[{"data":1,"prerenderedAt":68},["ShallowReactive",2],{"noticia-ela-dormiu-uma-semana-na-rodoviaria-de-bh-hoje-aos-67-anos-continua-cuidando-de-pessoas":3,"noticias-relacionadas-1d80d82e-81c1-4b25-b7db-596ae055a6ac":20},{"id":4,"titulo":5,"subtitulo":6,"slug":7,"conteudo":8,"imagem_destaque_url":9,"imagem_destaque_alt":10,"categoria":10,"autor":11,"status":12,"data_publicacao":13,"seo_meta_titulo":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_imagem_og":10,"seo_palavras_chave":10,"criado_em":14,"atualizado_em":15,"categoria_id":16,"subcategoria_guia_id":10,"tipo_conteudo":17,"atualizado_em_editorial":10,"ultima_verificacao":10,"cta_texto":10,"cta_href":10,"categoria_info":18,"subcategoria_info":10},"1d80d82e-81c1-4b25-b7db-596ae055a6ac","Ela dormiu uma semana na rodoviária de BH. Hoje, aos 67 anos, continua cuidando de pessoas","Aos 20 anos, Rosemeire Martins chegou a Belo Horizonte sem dinheiro e sem onde morar. Conheça sua trajetória até o Buritis e sua atuação comunitária.","ela-dormiu-uma-semana-na-rodoviaria-de-bh-hoje-aos-67-anos-continua-cuidando-de-pessoas","\u003Cp>\n  \n    \u003C\u002Fp>\u003Ch1>Da rodoviária ao Buritis: a história de Rosemeire Martins, uma mulher que escolheu cuidar de pessoas\u003C\u002Fh1>\u003Cp>\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Aos 20 anos, ela deixou São Paulo sem dinheiro e sem ter onde morar. Passou uma semana dormindo na rodoviária de Belo Horizonte até conseguir trabalho. Décadas depois, aposentada, continua estudando, trabalhando e dedicando parte da vida à comunidade.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n  \n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Algumas histórias começam com um plano. A de Rosemeire Martins começou com uma necessidade: sair de casa e reconstruir a própria vida.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Nascida na capital paulista, Rosemeire perdeu o pai quando tinha apenas cinco anos e foi morar com os avós. Aos 20, decidiu deixar São Paulo por causa dos abusos que, segundo ela, sofria do avô.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Ela veio para Belo Horizonte inicialmente a passeio. Não tinha emprego, dinheiro ou sequer um lugar onde ficar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>O começo foi difícil. Rosemeire conta que passou uma semana dormindo nos bancos da rodoviária de Belo Horizonte, até conseguir um pequeno quarto e encontrar trabalho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Foi ali que começou uma nova vida.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Depois de conseguir onde morar e trabalhar, voltou a estudar. Passou alguns meses naquele primeiro quarto e, posteriormente, foi morar no Conjunto JK, na região da Rua dos Timbiras, onde viveu durante 12 anos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Em Belo Horizonte, construiu também sua trajetória profissional. Formou-se em Secretariado e Contabilidade e trabalhou durante cerca de 40 anos com carteira assinada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Ao longo da vida, também se formou como corretora de imóveis. Hoje, aos 67 anos, está aposentada, mas não parou.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Atualmente, cursa Serviço Social e pretende concluir a graduação no próximo ano. Continua trabalhando e mantendo uma rotina de participação e voluntariado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Ch2>Quatro dias que ela nunca esqueceu\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Entre tantas experiências vividas ao longo dos anos, uma das mais marcantes aconteceu em Brumadinho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Após o rompimento da barragem da Vale, Rosemeire passou quatro dias no local como voluntária, ajudando pessoas e animais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Foi uma experiência que a marcou profundamente. Ela conta que viu pessoas na lama e animais mortos. Também conseguiu ajudar alguns animais durante aqueles dias.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>“Foram dias que nunca mais irei esquecer”, resume.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>A experiência ajuda a entender uma característica que atravessa sua trajetória: a disposição de estar presente quando outras pessoas precisam de ajuda.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Ch2>Uma nova história no Buritis\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Rosemeire vive no Buritis há mais de 30 anos. E foi no bairro que sua atuação comunitária ganhou uma nova dimensão.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Durante mais de 11 anos, participou da gestão da Associação do Bairro Buritis, onde chegou à vice-presidência. A experiência aproximou ainda mais Rosemeire dos problemas, demandas e necessidades dos moradores.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Para ela, cuidar de uma comunidade significa estar perto, ouvir as pessoas e procurar caminhos para que suas demandas sejam encaminhadas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Essa experiência acabou dando origem ao Fala Morador BH, canal idealizado por Rosemeire para ouvir moradores, conectar demandas e buscar soluções junto aos órgãos responsáveis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>O projeto representa uma continuação de algo que já fazia parte de sua trajetória: transformar a disposição de ajudar em ação concreta.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Além do Fala Morador, Rosemeire participa de diferentes espaços de participação social e representação comunitária. Entre eles estão o Conselho Regional de Transportes e Trânsito (CRTT), o Comforça, ligado ao Orçamento Participativo da Prefeitura de Belo Horizonte, e o ConsepBH, relacionado à segurança pública.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Ela também participa do grupo MOVSEGBH e mantém atuação ligada à comunicação e às pautas da cidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Ch2>Uma vida que ainda está sendo construída\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Talvez um dos aspectos mais marcantes da trajetória de Rosemeire seja que, aos 67 anos, sua história ainda esteja longe de parecer encerrada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>A mulher que aos 20 anos chegou a Belo Horizonte sem dinheiro, sem trabalho e sem um lugar para morar tornou-se profissional, construiu relações duradouras, trabalhou durante quatro décadas, aposentou-se e decidiu voltar à sala de aula para estudar Serviço Social.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Continua trabalhando. Continua atuando. Continua criando projetos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Ela também conta que ajudou na construção do Colégio Adventista Buritis, experiência pela qual posteriormente foi homenageada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Hoje, Rosemeire se define como uma “voluntária da vida”. A expressão resume uma trajetória que começou muito longe do Buritis e que, há mais de três décadas, encontrou no bairro um lugar para construir uma nova etapa de sua história.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Sua caminhada passou por perdas, dificuldades, recomeços, trabalho, estudo e experiências que deixaram marcas profundas. Mas também passou pela escolha de continuar fazendo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Da jovem que chegou a Belo Horizonte sem saber onde dormir à mulher que hoje dedica parte de sua vida a ouvir outras pessoas, existe uma linha que atravessa toda essa história: a decisão de não ficar indiferente diante daquilo que acontece ao seu redor.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Rosemeire Martins chegou a Belo Horizonte procurando uma maneira de reconstruir a própria vida.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Mais de quatro décadas depois, continua construindo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>E, no caminho, encontrou uma forma de fazer com que a própria trajetória também servisse para cuidar de outras pessoas.\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1790204302683-d5kff1.png",null,"Meu Bairro Buritis","publicado","2026-09-26T11:46:38.811+00:00","2026-09-23T22:59:53.306819+00:00","2026-09-26T11:46:38.813+00:00","pessoas-comunidade","reportagem",{"id":16,"rotulo":19},"Pessoas e Comunidade",[21,31,43,56],{"id":22,"slug":23,"autor":11,"status":12,"titulo":24,"conteudo":25,"cta_href":10,"categoria":10,"criado_em":26,"cta_texto":10,"subtitulo":27,"categoria_id":16,"atualizado_em":26,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":17,"categoria_info":28,"data_publicacao":29,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":10,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":10,"imagem_destaque_url":30,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"4e53637d-3ef1-48e6-8f70-46ac23fb3edd","a-menina-que-caminhava-7-km-para-estudar-e-hoje-ajuda-outras-mulheres-a-se-colocarem-em-primeiro-lugar","A menina que caminhava 7 km para estudar e hoje ajuda outras mulheres a se colocarem em primeiro lugar","\u003Cp>\n\n  \n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>GENTE DO BURITIS\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Ch1>Ela caminhava 7 km para estudar. Aos 16 anos, deixou sua cidade para construir um futuro em Belo Horizonte\u003C\u002Fh1>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      De uma família humilde, Mirian Maria passou por diferentes trabalhos, conseguiu cursar Educação Física com bolsa e FIES e hoje é personal trainer e empreendedora no Buritis.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n  \n\n  \n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Antes de se tornar personal trainer, empreendedora e profissional dedicada a ajudar outras pessoas por meio da atividade física, Mirian Maria precisou aprender muito cedo a construir o próprio caminho.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Em 2008, aos apenas 16 anos, ela deixou sua cidade, sua família e os amigos para trás e veio para Belo Horizonte.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      A mudança aconteceu em busca de oportunidades que sua família, de origem humilde, não tinha condições de lhe oferecer.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Antes mesmo de chegar à capital, Mirian já conhecia o esforço necessário para continuar estudando. Para frequentar a escola, caminhava cerca de sete quilômetros por dia.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Em Belo Horizonte, os primeiros anos também foram marcados pelo trabalho.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Seus primeiros empregos foram como empregada doméstica e babá. Depois, vieram outros trabalhos e diferentes formas de conseguir renda. Mirian enfrentou períodos de desemprego, vendeu bombons na escola, trabalhou como vendedora, em call center e até como modelo fotográfica.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Não havia um caminho pronto.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Havia a vontade de construir uma vida melhor.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Ch2>Um sonho que continuou no caminho\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Em meio a todas essas mudanças, Mirian mantinha um sonho: cursar Educação Física.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Ela conseguiu uma bolsa de 50% para fazer a faculdade e financiou o restante por meio do FIES.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Em 2015, veio a formatura.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      A partir dali, Mirian passou a viver da profissão que havia escolhido.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Mas, com o tempo, percebeu que a Educação Física representava para ela algo maior do que uma profissão.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      “Usar o exercício físico para transformar a vida das pessoas” tornou-se aquilo que ela define como seu propósito.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Hoje, Mirian trabalha com homens e mulheres, mas tem uma atenção especial ao público feminino. Seu trabalho busca incentivar as mulheres a cuidarem do corpo e da saúde, mas também a perceberem que elas próprias podem ocupar um lugar de prioridade em suas vidas.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Ch2>Do propósito ao empreendedorismo\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      A trajetória profissional de Mirian também ganhou uma nova frente.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Há quase três anos, ela criou a \u003Cstrong>Origem Infinity\u003C\u002Fstrong>, uma marca de moda fitness que atualmente está no Buritis.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Assim, duas partes importantes de sua vida profissional passaram a caminhar juntas: a Educação Física, que ela considera seu propósito, e o empreendedorismo, que nasceu do mesmo universo pelo qual desenvolveu paixão ao longo dos anos.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      E o Buritis passou a fazer parte dessa história.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Foi no bairro que Mirian também construiu parte importante de sua trajetória profissional e onde hoje desenvolve seu trabalho.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Ch2>Uma história que também ganhou espaço nas ruas do bairro\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Uma das iniciativas desenvolvidas por Mirian no Buritis é um grupo gratuito de treinamento para mulheres, realizado na pista da Rua Henrique Badaró Portugal.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      A proposta reúne moradoras para praticar exercícios, cuidar da saúde e criar uma rotina de atividade física em conjunto.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      O projeto ganhou espaço entre as mulheres da região e também foi registrado pelo \u003Cem>Jornal do Buritis\u003C\u002Fem>.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Mas a iniciativa é apenas uma parte da trajetória de Mirian.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      O que chama atenção em sua história é o caminho percorrido até chegar ao momento atual.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      A menina que caminhava sete quilômetros para conseguir estudar tornou-se a profissional que hoje incentiva outras mulheres a cuidarem de si mesmas.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      A jovem que chegou a Belo Horizonte aos 16 anos passou por diferentes empregos, enfrentou períodos de desemprego, encontrou maneiras de continuar estudando e conseguiu transformar um sonho antigo em profissão.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      E, depois de construir seu espaço profissional, passou também a usar aquilo que aprendeu para ajudar outras pessoas.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Ch2>De onde veio e onde chegou\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      A história de Mirian começou longe de Belo Horizonte.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Mas foi aqui que ela construiu grande parte da mulher e da profissional que é hoje.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Sua trajetória não foi feita de um único grande momento de mudança. Foi construída aos poucos: um trabalho de cada vez, uma oportunidade de cada vez e uma etapa de cada vez.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Hoje, quando trabalha com Educação Física, administra sua marca no Buritis ou reúne mulheres para treinar em um espaço público do bairro, existe uma história muito maior por trás dessas atividades.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Existe a menina de 16 anos que deixou sua cidade.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      A jovem que precisou trabalhar para seguir em frente.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      A estudante que encontrou uma maneira de cursar a faculdade.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      E a profissional que transformou um sonho em profissão e a profissão em propósito.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      É justamente esse tipo de trajetória que o \u003Cstrong>Meu Bairro Buritis\u003C\u002Fstrong> quer contar.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Porque, muitas vezes, as pessoas que encontramos diariamente pelas ruas do bairro carregam histórias que seus próprios vizinhos ainda não conhecem.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Mirian Maria é uma dessas pessoas.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      Uma história que começou longe, foi construída em Belo Horizonte e hoje também faz parte da história do Buritis.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \n\n  \n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n      \u003Cstrong>GENTE DO BURITIS\u003C\u002Fstrong>\u003Cbr>\n      Pessoas que vivem aqui. Histórias que merecem ser conhecidas.\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\n  \n\n\u003C\u002Fp>","2026-09-23T20:39:32.2557+00:00","De empregada doméstica a personal trainer: a trajetória de uma moradora que construiu o próprio caminho",{"id":16,"rotulo":19},"2026-09-23T20:39:30.953+00:00","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1790195865206-kvtkbk.png",{"id":32,"slug":33,"autor":11,"status":12,"titulo":34,"conteudo":35,"cta_href":10,"categoria":10,"criado_em":36,"cta_texto":10,"subtitulo":37,"categoria_id":38,"atualizado_em":36,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":17,"categoria_info":39,"data_publicacao":41,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":10,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":10,"imagem_destaque_url":42,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"598fd355-dd88-45d9-9ef1-fe846d4e8f3f","buritis-esta-entre-os-bairros-que-mais-tem-iptu-lancado-em-bh-e-qual-e-o-retorno","Buritis está entre os bairros que mais têm IPTU lançado em BH — e qual é o retorno?","\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch1>Buritis está entre os bairros que mais têm IPTU lançado em Belo Horizonte — mas e o retorno para os moradores?\u003C\u002Fh1>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>O bairro aparece em 5º lugar no ranking da Prefeitura, com mais de R$ 75,8 milhões lançados em 2025; dados levantam uma pergunta sobre a qualidade dos serviços públicos oferecidos à população\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Buritis está entre os bairros de Belo Horizonte com maior volume de IPTU lançado pela Prefeitura.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Dados oficiais da Secretaria Municipal de Fazenda mostram que o bairro ocupou a \u003Cstrong>5ª posição no ranking de Belo Horizonte em 2025\u003C\u002Fstrong>, com \u003Cstrong>R$ 75.822.256,07\u003C\u002Fstrong> em IPTU e taxas lançados.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O levantamento coloca o Buritis atrás apenas de Savassi, Lourdes, Centro e Belvedere e à frente de bairros como Santo Agostinho, Santa Efigênia, Serra, Sion e Funcionários.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A informação consta da base \u003Cstrong>IPTU Bairro\u003C\u002Fstrong>, disponibilizada pela Prefeitura de Belo Horizonte no Portal de Dados Abertos. O conjunto apresenta, por bairro, a quantidade de lançamentos e o valor total lançado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>É importante destacar que o indicador corresponde ao \u003Cstrong>valor lançado\u003C\u002Fstrong> de IPTU e taxas cobradas conjuntamente. Portanto, ele não deve ser interpretado diretamente como o valor efetivamente arrecadado pela Prefeitura.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Mais de R$ 75 milhões lançados\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em 2025, foram registrados \u003Cstrong>22.457 lançamentos\u003C\u002Fstrong> relacionados ao Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Dividindo o valor total pelo número de lançamentos, chega-se a uma média aproximada de \u003Cstrong>R$ 3,4 mil por lançamento\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O resultado chama atenção principalmente quando o bairro é comparado com outras regiões tradicionalmente associadas a imóveis de alto valor.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Buritis aparece à frente, por exemplo, de Sion, Serra e Funcionários no ranking de valor total lançado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>E a posição não parece ser circunstancial.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>No arquivo referente a \u003Cstrong>2026\u003C\u002Fstrong>, ainda com o exercício em andamento, o Buritis permanece na \u003Cstrong>5ª colocação\u003C\u002Fstrong>, com aproximadamente \u003Cstrong>R$ 80,5 milhões\u003C\u002Fstrong> registrados na base.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Como 2026 ainda não terminou, esse valor não pode ser tratado como o IPTU anual definitivo do bairro. A comparação, neste momento, serve apenas para mostrar que o Buritis continua entre os primeiros colocados no ranking municipal.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>O que o bairro recebe em troca?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>É justamente aqui que surge uma questão que interessa diretamente aos moradores.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Se o Buritis está entre os bairros com maior volume de IPTU lançado de Belo Horizonte, \u003Cstrong>como esse peso econômico se traduz em serviços públicos e investimentos no bairro?\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A pergunta não significa que todo o dinheiro arrecadado em determinado bairro deva necessariamente ser gasto no mesmo local.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Belo Horizonte possui um orçamento municipal único, e os recursos públicos são destinados de acordo com políticas, prioridades, legislação, contratos, programas e necessidades de toda a cidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mas isso não impede — e talvez torne ainda mais importante — acompanhar \u003Cstrong>quanto a população do Buritis recebe em serviços e investimentos públicos e como isso se compara com outras regiões da cidade.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>E quais são os principais serviços públicos no bairro?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma análise desse tipo precisa considerar muito mais do que grandes obras.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>É necessário olhar para a presença e a qualidade de serviços cotidianos que afetam diretamente a vida dos moradores, como:\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cul>\u003Cli>\u003Cp>manutenção e pavimentação das ruas;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>drenagem urbana;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>limpeza urbana;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>coleta de resíduos;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>iluminação pública;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>conservação de praças e áreas verdes;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>fiscalização de trânsito;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>transporte coletivo;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>equipamentos de saúde;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>escolas e equipamentos de educação;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>segurança e ações da Guarda Municipal;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>manutenção de calçadas e espaços públicos;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>obras de infraestrutura;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>atendimento das demandas registradas pela população.\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003C\u002Ful>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A Prefeitura mantém bases públicas que permitem acompanhar diversos desses serviços territorialmente. Isso abre espaço para uma análise mais ampla sobre a presença do poder público no bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>IPTU alto significa necessariamente mais serviços?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Não necessariamente.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Essa é uma distinção importante.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O IPTU é um imposto municipal e, como os demais impostos, integra o orçamento público. Não existe uma regra segundo a qual o valor pago pelos imóveis de determinado bairro tenha de retornar integralmente para aquele mesmo bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por isso, seria incorreto afirmar simplesmente que “o Buritis paga R$ 75 milhões e deveria receber R$ 75 milhões em serviços”.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A questão mais adequada é outra:\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>O volume de recursos associados ao Buritis é compatível com a infraestrutura, os equipamentos e os serviços públicos que o bairro recebe?\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Essa é uma pergunta que pode ser respondida com dados.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>O ranking mostra o peso do Buritis em Belo Horizonte\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A 5ª colocação do Buritis é significativa porque demonstra o peso do bairro dentro da estrutura imobiliária e tributária da capital.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O bairro não aparece apenas entre os primeiros colocados: ele está muito próximo do grupo que lidera o ranking.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em 2025, a diferença entre o Buritis e o Belvedere, 4º colocado, foi de aproximadamente \u003Cstrong>R$ 5,2 milhões\u003C\u002Fstrong> em valor lançado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Já a distância para o Santo Agostinho, que aparece em 6º, foi de aproximadamente \u003Cstrong>R$ 6 milhões\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>No arquivo de 2026, essa distância para o Belvedere diminuiu, enquanto a vantagem sobre o Santo Agostinho aumentou.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ou seja: \u003Cstrong>o Buritis continua firmemente instalado entre os cinco bairros com maior valor de IPTU lançado de Belo Horizonte.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>E agora?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os números do IPTU abrem uma discussão que pode ser muito mais ampla.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quanto a Prefeitura investiu no Buritis nos últimos anos?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quantas obras públicas foram realizadas no bairro?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quanto foi gasto em manutenção, drenagem, iluminação e pavimentação?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quantos atendimentos públicos são realizados no bairro?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quantos equipamentos públicos existem?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Como esses números se comparam com bairros que aparecem próximos do Buritis no ranking do IPTU?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>E, principalmente:\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>o morador do Buritis percebe esse retorno na qualidade dos serviços públicos que recebe diariamente?\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Meu Bairro Buritis pretende aprofundar essa discussão a partir dos dados públicos disponíveis e cruzar o valor do IPTU lançado com os investimentos e serviços efetivamente destinados ao bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Porque saber quanto um bairro representa para a arrecadação municipal é apenas metade da história.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>A outra metade é saber o que a população recebe em troca.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Fonte:\u003C\u002Fstrong> Prefeitura de Belo Horizonte — Secretaria Municipal de Fazenda \u002F Portal de Dados Abertos — base IPTU Bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>","2026-09-06T13:45:24.664643+00:00","Buritis ocupa a 5ª posição entre os bairros de Belo Horizonte em valor de IPTU e taxas lançados, segundo dados da Prefeitura.","servicos-publicos",{"id":38,"rotulo":40},"Serviços Públicos","2026-09-06T13:45:23.471+00:00","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1788702260969-4tsfib.png",{"id":44,"slug":45,"autor":11,"status":12,"titulo":46,"conteudo":47,"cta_href":10,"categoria":10,"criado_em":48,"cta_texto":10,"subtitulo":49,"categoria_id":50,"atualizado_em":48,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":17,"categoria_info":51,"data_publicacao":53,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":54,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":10,"imagem_destaque_url":55,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"77ae58d4-cc69-4dbe-8388-2285c2f0783c","do-campo-aos-arranha-ceus-a-transformacao-do-buritis-e-do-estoril","Do campo aos arranha-céus: a transformação do Buritis e do Estoril","\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch1>Buritis e Estoril: de fazendas e áreas rurais à paisagem que conhecemos hoje\u003C\u002Fh1>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quem circula hoje pelas avenidas Professor Mário Werneck, Raja Gabaglia e Barão Homem de Melo dificilmente imagina que, poucas décadas atrás, grande parte dessa paisagem era formada por áreas rurais, fazendas, terrenos ainda não parcelados e trechos de vegetação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A história do Buritis e do Estoril é relativamente recente como história urbana. A transformação mais importante da região ocorreu a partir da década de 1970, quando antigas propriedades rurais começaram a ser parceladas e a expansão de Belo Horizonte avançou em direção à região Oeste.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Antes dos bairros, havia propriedades rurais\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A documentação histórica e acadêmica identifica a antiga Fazenda Tebaidas como uma das propriedades fundamentais para compreender a formação do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O químico industrial Aggêo Pio Sobrinho começou, na década de 1930, a adquirir diferentes glebas de terra na região. Segundo levantamento histórico publicado pela \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.revistaencontro.com.br\u002Fcanal\u002Frevista\u002F2018\u002F03\u002Fconheca-a-historia-do-bairro-buritis-na-regiao-oeste-de-bh.html\">Revista Encontro\u003C\u002Fa>, foram 19 áreas, que juntas somavam aproximadamente 5 milhões de metros quadrados. A propriedade passou a ser conhecida como Fazenda Tebaidas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A área permaneceu predominantemente rural durante décadas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Um estudo da \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Frepositorio.ufmg.br\u002Fbitstreams\u002Ffe481beb-9062-4f12-bb27-47ae9c8d586b\u002Fdownload\">UFMG\u003C\u002Fa>, baseado em levantamento aerofotogramétrico de 1972, mostra que a área que posteriormente seria ocupada pelo Buritis ainda não estava parcelada. A pesquisa registra também que a Avenida Raja Gabaglia estava em construção e atravessava uma região ainda pouco urbanizada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Essa transformação da paisagem pode ser percebida também nas fotografias históricas da época: a região que hoje é densamente ocupada ainda apresentava grandes áreas abertas e vegetação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>A chegada da infraestrutura mudou a região\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A construção e abertura de importantes vias foi fundamental para aproximar aquela região do restante de Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Entre elas estava a Avenida Raja Gabaglia, cuja implantação reforçou a ligação entre a Região Oeste e a Centro-Sul. Segundo pesquisa da \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Frepositorio.ufmg.br\u002Fbitstreams\u002Ffe481beb-9062-4f12-bb27-47ae9c8d586b\u002Fdownload\">UFMG\u003C\u002Fa>, essa nova conexão viária valorizou terrenos que ainda não estavam parcelados e teve influência decisiva na ocupação posterior do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Outro elemento importante foi a abertura das vias internas do novo loteamento, incluindo a Avenida Professor Mário Werneck e as ligações com a Raja Gabaglia.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fjdunibh.wixsite.com\u002Fascomerciantes\">acervo histórico ligado aos comerciantes do Buritis\u003C\u002Fa> preserva fotografias do período de implantação do loteamento. Uma delas mostra a antiga placa de identificação do empreendimento; outra, identificada como “Loteamento do bairro Buritis 1990”, permite reconhecer áreas onde atualmente estão o Colégio Magnum e o UniBH. Há ainda uma fotografia em que é possível identificar a extensão da Avenida Professor Mário Werneck, com o UniBH ao fundo. As imagens foram cedidas ao Jornal Daqui BH pela CONVAP.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>O nascimento do Buritis como loteamento\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O processo formal de loteamento do Buritis começou na década de 1970.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A pesquisa acadêmica da \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Frepositorio.ufmg.br\u002Fbitstreams\u002F0138ab49-11f1-44fc-808c-876987c4ca6e\u002Fdownload\">UFMG\u003C\u002Fa> registra que, em \u003Cstrong>5 de novembro de 1976\u003C\u002Fstrong>, foi aberto na Prefeitura de Belo Horizonte o processo de loteamento do bairro Buritis. O estudo também divide o processo de parcelamento em diferentes etapas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O projeto inicial tinha uma característica muito diferente da paisagem atual.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Buritis foi planejado originalmente para uma ocupação predominantemente residencial de baixa densidade. Registros históricos reproduzidos no livro da Escola Americana de Belo Horizonte mostram que as obras de implantação começaram no início da década de 1980 e que o projeto estava associado à ideia de um bairro residencial horizontal.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>As primeiras casas começaram a aparecer nesse período. O \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fjdunibh.wixsite.com\u002Fascomerciantes\">acervo histórico dos comerciantes do bairro\u003C\u002Fa> registra que as primeiras casas foram construídas em 1981 e que as principais ruas começaram a ser implantadas no início daquela década.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ou seja: o Buritis que conhecemos hoje, marcado por edifícios, comércio intenso e grande circulação de veículos, não corresponde ao projeto original do bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>O Buritis que quase não tinha moradores\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A transformação foi lenta no começo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma pesquisa acadêmica da \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Frepositorio.ufmg.br\u002Fbitstreams\u002F0138ab49-11f1-44fc-808c-876987c4ca6e\u002Fdownload\">UFMG\u003C\u002Fa> registra que, em 1989, apenas \u003Cstrong>64 dos 1.135 lotes implantados\u003C\u002Fstrong> estavam ocupados ou em processo de ocupação. Isso ajuda a dimensionar a diferença entre o bairro daquela época e o atual.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O cenário começou a mudar significativamente no final da década de 1980.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo estudo da \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.biblioteca.pucminas.br\u002Fteses\u002FTratInfEspacial_MendoncaLE_1.pdf\">PUC Minas\u003C\u002Fa>, alterações na classificação urbanística do bairro contribuíram para permitir uma ocupação mais verticalizada. O mesmo estudo registra que, durante a década de 1990, a ocupação dos bairros Buritis e Estoril se intensificou.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>É nesse período que começa a transformação mais radical da paisagem.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A região que havia sido planejada para receber casas passou a receber sucessivas construções de edifícios residenciais e comerciais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>E o Estoril?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A história do Estoril está intimamente ligada à mesma transformação territorial, mas sua origem não é exatamente a mesma do loteamento do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Pesquisa da \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Frepositorio.ufmg.br\u002Fbitstreams\u002F0138ab49-11f1-44fc-808c-876987c4ca6e\u002Fdownload\">UFMG\u003C\u002Fa> sobre a produção do espaço urbano na região identifica que o parcelamento de áreas denominadas Cercadinho, Fazenda Tebaídas e Chácara das Palmeiras deu origem aos bairros oficiais Buritis, Estoril e Bairro das Mansões. O estudo registra ainda que, na década de 1970, a área denominada Cercadinho recebeu a sede da Construtora Mendes Júnior e que o bairro Estoril também foi parcelado nesse período.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O chamado Bairro das Mansões também faz parte dessa história territorial. Parte dessa área posteriormente passou a ser identificada como Estoril e Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por isso, a história dos dois bairros se cruza desde o começo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>A antiga Mendes Júnior\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Um dos elementos mais marcantes dessa história é a antiga sede da Construtora Mendes Júnior.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A pesquisa da \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Frepositorio.ufmg.br\u002Fbitstreams\u002F0138ab49-11f1-44fc-808c-876987c4ca6e\u002Fdownload\">UFMG\u003C\u002Fa> identifica a sede da empresa na região já na década de 1970 e registra a importância da estrutura para a ocupação posterior da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A presença da Mendes Júnior é especialmente importante para compreender as fotografias antigas da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nas imagens da década de 1970, a estrutura da empresa aparece em meio a uma paisagem ainda pouco urbanizada. Décadas depois, aquele mesmo território passou a fazer parte de uma área densamente ocupada do Estoril.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>É um dos exemplos mais claros de como a paisagem dos dois bairros mudou em poucas décadas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>O Estoril também passou por diferentes fases de ocupação\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os estudos sobre a região mostram que a ocupação do Estoril não aconteceu de uma só vez.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma pesquisa da \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.biblioteca.pucminas.br\u002Fteses\u002FTratInfEspacial_MendoncaLE_1.pdf\">PUC Minas\u003C\u002Fa> registra que, ao longo da década de 1980, o Buritis passou a atender parte da demanda habitacional que se dirigia ao Estoril e que a ocupação dos dois bairros se intensificou durante a década de 1990.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Registros documentais de imóveis também ajudam a reconstruir essa fase. Uma reportagem da \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.itatiaia.com.br\u002Fbrasil\u002Fsudeste\u002Fmg\u002Farea-do-antigo-restaurante-rancho-fundo-no-buritis-tera-predio-com-salas-e-apartamentos\u002F\">Rádio Itatiaia\u003C\u002Fa>, baseada em documentos do 1º Cartório de Registro de Imóveis de Belo Horizonte, identifica uma área atualmente pertencente ao Estoril como parte do antigo Bairro das Mansões e registra um processo de loteamento realizado pelos irmãos Jacy e José Rodrigues Pereira na região da antiga Fazenda Cercadinho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Um documento de 1987 já previa a execução de infraestrutura como pavimentação, meio-fio, drenagem, água, esgoto, energia elétrica e iluminação pública.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Isso demonstra que a urbanização do Estoril também envolveu diferentes propriedades e processos de parcelamento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>O Parque Aggeo Pio Sobrinho: uma parte da antiga paisagem que permaneceu\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>No meio dessa transformação urbana, uma grande área verde foi preservada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fprefeitura.pbh.gov.br\u002Ffundacao-de-parques-e-zoobotanica\u002Finformacoes\u002Fparques\u002Fparque-aggeo-pio-sobrinho\">Prefeitura de Belo Horizonte\u003C\u002Fa> informa que o Parque Aggeo Pio Sobrinho foi criado pela Lei Municipal nº 5.755, de 1990, e implantado em 1996. Sua área se originou do processo de parcelamento do solo que criou o bairro Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O parque possui aproximadamente 612 mil metros quadrados e integra o maciço da Serra do Curral. A área abriga nascentes que formam o córrego Ponte Queimada, afluente do córrego Cercadinho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Assim, uma parte significativa da paisagem natural existente antes da urbanização permaneceu preservada dentro do tecido urbano.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>De área rural a uma das regiões mais urbanizadas da cidade\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A história do Buritis e do Estoril é, portanto, uma história de transformação acelerada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Na década de 1970, fotografias aéreas mostram uma região ainda pouco urbanizada, com grandes propriedades, áreas verdes e poucas construções. A infraestrutura viária começou a alterar essa situação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Na década de 1980, começaram a aparecer as primeiras casas e a infraestrutura dos loteamentos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>No final dos anos 1980 e principalmente durante os anos 1990, a ocupação ganhou velocidade e a construção de edifícios transformou radicalmente a paisagem.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>As fotografias históricas do loteamento permitem enxergar essa transformação de maneira concreta. Onde hoje estão grandes edifícios, escolas, universidades, restaurantes e estabelecimentos comerciais, existiam terrenos vazios e ruas recém-abertas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>E talvez seja justamente essa transformação que explique uma das características mais marcantes dos dois bairros atualmente: apesar de sua aparência consolidada, \u003Cstrong>Buritis e Estoril são bairros relativamente jovens na paisagem urbana de Belo Horizonte.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Uma história que ainda pode ser reconstruída\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A história desses bairros não está contida em uma única fotografia ou em um único documento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ela está espalhada por levantamentos aerofotogramétricos, processos de loteamento, registros cartoriais, pesquisas acadêmicas, jornais, acervos de instituições e, principalmente, pelas fotografias preservadas por pessoas e organizações que acompanharam a transformação da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>É por isso que fotografias como as do loteamento de 1990, da antiga Fazenda Tebaidas e das primeiras obras do Buritis são tão importantes.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Elas não mostram apenas lugares antigos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Elas mostram como surgiu o lugar onde hoje vivemos.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Fontes consultadas\u003C\u002Fh3>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Universidade Federal de Minas Gerais:\u003C\u002Fstrong> pesquisas acadêmicas sobre a formação, o parcelamento e a transformação urbana do Buritis e da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Frepositorio.ufmg.br\u002Fbitstreams\u002F0138ab49-11f1-44fc-808c-876987c4ca6e\u002Fdownload\">Repositório da UFMG — estudo sobre a produção do espaço e o parcelamento do Buritis\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Frepositorio.ufmg.br\u002Fbitstreams\u002Ffe481beb-9062-4f12-bb27-47ae9c8d586b\u002Fdownload\">Repositório da UFMG — legislação urbanística e produção do espaço\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Prefeitura de Belo Horizonte:\u003C\u002Fstrong> \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fprefeitura.pbh.gov.br\u002Ffundacao-de-parques-e-zoobotanica\u002Finformacoes\u002Fparques\u002Fparque-aggeo-pio-sobrinho\">Parque Municipal Aggeo Pio Sobrinho\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Revista Encontro:\u003C\u002Fstrong> \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.revistaencontro.com.br\u002Fcanal\u002Frevista\u002F2018\u002F03\u002Fconheca-a-historia-do-bairro-buritis-na-regiao-oeste-de-bh.html\">História do bairro Buritis\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Acervo histórico do Buritis:\u003C\u002Fstrong> \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fjdunibh.wixsite.com\u002Fascomerciantes\">fotografias históricas do loteamento do Buritis\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>PUC Minas:\u003C\u002Fstrong> \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.biblioteca.pucminas.br\u002Fteses\u002FTratInfEspacial_MendoncaLE_1.pdf\">Estudo sobre a transformação urbana do Buritis e Estoril\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Escola Americana de Belo Horizonte:\u003C\u002Fstrong> \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fpt.scribd.com\u002Fdocument\u002F584846300\u002Feabh-livro-60anos\">Livro histórico “Da Memória para a História”\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Rádio Itatiaia:\u003C\u002Fstrong> \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.itatiaia.com.br\u002Fbrasil\u002Fsudeste\u002Fmg\u002Farea-do-antigo-restaurante-rancho-fundo-no-buritis-tera-predio-com-salas-e-apartamentos\u002F\">Documentação histórica do antigo Bairro das Mansões e da região do Estoril\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>","2026-09-19T15:59:30.91346+00:00","Conheça a história do Buritis e do Estoril, desde as antigas fazendas e áreas rurais até a urbanização e verticalização que transformaram a região.","cultura-historia-memoria",{"id":50,"rotulo":52},"Cultura, História e Memória","2026-09-19T15:59:29.544+00:00","História","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1789833305082-f6mqnv.png",{"id":57,"slug":58,"autor":11,"status":12,"titulo":59,"conteudo":60,"cta_href":10,"categoria":10,"criado_em":61,"cta_texto":10,"subtitulo":62,"categoria_id":16,"atualizado_em":63,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":17,"categoria_info":64,"data_publicacao":65,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":66,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":10,"imagem_destaque_url":67,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"e2f4e9ce-3696-4fae-9217-283c4dad7aad","entrevista-com-o-vereador-braulio-lara-candidato-a-deputado-federal","Entrevista com o vereador Braulio Lara candidato a deputado federal","\u003Ch1>O Meu Bairro Buritis entrevistou Bráulio Lara, vereador de Belo Horizonte pelo NOVO e candidato a deputado federal nas eleições de 2026. Morador do Buritis e ex-presidente da Associação do Bairro Buritis (ABB), Lara construiu sua trajetória política a partir de demandas relacionadas à região.\u003C\u002Fh1>\u003Cp>A entrevista aborda tanto a atuação do candidato no Buritis e no Estoril quanto propostas que fazem parte de sua campanha para a Câmara dos Deputados. Entre os temas estão mobilidade urbana, poluição sonora, emendas parlamentares, redução de impostos, privatizações, a situação da Copasa, a relação com o governador Romeu Zema e suas propostas para o Judiciário.\u003C\u002Fp>\u003Cp>As respostas abaixo foram publicadas integralmente, conforme enviadas pelo candidato. Quando há afirmações factuais que exigem contexto ou que não puderam ser verificadas de forma independente, o Meu Bairro Buritis acrescenta uma verificação logo após a resposta.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>1. Quais resultados concretos o senhor considera ter entregue ao Buritis?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Após quase seis anos como vereador e uma trajetória anterior à frente da Associação do Bairro Buritis, quais são os três resultados concretos que o senhor considera ter entregue ao bairro? E qual é a principal demanda que reconhece não ter conseguido resolver?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nosso bairro tem diversas demandas, todas prioritárias. Porém, relato quatro entregas marcantes do nosso mandato para o Buritis: \u003C\u002Fp>\u003Cp>1) Entrega de duas passagens de pedestres e uma ligação de via: da Rua Elza Beatriz de Araújo, ligando as Ruas Tereza Mota Valadares e Maria Heilbuth Surette, e da Rua Margaret Thatcher, ligando a Av. Protásio de Oliveira Pena até a Rua Prof. Miguel de Souza; e da Rua Jornalista Hélio Fraga ligando a Rua Deputado Fábio Vasconcelos com Av. Deputado Sebastião Nascimento. \u003C\u002Fp>\u003Cp>2) Revitalização da Pista de Cooper da Rua Henrique Badaró Portugal (em execução) e da quadra e dos brinquedos do Parque Aggeo Pio Sobrinho. \u003C\u002Fp>\u003Cp>3) Revitalização de todos os Parques da região: Bandeirante Silva Ortiz, Estrelinha e Estrelão. \u003C\u002Fp>\u003Cp>4) Recapeamento de diversas vias do Buritis como, por exemplo, Dr. Lucídio Avelar, Jornalista Guilherme Apgáua, Francisco Fernandes dos Santos, José do Patrocínio Carneiro, Engenheiro Aluisio Rocha, Ulisses Marcondes Escobar, Henrique Furtado Portugal, Rubens Berardo, Ignácio Alves Martins, Walter Guimarães Figueiredo, Marco Aurélio de Miranda e José Amaury Ferrara. \u003C\u002Fp>\u003Cp>Agora, sobre o que ainda não conseguimos resolver, além de recapeamentos, posso falar que é a melhoria concreta do trânsito em nosso bairro. Conseguimos algumas ações como mudança de circulação de via, mas estou convencido que para melhorar o trânsito do Buritis precisamos de obras estruturantes que dependem de projetos e grandes orçamentos. Por isso agora estruturamos os cinco principais projetos de mobilidade para a região do Buritis, o B5M. É ele que queremos tirar do papel e tornar realidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além disso, tem muitas entregas que ainda não são percebidas. Mas todas fui encaminhando emendas impositivas de execução obrigatória. Muitas estão em desenvolvimento de projetos e espero que em breve virem realidade (eu nem ouso falar de prazos pois a Prefeitura é muito lenta para resolver os problemas e já descumpriram muitos prazos conosco):\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Das nossas 14 ruas de pedestre que nunca tinham sido implantadas, 3 foram feitas, 2 estão para iniciar (verbas alocadas), 4 tem projetos prontos e os outros 5 devem ser entregues até o fim desse ano. A Rua Márcio Maia Ferreira (liga a Av. Prof. Mário Werneck na Rua Eli Seabra Filho) tem projeto e tem verba alocada (aguardamos a Prefeitura contratar a obra e executar). Ligação da Rua Tito Guimarães com Rua Maria Heilbuth Surette tem projeto e tem verba alocada (aguardamos a Prefeitura contratar a obra e executar). Os projetos prontos e que não temos ainda dinheiro para fazer são: Travessa Djanira Martins (liga a Rua Esmeraldo Botelho na Alessandra Salum Cadar), Travessa José Barcelos (liga a Rua Tereza Mota Valadares na Rua Consul Walter), Travessa Célio Moreira de Carvalho (liga a Rua Consul Walter na Rua Silvio de Oliveira Martins), Travessa Oswaldo França Junior (liga a Rua Francisco Fernandes dos Santos na Rua Esmeraldo Botelho).\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Praça do Mirante na Rua José Rodrigues Pereira tem projeto e tem verba alocada (aguardamos a Prefeitura contratar a obra e executar).\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Praça Paulo Roberto dos Santos na Rua Moisés Kalil tem projeto e tem verba alocada (aguardamos a Prefeitura contratar a obra e executar).\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Projeto de monitoramento de segurança Muralha BH: fui o vereador que mais destinou recursos para a segurança em BH e o Buritis será contemplado com câmeras de monitoramento e base da Guarda Municipal.\u003C\u002Fp>\u003Cp>- Projeto de melhorias de tráfego na Mário Werneck entre o UNI-BH até a Rua Marco Aurélio de Miranda que serão implementadas no cumprimento de condicionantes de licenciamento da Universidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Esses são os mais significativos mas tem várias outras ações como sinalização de vias e iluminação pública que também estão à caminho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — contexto sobre as emendas\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Há documentação oficial que confirma a destinação de recursos por Bráulio Lara para projetos relacionados ao Buritis. Entretanto, a expressão “emendas impositivas de execução obrigatória” precisa de contexto: a obrigatoriedade de execução está sujeita às regras legais e à existência de impedimentos técnicos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em documentos de acompanhamento da Prefeitura de Belo Horizonte, por exemplo, duas emendas de Bráulio Lara de 2025 aparecem com status de “impedimento técnico”: uma de R$ 250 mil para melhorias viárias na região da Avenida Professor Mário Werneck com a Rua Líbero Leone e outra de R$ 250 mil para videomonitoramento na região do Buritis e parques da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Isso não significa que recursos destinados por um vereador não possam resultar em obras. A distinção importante é entre destinação orçamentária, elaboração de projeto, contratação e execução efetiva da obra.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>2. Por que trânsito, mobilidade e poluição sonora continuam sendo problemas?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Trânsito, mobilidade e poluição sonora continuam entre as principais reclamações dos moradores. Por que esses problemas permanecem sem solução significativa após sua atuação política no bairro e na Câmara Municipal?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Sobre o trânsito do Buritis posso afirmar que sempre foi um dos meus principais focos de trabalho. Inclusive sou o presidente da Comissão de Mobilidade Urbana da Câmara Municipal de BH. Porém, nem sempre as coisas saem como a gente quer e a prefeitura é bastante morosa nessas questões. Por isso, encabecei, junto com a Associação de Moradores do Buritis (ABB), o Projeto B5M (Buritis em 5 Minutos) que traz um pacote de cinco obras públicas estruturantes focado em transformar a mobilidade urbana da região do bairro Buritis. E a verba para destravar essas obras está em Brasília. Essas obras já estão listadas no Programa VIURBS da prefeitura e queremos trazer este assunto à tona. Creio que seja a solução imediata para nossos problemas no bairro. Em questão mais ampla sobre mobilidade urbana discutimos questões de novos modais de transporte para a cidade, como por exemplo, o metrocable (teleférico) que poderia fazer integração de bairros com estações de ônibus e de metrô. E sobre a poluição sonora posso afirmar que sou um dos poucos vereadores de BH que discute esse assunto a fundo. Inclusive em julho realizei audiência pública para cobrar da prefeitura a proposição de uma lei que atualize a lei de limites de pressão sonora e aumente o rigor contra pessoas e empresas que desrespeitam tal lei.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — recurso do B5M\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O Projeto B5M é uma iniciativa apresentada publicamente pela Associação do Bairro Buritis com participação de Bráulio Lara e reúne propostas de intervenções estruturantes para a mobilidade da região. O MBB conseguiu verificar a existência do projeto e sua relação com estudos e projetos municipais de mobilidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Já a afirmação de que \u003Cstrong>“a verba para destravar essas obras está em Brasília”\u003C\u002Fstrong> não foi confirmada de forma independente pelo MBB nas fontes públicas consultadas. Por isso, ela é apresentada aqui como uma informação fornecida pelo candidato.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — poluição sonora\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Em julho de 2026, a Câmara Municipal realizou audiência pública para discutir a legislação sobre poluição sonora, a partir de requerimentos que incluíram Bráulio Lara. A audiência tratou, entre outros pontos, da necessidade de atualização da legislação e de maior rigor na fiscalização e nas penalidades.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A realização da audiência, portanto, é um fato documentado. Isso não significa, por si só, que o problema da poluição sonora tenha sido resolvido.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>3. O que um deputado federal poderá fazer pelo Buritis e pelo Estoril?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O senhor construiu sua carreira política a partir de demandas locais. Como deputado federal, quais medidas concretas poderá tomar pelo Buritis e pelo Estoril que estejam dentro das atribuições de um deputado federal?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Como deputado federal, poderei contribuir ainda mais para a nossa região. Sabemos que as verbas impositivas em nível federal são bem maiores que as municipais. Assim sendo, poderei destinar essas emendas para a viabilização de obras necessárias para o Buritis e região, como por exemplo, as cinco obras estruturantes do Projeto B5M. Um deputado federal consegue destravar pautas burocráticas que podem ajudar os municípios e vou fazer isso quando chegar lá. Quantas pessoas em Brasília conhecem de fato a realidade da sua cidade? É o município que deve saber quais são as necessidades urgentes para uso do dinheiro público. Chega de dinheiro para pagar farra de político, carro blindado para deputado e viagem internacional. Vamos redistribuir os impostos garantindo mais recurso para as cidades. Além disso, tantas leis federais que atrapalham a vida das cidades como por exemplo a legislação sobre fios e cabos partidos e sobre moradores de rua. Ambos assuntos atuei no contexto municipal no limite da minha possibilidade. Em Brasília tenho como atuar em cima de diversos temas que vão gerar impacto na vida das cidades.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — atuação sobre fios e cabos\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Bráulio Lara de fato apresentou atuação legislativa municipal relacionada à organização de fios e cabos aéreos. Uma lei municipal de sua autoria sobre o tema foi posteriormente afetada por decisão do Supremo Tribunal Federal, e ele apresentou nova proposta legislativa sobre o assunto. A Câmara Municipal registra a atuação do vereador também em outras matérias relacionadas à infraestrutura urbana.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>4. O que deveria ser reduzido para viabilizar um Estado menor?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O NOVO defende menos Estado, redução de impostos e maior participação da iniciativa privada. Quais gastos ou políticas públicas o senhor considera que devem ser reduzidos para viabilizar esse projeto?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Defender menos Estado é cortar na própria carne e focar no essencial: saúde, segurança, mobilidade, infraestrutura e educação. Sou a favor da desburocratização e da redução de impostos. Da fusão ou privatização de estatais ineficientes que geram déficit ao Tesouro e a enxugada em estruturas burocráticas e secretarias\u002Fministérios desnecessários. Reduzir a máquina pública não significa cortar serviços básicos ao cidadão, mas sim eliminar os desperdícios e a ineficiência estatal para devolver o dinheiro dos impostos para o bolso de quem produz. No nosso país, trabalhamos 5 meses em 12 para pagar impostos. Ou seja, é mais do que 40%! Isso é muito pesado para o cidadão, afasta os investimentos e dá espaço para a ineficiência. Gosto sempre de lembrar que quando os impostos chegaram a 20% (o famoso quinto), Tiradentes se rebelou, foi enforcado e esquartejado. Hoje já passamos do dobro. Não é para ficar indiginado?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — carga tributária\u003C\u002Fh3>\u003Cp>A afirmação de que os brasileiros trabalham “cinco meses em 12” para pagar impostos é uma forma de representar a carga tributária em linguagem de calendário, mas não corresponde diretamente à metodologia oficial de cálculo da carga tributária.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo o Tesouro Nacional, a carga tributária bruta do Governo Geral em 2024 foi de \u003Cstrong>32,32% do PIB\u003C\u002Fstrong>. O indicador considera a relação entre o total de tributos arrecadados pelas três esferas de governo e o PIB. Portanto, não é metodologicamente correto simplesmente transformar esse percentual em “meses trabalhados” e compará-lo diretamente como se fossem a mesma medida.\u003C\u002Fp>\u003Cp>As afirmações de que a carga tributária afasta investimentos e aumenta a ineficiência estatal são avaliações econômicas e políticas do candidato, e não conclusões que possam ser extraídas apenas do indicador citado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>5. Existe alguma posição de Zema ou do NOVO da qual o senhor discorde?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Romeu Zema é o candidato do NOVO à Presidência. Existe alguma posição relevante de Zema ou do próprio NOVO da qual o senhor discorda? Qual?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Sou um defensor convicto dos princípios do NOVO e da gestão técnica de Romeu Zema, que resgatou Minas Gerais do caos financeiro deixado pelos governos anteriores. O diferencial do nosso partido é que não praticamos o culto à personalidade; a discordância saudável faz parte da democracia. Divergências pontuais ocorrem na velocidade de implementação de pautas ou no alinhamento de certas estratégias políticas locais. Contudo, em relação aos valores fundamentais como responsabilidade fiscal, privatizações necessárias, combate ao inchaço do Estado e liberdade para empreender, estou plenamente alinhado com o nosso ex-governador e candidato a presidente Zema e com a diretriz do NOVO.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — avaliação sobre a gestão Zema\u003C\u002Fh3>\u003Cp>A afirmação de que Romeu Zema “resgatou Minas Gerais do caos financeiro” é uma avaliação política do candidato, e não um dado objetivo com uma única métrica capaz de comprovar a formulação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Minas Gerais entrou no governo Zema em uma situação fiscal grave e posteriormente aderiu ao Propag, programa federal de renegociação da dívida dos estados. O saldo devedor informado pelo próprio Governo de Minas para a adesão ao programa foi de aproximadamente R$ 179,3 bilhões, refinanciado em 360 meses. Assim, a situação fiscal de Minas continua envolvendo um passivo de grande dimensão, mesmo após a mudança das condições de pagamento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>6. Privatização da Copasa e os problemas de abastecimento no Buritis\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O senhor apoia a privatização da Copasa conduzida pelo governo Zema? Diante dos recentes problemas de abastecimento no Buritis, quais garantias considera necessárias para assegurar qualidade, continuidade e universalização do serviço?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O governo Zema fez a escolha certa: uma vez que Minas Gerais tem uma dívida bilionária com a União, herdada de governos anteriores, e que só aumenta com os juros absurdos cobrados pelo Governo Federal, a saída para pagar a conta e conseguir refinanciar a dívida com juros menores (PROPAG) é por meio de vendas de ativos. A participação acionária da COPASA era um desses ativos. Além disso, a empresa sendo do governo sempre tem dificuldade de captar recursos para investir e renovar sua estrutura. Ou seja, sem dinheiro, a infra-estrutura vai envelhecendo, apenas com ações corretivas pontuais, não existe expansão da mesma e de repente começam os problemas como o que vimos com o rompimento da adutora na Barão Homem de Melo com Rua Xapuri. Se os investimentos em expansão de rede tivessem feitos no passado, talvez não teríamos tido tanto transtorno com o incidente da adutora. Possivelmente, outras rotas de abastecimento poderiam ter suprido nossa demanda no bairro Buritis. Esse episódio inclusive nos mostra muito sobre nossas vulnerabilidades no sistema. E para corrigir tem que fazer obra, tem que colocar dinheiro. Eu fui na COPASA na ocasião e estive com a presidente cobrando medidas emergenciais para sanar o problema e restabelecer o fornecimento no Buritis e demais bairros principalmente da região Oeste. Mas temos outros problemas que até hoje não se movimentaram. Já viu aquela adutora que passa na Rua Paulo Diniz Carneiro? Ela impede a implantação de uma solução de trânsito requerida há décadas para melhorar o cruzamento com a Rua Geórgia e Rua Áustria. Acredito que esses problemas agora vão ter solução pois com a empresa capitalizada abre frente para essas intervenções. Para finalizar, gosto sempre de mencionar também a Lagoa da Pampulha. Até hoje temos problemas de poluição que chega lá. É um absurdo até hoje isso não ter sido corrigido.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — Propag e privatização da Copasa\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O Propag efetivamente permite que estados utilizem ativos para a amortização de parte da dívida com a União. Minas Gerais aderiu ao programa oferecendo ativos suficientes para a amortização de 20% do saldo devedor.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Entretanto, é importante fazer uma distinção: \u003Cstrong>o Propag não determina que Minas Gerais tenha de privatizar a Copasa como única forma de aderir ao programa ou refinanciar a dívida\u003C\u002Fstrong>. O próprio Governo de Minas apresentou diferentes categorias de ativos e fontes de recursos para alcançar a amortização prevista no programa. A privatização da Copasa faz parte da estratégia adotada pelo governo estadual, mas não é sinônimo de uma exigência geral do Propag.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — o problema de abastecimento no Buritis\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O episódio de falta de água ocorrido no Buritis em agosto de 2026 foi confirmado pela Copasa e teve como causa imediata documentada o rompimento de uma adutora na região da Rua Xapuri com a Avenida Barão Homem de Melo, seguido de ajustes operacionais no sistema.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A hipótese apresentada pelo candidato de que investimentos anteriores em expansão da rede poderiam ter reduzido os impactos do rompimento, ou de que outras rotas poderiam ter suprido o bairro, é uma possibilidade técnica levantada por ele. O MBB não encontrou, nas informações públicas consultadas, elementos suficientes para afirmar que essa foi a causa do episódio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>7. Ativismo judicial e impeachment de ministros do STF\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O senhor critica o chamado “ativismo judicial” e defende mudanças nas regras relacionadas ao impeachment de ministros do STF. Qual é, concretamente, o problema que pretende corrigir e como evitar que essas mudanças sejam usadas como instrumento de pressão política sobre o Judiciário?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Esta é, inclusive, uma das minhas propostas de campanha: “Combate ao ativismo judicial que ultrapassa as competências constitucionais”. A independência entre os Poderes é um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito e exige que Executivo, Legislativo e Judiciário exerçam suas funções dentro dos limites estabelecidos pela Constituição. Para combater esse problema, vou propor mecanismos que reforcem a autocontenção dos tribunais e o respeito às competências do Legislativo e do Executivo, especialmente em decisões que envolvam políticas públicas e escolhas orçamentárias. O problema central é a usurpação de competências: o Judiciário deve julgar com base na Constituição, e não legislar ou governar, o que cabe ao Congresso eleito pelo povo. O objetivo é assegurar que cada Poder cumpra sua função constitucional. Com maior respeito à separação de Poderes, o processo democrático ganha previsibilidade, as decisões políticas passam a ser tomadas por quem recebeu mandato popular e a segurança jurídica é fortalecida para todos os cidadãos. Vamos propor regras específicas para Impeachment de ministros do STF (não dá para aceitar distorções jurídicas em desrespeito às próprias leis). É fundamental aperfeiçoar a legislação para estabelecer regras mais claras, objetivas e previsíveis para o processo de impeachment de ministros do STF, definindo critérios para o recebimento das denúncias, prazos para análise, requisitos mínimos de admissibilidade e procedimentos que assegurem contraditório e ampla defesa.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — o impeachment de ministros do STF já existe\u003C\u002Fh3>\u003Cp>A Constituição Federal atribui ao Senado a competência para processar e julgar ministros do Supremo Tribunal Federal por crimes de responsabilidade. A Lei nº 1.079\u002F1950 também estabelece crimes de responsabilidade aplicáveis aos ministros do STF e prevê a possibilidade de denúncia.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Portanto, a proposta apresentada por Bráulio Lara não seria de criar o mecanismo de impeachment de ministros do STF, mas de \u003Cstrong>aperfeiçoar ou detalhar suas regras e procedimentos\u003C\u002Fstrong>, incluindo critérios de admissibilidade, prazos e garantias processuais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O ponto sobre como impedir que novas regras sejam utilizadas como instrumento de pressão política não é respondido de maneira específica na resposta do candidato. Ele menciona critérios objetivos, contraditório, ampla defesa e respeito à separação dos Poderes, mas não apresenta mecanismos concretos de proteção contra eventual uso político do instrumento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>8. Campanha eleitoral e poluição visual\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Moradores já criticaram o volume de material publicitário de suas campanhas, pelo impacto na poluição visual e na geração de resíduos. Independentemente de estar dentro da legislação eleitoral, o senhor considera que sua campanha deveria adotar limites próprios para reduzir esse impacto? O que fará diferente em 2026?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>É normal existir a crítica. Mas temos restrições sobre o que pode ser usado em uma campanha política. Minha campanha não gera resíduo algum de papel nas ruas do Buritis ou de BH. Temos sim materiais gráficos, porém nossa distribuição é direta com o eleitor (mão a mão \u002F porta a porta). Se acontecer geração de resíduos gráficos (santinhos, santões, jornais) nas ruas é coisa pontual e não condiz com nosso modo de fazer política. Quanto às bandeiras, não as considero poluição visual, pois esse sim é nosso material principal para mostrar que sou candidato. Como você mesmo disse na pergunta, elas são legais e têm prazo de validade (final da eleição) e horário para colocação e retirada (6h às 22h). Entendo que algumas pessoas podem não gostar, mas garanto que ao final da eleição elas são retiradas sem prejuízo algum para o cidadão. Inclusive quando chega até a gente que alguma está atrapalhando o trânsito de veículos ou pedestres fazemos questão de remanejá-las, pois gosto de seguir as regras. O Buritis é a minha casa. Sempre quero o melhor para cá. Por isso, inclusive meu comitê de campanha é aqui. Inclusive deixo o convite para quem quiser passar lá, pois fica na esquina da Rua José Rodrigues Pereira com Av. Engenheiro Carlos Goulart, ao lado do My Mall.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — regras para bandeiras e propaganda\u003C\u002Fh3>\u003Cp>A legislação eleitoral permite a utilização de bandeiras e mesas para distribuição de material de campanha em vias públicas, desde que sejam móveis e não dificultem o trânsito de pessoas e veículos. A regulamentação também estabelece horário para colocação e retirada desse tipo de material.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O MBB não tem como verificar de forma independente a afirmação de que a campanha “não gera resíduo algum de papel” nas ruas. Portanto, essa informação permanece como declaração do candidato.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Também é importante observar que a resposta não apresenta um limite voluntário específico além das regras eleitorais. O candidato afirma que pretende seguir a legislação vigente e retirar ou remanejar materiais quando houver prejuízo à circulação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Por que o morador do Buritis deveria votar no senhor?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Por que o morador do Buritis deveria votar no senhor para deputado federal?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Resposta de Bráulio Lara:\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O morador do Buritis e região conhece a minha história. Tudo começou aqui mais de dez anos atrás. Fui voluntário e presidente da Associação do Bairro, atuei na linha de frente das nossas batalhas locais e cheguei à Câmara Municipal com a força do nosso bairro e por isso destinei maior parte dos meus recursos para nossa região. Conheço cada rua, cada desafio do trânsito, a infraestrutura e o potencial do Buritis e região. O que conseguimos avançar nos últimos anos só aconteceu pois nossa região passou a ter representação política. O maior bairro de Minas Gerais (quase 50 mil habitantes) agora tem voz. Tem visibilidade. Tem orçamento. Levarei para Brasília a mesma postura do meu mandato: ficha limpa, combate aos privilégios, trabalho técnico e presença “pé no chão”. Votar em mim para Deputado Federal é garantir uma voz forte, de dentro da nossa comunidade, na Câmara dos Deputados. Na vida vamos deixando legados. Legado como pai de família, como empreendedor, como voluntário, como professor, como mandatário. Eu convido a todos a conhecerem meu trabalho e analisar esse histórico de resultados. Tudo o que fiz foi sempre tentando fazer o melhor.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch3>O que o MBB verificou — população do Buritis\u003C\u002Fh3>\u003Cp>O Buritis é, de fato, o bairro mais populoso de Minas Gerais segundo os dados do Censo 2022. Entretanto, o número registrado pelo levantamento é de \u003Cstrong>42.342 moradores\u003C\u002Fstrong>, e não “quase 50 mil”. A diferença não altera o argumento político apresentado pelo candidato sobre a dimensão do bairro, mas o dado oficial disponível é 42.342 habitantes.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>O que fica da entrevista\u003C\u002Fh2>\u003Cp>As respostas de Bráulio Lara apresentam uma candidatura fortemente baseada na continuidade de sua atuação política no Buritis e na transferência dessa experiência para o Congresso Nacional. Mobilidade urbana, segurança, infraestrutura e destinação de recursos para o bairro aparecem como os principais eixos de sua apresentação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ao mesmo tempo, algumas das propostas apresentadas dependem de etapas que estão além da atuação direta de um deputado federal ou vereador, como execução de obras pela Prefeitura, disponibilidade orçamentária e decisões de outros órgãos públicos. Por isso, a distinção entre \u003Cstrong>proposta, destinação de recursos, projeto, contratação e obra efetivamente executada\u003C\u002Fstrong> continuará sendo relevante no acompanhamento das promessas feitas durante a campanha.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Na esfera nacional, o candidato apresenta uma posição claramente alinhada ao NOVO e a Romeu Zema em temas como responsabilidade fiscal, privatizações, redução do Estado e liberdade econômica. Também defende mudanças na relação entre os Poderes e novas regras para processos contra ministros do STF.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Meu Bairro Buritis seguirá acompanhando as propostas dos candidatos que tenham relação com a região e, sempre que possível, confrontando declarações e promessas com documentos públicos, dados oficiais e informações verificáveis.\u003C\u002Fp>","2026-09-13T13:22:31.370122+00:00","Braulio Lara fala sobre Buritis, mobilidade, Copasa, impostos e STF em entrevista ao Meu Bairro Buritis","2026-09-14T03:16:17.993+00:00",{"id":16,"rotulo":19},"2026-09-13T13:22:29.963+00:00","Braulio Lara, política, entrevista","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1789305193223-x6dv5x.png",1790439168515]