no Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Portanto, Matthew McConaughey não entra na lista de moradores. Ele fica aqui como uma curiosidade especial: um dos maiores astros de Hollywood já esteve no Buritis durante uma visita relacionada à família de sua esposa brasileira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma lista que mostra um lado pouco conhecido do Buritis\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>As histórias são diferentes, mas todas ajudam a revelar uma característica interessante da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Buritis já foi casa de artistas que marcaram gerações, como Wando e Tia Dulce; serviu de ponto de partida para jovens talentos como Pedro Miranda; e recebeu atletas que fizeram história no futebol e no vôlei, como Ruy Cabeção, Isac Santos e Leandro Guerreiro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Também se tornou endereço de profissionais conhecidos nacionalmente pela comunicação esportiva, como Léo Figueiredo e Alê Oliveira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E talvez essa seja uma das curiosidades mais interessantes: muitas dessas pessoas não escolheram o Buritis apenas por uma questão profissional. Algumas chegaram ao bairro procurando tranquilidade, estrutura, qualidade de vida e um lugar para construir suas famílias.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por isso, quando você encontrar uma celebridade caminhando pelas ruas do Buritis, talvez ela não esteja apenas de passagem.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Pode ser mais uma personalidade fazendo parte da história do nosso bairro.\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1787332636363-15c6t0.png","Colagem de fotos de personalidades e celebridades","2026-08-21T17:18:43.279+00:00","O lado famoso do Buritis: celebridades que moraram aqui","2026-08-21T17:18:44.394775+00:00","2026-08-21T17:22:23.142+00:00","2026-08-26T15:19:57.611+00:00",{"id":4,"rotulo":5},{"id":49,"titulo":50,"subtitulo":51,"slug":52,"conteudo":53,"imagem_destaque_url":54,"imagem_destaque_alt":55,"categoria":15,"autor":16,"status":17,"data_publicacao":56,"seo_meta_titulo":57,"seo_meta_descricao":15,"seo_imagem_og":15,"seo_palavras_chave":58,"criado_em":59,"atualizado_em":60,"categoria_id":4,"subcategoria_guia_id":15,"tipo_conteudo":20,"atualizado_em_editorial":46,"ultima_verificacao":15,"cta_texto":15,"cta_href":15,"categoria_info":61,"subcategoria_info":15},"06b94fcb-e131-4833-a84d-b900d105c9a7","Buritis ou Estoril? A fronteira que confunde até quem mora aqui há 20 anos","Afinal, onde termina o Buritis e onde começa o Estoril?","buritis-ou-estoril-a-fronteira-que-confunde-ate-quem-mora-aqui-ha-20-anos","\u003Cp>Se você já discutiu com um vizinho sobre em qual bairro vocês realmente moram, pode ficar tranquilo: você não está sozinho. Poucos pares de bairros em Belo Horizonte se confundem tanto quanto Buritis e Estoril. Compartilham ruas, comércio, estilo de vida e até história — e é exatamente por isso que a linha que separa um do outro quase sempre passa despercebida.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A dúvida é tão comum que virou até piada entre moradores antigos: tem gente que mora no Estoril há vinte anos jurando de pé junto que mora no Buritis. E o contrário também acontece. Mas a fronteira existe, sim — e tem um caminho bem definido.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Dois bairros, uma só vizinhança\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Buritis nasceu em novembro de 1976, quando a antiga Fazenda dos Tebaidas — pertencente ao químico Aggêo Pio Sobrinho — foi finalmente loteada. Antes disso, aquela imensa propriedade já tinha dado origem ao bairro Palmeiras, nas décadas de 1950 e 1960, e fazia divisa com Olhos D'Água, Barreiro, Milionários, Cidade Industrial e Estrela D'Alva.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Estoril seguiu um caminho parecido, mas com outra origem: nasceu da junção entre parte da antiga Fazenda do Cercadinho e o extinto Bairro das Mansões. Sua primeira fase de ocupação, ainda nos anos 1980, ficou concentrada entre as avenidas Raja Gabaglia e Barão Homem de Melo, com casas de padrão alto. A segunda fase, já mais verticalizada e comercial, se desenvolveu justamente na direção da Avenida Professor Mário Werneck — exatamente a área que hoje encosta no Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ou seja: os dois bairros não só nasceram perto um do outro, como cresceram um em direção ao outro. Não é à toa que a sensação, para quem vive por aqui, é de bairro único.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quem mais mora ao redor\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nenhum bairro vive isolado, e tanto o Buritis quanto o Estoril têm outros vizinhos além um do outro:\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Buritis faz fronteira com Palmeiras, Estrela D'Alva e Olhos D'Água, além do próprio Estoril.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Estoril é ainda mais cercado: divide limites com Alto\u002FNova Barroca, Estrela D'Alva e Jardim América (todos na Região Oeste), e também com Santa Lúcia e São Bento, já na Região Centro-Sul — o que explica por que o Estoril costuma ser descrito como uma espécie de \"ponte\" entre a Regional Oeste e a Regional Centro-Sul da cidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A divisa entre Estoril e Jardim América, aliás, também tem endereço certo: a Rua Teófilo Filho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por que isso importa (e por que não importa tanto assim)\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>No fim das contas, saber exatamente de que lado da rua você está pode não mudar muito o seu dia a dia — o comércio é compartilhado, os vizinhos se conhecem, os bares e restaurantes atendem todo mundo igual. Mas entender essa fronteira ajuda a explicar um pedaço da história da nossa região: dois bairros que cresceram lado a lado, se completaram e, hoje, formam uma das áreas mais desejadas de Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Então da próxima vez que alguém perguntar \"você mora no Buritis ou no Estoril?\", você já pode responder com precisão de GPS — ou simplesmente sorrir e dizer que, na prática, isso aqui é tudo a mesma vizinhança.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fontes: histórico de ocupação e divisas descritas em registros da comunidade local e da \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fprefeitura.pbh.gov.br\u002F\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Prefeitura de Belo Horizonte\u003C\u002Fa> (Regional Oeste); mapa de bairros consolidado pela Lei Municipal nº 11.490\u002F2023.\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1786563360284-525igj.png","Mapa ilustrado mostrando os limites dos bairros Buritis e Estoril","2026-08-12T19:36:13.452+00:00","Buritis ou Estoril? A fronteira que confunde moradores","estoril","2026-08-12T19:36:13.993975+00:00","2026-08-13T14:01:02.371+00:00",{"id":4,"rotulo":5},{"id":63,"titulo":64,"subtitulo":65,"slug":66,"conteudo":67,"imagem_destaque_url":68,"imagem_destaque_alt":69,"categoria":15,"autor":16,"status":17,"data_publicacao":70,"seo_meta_titulo":71,"seo_meta_descricao":15,"seo_imagem_og":15,"seo_palavras_chave":72,"criado_em":73,"atualizado_em":73,"categoria_id":4,"subcategoria_guia_id":15,"tipo_conteudo":74,"atualizado_em_editorial":15,"ultima_verificacao":15,"cta_texto":15,"cta_href":15,"categoria_info":75,"subcategoria_info":15},"17c438c3-46d3-4ddf-82bf-8f9dd7c9771d","O cinema acabou, a saudade ficou  e os preços subiram. Ir ao cinema em BH está cada vez mais caro.","A saudade do cinema do Paragem — e o preço de ir ao cinema em Belo Horizonte","o-cinema-acabou-a-saudade-ficou-e-os-precos-subiram-ir-ao-cinema-em-bh-esta-cada-vez-mais-caro","\u003Cp>Quem mora no Buritis há alguns anos provavelmente guarda alguma lembrança do antigo cinema do Shopping Paragem. Para muita gente, bastava descer de casa, atravessar algumas ruas e chegar ao shopping para assistir a uma estreia. Não era necessário pegar a BR-356, enfrentar trânsito, procurar uma vaga em um grande centro comercial ou pensar no preço do estacionamento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Hoje, essa realidade faz parte da memória do bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O cinema do Paragem funcionou durante cerca de 17 anos. Inaugurado em 2005, junto com o próprio shopping, o complexo ocupava o segundo piso e tinha cinco salas. Ao longo dos anos, passou por diferentes administradoras e, a partir de 2012, passou a ser operado pela Cineart.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A pandemia de Covid-19 mudou essa história.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os cinemas de Belo Horizonte ficaram entre os estabelecimentos mais afetados pelas restrições sanitárias. O Cine Paragem chegou a retomar as atividades em novembro de 2020, seguindo protocolos como redução da capacidade e medidas para diminuir o contato entre funcionários e clientes. Mas a retomada do público não foi suficiente para garantir a continuidade da operação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em 2022, o cinema encerrou definitivamente as atividades no Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Pouco tempo depois, o espaço das antigas salas ganhou uma nova função. Em maio daquele ano foi inaugurado o boliche do Paragem, que atualmente ocupa a área onde funcionavam as cinco salas de cinema.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O novo empreendimento trouxe outra opção de lazer para o bairro, mas não apagou a memória de quem frequentava o cinema.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E talvez a saudade tenha ficado ainda maior porque, atualmente, assistir a um filme em Belo Horizonte normalmente significa ir a um shopping.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Um levantamento recente da programação da cidade mostra uma concentração muito grande dos cinemas comerciais dentro de centros de compras. Entre os complexos atualmente em operação estão Cinemark BH Shopping, Cinemark Pátio Savassi, Cinemark Diamond Mall, Cineart Boulevard, Cineart Cidade, Cineart Del Rey, Cineart Minas Shopping, Cineart Ponteio, Cineart Via Shopping e Cinépolis Estação BH. 3\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Existem alternativas fora desse modelo, principalmente ligadas à programação cultural. O Una Cine Belas Artes, em Lourdes, é reconhecido oficialmente como o único cinema de rua da cidade e mantém uma programação voltada principalmente para filmes independentes e de arte. A cidade também conta com espaços como o Cine Santa Tereza e o Cine Humberto Mauro, que possuem uma proposta diferente dos grandes multiplexes comerciais. 4\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para o morador do Buritis, os cinemas mais próximos continuam concentrados justamente na região da BR-356. O Cinemark do BH Shopping é o maior cinema da cidade, com dez salas, enquanto o Cineart Ponteio fica praticamente no mesmo corredor. 5\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ou seja: opções de cinema não faltam. O que mudou foi a experiência.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E é aí que entra uma reclamação que tem aparecido cada vez mais entre os consumidores: o custo total de uma ida ao cinema.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nas últimas semanas, uma publicação no Threads chamou atenção justamente por esse motivo. Uma moradora de Belo Horizonte contou que foi ao BH Shopping assistir a um filme de três horas e pagou R$ 74 de estacionamento. A postagem gerou uma série de respostas de pessoas relatando experiências semelhantes.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em uma das respostas, um usuário afirmou ter pago R$ 92. Outro contou que teve uma experiência parecida no Pátio Savassi. Também apareceram comentários de pessoas dizendo que passaram a evitar determinados cinemas por causa dos preços e até de quem prefere utilizar outras formas de transporte para não pagar estacionamento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A reclamação não surgiu do nada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em maio deste ano, os estacionamentos do BH Shopping, DiamondMall e Pátio Savassi, todos administrados pela Multiplan, tiveram reajustes significativos. O valor de R$ 23 passou a contemplar uma permanência de até três horas, e depois disso começou a cobrança adicional por fração de tempo. Para quatro horas, por exemplo, o valor podia chegar a R$ 46. 6\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em julho, outro caso ganhou grande repercussão: um consumidor publicou um comprovante mostrando o pagamento de R$ 92 para deixar o carro no BH Shopping durante 5 horas e 49 minutos. A publicação ultrapassou 46 mil curtidas e teve quase 3,5 mil comentários, muitos deles com críticas ao valor cobrado. 7\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O problema é que uma sessão de cinema naturalmente exige uma permanência maior no shopping. Um filme de duas ou três horas pode facilmente fazer o consumidor ultrapassar a faixa inicial do estacionamento. Se houver jantar, lanche, compras ou outra atividade antes ou depois da sessão, a conta aumenta ainda mais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>É por isso que a discussão deixou de ser apenas sobre o preço do ingresso.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para uma pessoa que vai ao cinema de carro, o custo pode envolver combustível, estacionamento, ingresso e alimentação. Para uma família, o valor final pode se tornar considerável.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E esse cenário ajuda a explicar por que algumas pessoas olham para o passado com nostalgia.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>No antigo Cine Paragem, o morador do Buritis tinha um cinema dentro do próprio bairro. Não precisava transformar uma sessão de filme em uma pequena operação logística. Não havia a necessidade de atravessar a cidade ou escolher entre pagar um estacionamento caro e procurar uma alternativa para deixar o carro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Era simplesmente “vamos ao cinema”.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Hoje, o Buritis continua próximo de algumas das melhores salas de Belo Horizonte. Há opções de diferentes redes, salas premium, IMAX e cinemas com propostas culturais distintas. O problema, para parte do público, é que a experiência de assistir a um filme passou a vir acompanhada de uma série de custos e decisões que antes pareciam secundários.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E talvez seja justamente isso que explique a nostalgia pelo cinema do Paragem.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Não é apenas saudade das cinco salas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>É saudade de quando ir ao cinema parecia um programa mais simples.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para quem viveu aquela época, fica a lembrança: quantas sessões foram assistidas naquele segundo andar do Paragem? Qual foi o primeiro filme que você viu ali? E se o cinema voltasse ao bairro, você frequentaria?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A pergunta fica para os moradores do Buritis.\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1786391710749-2ffrr8.png","Bilheteria de cinema com cartazes de filmes em exibição","2026-08-10T19:55:27.07+00:00","Ir ao cinema em BH está cada vez mais caro","cinema","2026-08-10T19:55:27.649537+00:00","opiniao",{"id":4,"rotulo":5},1789606786019]