[{"data":1,"prerenderedAt":36},["ShallowReactive",2],{"noticia-nomes-das-ruas-do-buritis-e-estoril":3,"noticias-relacionadas-0a3ae940-0efb-4e90-95ea-7b73cd6779b5":23},{"id":4,"titulo":5,"subtitulo":6,"slug":7,"conteudo":8,"imagem_destaque_url":9,"imagem_destaque_alt":10,"categoria":11,"autor":12,"status":13,"data_publicacao":14,"seo_meta_titulo":11,"seo_meta_descricao":15,"seo_imagem_og":11,"seo_palavras_chave":16,"criado_em":17,"atualizado_em":18,"categoria_id":19,"subcategoria_guia_id":11,"tipo_conteudo":20,"atualizado_em_editorial":11,"ultima_verificacao":11,"cta_texto":11,"cta_href":11,"categoria_info":21,"subcategoria_info":11},"0a3ae940-0efb-4e90-95ea-7b73cd6779b5","Quem deu nome às ruas do Buritis e Estoril? Conheça as histórias","As placas das ruas do Buritis e Estoril escondem histórias de engenheiros, empresários, religiosos, professores e personagens ligados à formação de Belo Horizonte.","nomes-das-ruas-do-buritis-e-estoril","\u003Ch1>Quem deu nome às ruas do Buritis e Estoril? Conheça as histórias\u003C\u002Fh1>\u003Cp>Você sabe quem foi Mário Werneck? E José Rodrigues Pereira? Já se perguntou quem era o Cônsul Walter ou por que uma rua do Estoril se chama Vitório Magnavacca?\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para quem mora no Buritis ou no Estoril, esses nomes fazem parte da rotina. Estão nos endereços de casas, condomínios, empresas, escolas, restaurantes e comércios. Mas, por trás de muitas dessas placas, existem personagens e histórias que ajudam a entender a formação dos bairros e também um pouco da própria história de Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Meu Bairro Buritis pesquisou a origem de alguns dos principais nomes de ruas e avenidas da região, consultando documentos oficiais, pesquisas acadêmicas, instituições relacionadas aos homenageados e registros históricos locais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E uma coisa ficou evidente: nem todas as histórias estão documentadas com o mesmo nível de detalhe. Por isso, esta reportagem separa o que conseguimos comprovar documentalmente daquilo que é preservado por fontes históricas locais.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Antes das ruas do Buritis, havia fazendas\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Para entender a história dos nomes das ruas do Buritis e do Estoril, é preciso voltar ao período anterior à urbanização da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Pesquisas acadêmicas da UFMG mostram que a área que hoje abriga o Buritis fazia parte da zona rural de Belo Horizonte e passou por um processo de transformação e parcelamento a partir da década de 1970.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Entre as propriedades rurais associadas à região estava a Fazenda Tebaidas, ligada a Aggeo Pio Sobrinho. Estudos sobre a formação urbana do Buritis registram o desmembramento dessa área e as transformações provocadas pela expansão urbana de Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A história das antigas propriedades ajuda a explicar por que alguns personagens ligados à ocupação e à transformação da região acabaram também presentes na toponímia dos bairros.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Avenida Professor Mário Werneck: quem foi o homem que dá nome à principal avenida do Buritis?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>A Avenida Professor Mário Werneck é provavelmente o endereço mais conhecido do Buritis. Mas o homem homenageado na placa teve uma trajetória muito mais ampla do que o nome da avenida deixa imaginar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mário Werneck de Alencar Lima foi engenheiro e professor. Sua trajetória esteve fortemente ligada à Escola de Engenharia de Belo Horizonte e à Universidade Federal de Minas Gerais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A UFMG registra que Mário Werneck foi professor catedrático, dirigiu a Escola de Engenharia entre 1944 e 1964, foi secretário de Obras da Prefeitura de Belo Horizonte, presidiu a Sociedade Mineira de Engenheiros e participou da criação da Revista Mineira de Engenharia. A Escola de Engenharia da UFMG também confirma seu longo período à frente da instituição.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O nome do engenheiro chegou à principal avenida do Buritis ainda no período de formação da região. Segundo levantamento histórico publicado pelo Jornal do Buritis, a antiga Avenida 1 recebeu o nome de Avenida Professor Mário Werneck por meio do Decreto Municipal nº 3.535, de 30 de julho de 1979.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ou seja: quando o morador passa hoje pela Avenida Professor Mário Werneck, está circulando por uma via que preserva o nome de um personagem importante da engenharia e da educação superior de Minas Gerais.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rua José Rodrigues Pereira: um nome ligado à antiga Fazenda Cercadinho\u003C\u002Fh2>\u003Cp>A Rua José Rodrigues Pereira também guarda uma ligação com a história da ocupação da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Publicações históricas do Jornal do Buritis relacionam José Rodrigues Pereira à antiga Fazenda Cercadinho e à formação dos bairros.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma reportagem posterior da Itatiaia, baseada em documentação do 1º Cartório de Registro de Imóveis de Belo Horizonte, acrescentou um dado importante para compreender essa história: os irmãos Jacy Rodrigues Pereira e José Rodrigues Pereira aparecem relacionados ao processo de loteamento de uma área da antiga Fazenda Cercadinho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por isso, é mais preciso dizer que José Rodrigues Pereira esteve ligado ao processo de transformação e loteamento daquela região do que afirmar, sem ressalvas, que ele teria sido sozinho o proprietário de toda a Fazenda Cercadinho.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A rua que leva seu nome permanece hoje como um dos principais logradouros do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rua Vitório Magnavacca: a antiga Rua 38 do Estoril\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Entre as ruas pesquisadas, esta é uma das que possuem documentação particularmente clara sobre a origem do nome.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Antes de se chamar Rua Vitório Magnavacca, a via era identificada como Rua 38, no bairro Estoril.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Decreto Municipal nº 5.102, de 23 de setembro de 1985, é explícito ao determinar: “Atribui o nome de Vitório Magnavacca à Rua 38, do Bairro Estoril”.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nesse caso, portanto, não precisamos recorrer a interpretações para saber quando ocorreu a mudança ou qual era a identificação anterior da rua.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Pesquisas acadêmicas da UFMG também estudaram a presença da família Magnavacca na história de Belo Horizonte, dentro do contexto da imigração italiana e da formação da cidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>É importante, porém, fazer uma distinção: informações sobre a família Magnavacca não devem ser automaticamente atribuídas a Vitório Magnavacca individualmente. A pesquisa histórica precisa separar aquilo que está documentado sobre a família daquilo que pode ser comprovado especificamente sobre o homenageado.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rua Cônsul Walter: quem era o britânico que viveu em Belo Horizonte?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O nome “Cônsul Walter” pode parecer, à primeira vista, uma simples referência a uma função diplomática.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mas existe uma pessoa por trás dele: Harold Victor Walter.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Jornal do Buritis preservou uma pesquisa biográfica sobre Walter, registrando sua origem britânica e sua trajetória profissional em Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma fonte independente e institucional confirma parte importante dessa história. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais registra a Lei nº 2.362, de 12 de janeiro de 1961, que concedeu a H. W. Walter o título de Cidadão Honorário de Minas Gerais. A legislação o identifica como vice-cônsul britânico em Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A história de Harold Victor Walter mostra como a presença estrangeira também fez parte da formação econômica e social da capital mineira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Não encontramos, entretanto, documentação suficiente para afirmar com segurança qual foi a justificativa formal utilizada pelo Município para escolher seu nome para o logradouro. Por isso, não vamos inventar uma explicação para essa homenagem.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rua Maria Heilbuth Surette: a professora que virou nome de rua\u003C\u002Fh2>\u003Cp>A Rua Maria Heilbuth Surette é outro exemplo de um nome que esconde uma história pouco conhecida pela maioria dos moradores.\u003C\u002Fp>\u003Cp>De acordo com a pesquisa histórica publicada pelo Jornal do Buritis, Maria José Heilbuth Surette nasceu em Belo Horizonte em 1920 e formou-se professora de Língua Portuguesa no Instituto de Educação de Minas Gerais. Também trabalhou como funcionária pública.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A mesma pesquisa registra sua história familiar e afirma que a homenagem à professora partiu de uma iniciativa do então vereador Paulo Portugal, descrito como amigo da família.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A Câmara Municipal de Belo Horizonte confirma atualmente a existência da Rua Maria Heilbuth Surette no Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Como não localizamos o texto integral do projeto original de denominação nas bases públicas consultadas, a informação sobre a iniciativa do vereador é apresentada aqui como registro histórico do Jornal do Buritis, e não como uma afirmação baseada diretamente no texto da legislação.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Rua Alessandra Salum Cadar: uma homenagem que foi além do nome de uma rua\u003C\u002Fh2>\u003Cp>A Rua Alessandra Salum Cadar guarda uma história especialmente diferente.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Alessandra morreu ainda adolescente, aos 13 anos. Sua memória, entretanto, permaneceu associada a iniciativas de caráter social.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Jornal do Buritis publicou uma pesquisa sobre sua trajetória e sobre o Centro Assistencial Alessandra Salum Cadar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há uma confirmação independente da relevância dessa instituição: o Governo de Minas declarou o Centro Assistencial Alessandra Salum Cadar de utilidade pública por meio do Decreto nº 27.869, de 12 de fevereiro de 1988.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mais tarde, o Estado também utilizou o nome Alessandra Salum Cadar em outra homenagem, por meio do Decreto nº 35.936, de 23 de agosto de 1994.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Assim, a memória de Alessandra ultrapassou o próprio bairro e passou a fazer parte de outras homenagens oficiais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quanto à justificativa específica para a escolha de seu nome para a rua do Buritis, a pesquisa encontrou principalmente o registro histórico publicado pelo Jornal do Buritis. Como não localizamos o ato original com a exposição de motivos, não vamos apresentar como fato uma justificativa que não conseguimos confirmar documentalmente.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Frei Hilário Meekes: uma história que veio da Holanda para o Estoril\u003C\u002Fh2>\u003Cp>O nome de Frei Hilário Meekes também está presente nas ruas do Estoril.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Neste caso, existe uma fonte institucional diretamente relacionada ao homenageado: o próprio Colégio Santo Antônio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo a instituição, Frei Hilário Meekes nasceu em Lichtenvoorde, na Holanda, em 1930. Ingressou na Ordem dos Frades Menores em 1951 e foi ordenado sacerdote em 1958.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em Belo Horizonte, foi vigário da Paróquia Santo Antônio entre 1982 e 1988 e diretor do Colégio Santo Antônio entre 1991 e 2000.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Colégio Santo Antônio informa ainda que Frei Hilário foi homenageado no bairro Estoril, onde uma rua recebeu seu nome.\u003C\u002Fp>\u003Cp>É uma das histórias em que a ligação entre o homenageado e a região pode ser compreendida também pela sua trajetória religiosa e educacional em Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Por que tantas ruas têm nomes de pessoas?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Ao observar os nomes das ruas do Buritis e do Estoril, fica evidente que a paisagem dos bairros também funciona como uma espécie de arquivo histórico.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há nomes ligados à engenharia e à educação, como Mário Werneck.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há personagens relacionados à ocupação e ao parcelamento da região, como José Rodrigues Pereira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há nomes associados à imigração e à atividade empresarial, como Vitório Magnavacca.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há representantes da presença estrangeira em Belo Horizonte, como Harold Victor Walter.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Há professores e personagens ligados à vida social da cidade, como Maria Heilbuth Surette.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E há homenagens de natureza religiosa e social, como as de Frei Hilário Meekes e Alessandra Salum Cadar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Cada nome revela uma parte diferente da história.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Nem toda história das ruas está completamente documentada\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Pesquisar a origem dos nomes das ruas do Buritis e do Estoril revelou também uma dificuldade importante.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os atos oficiais de denominação nem sempre estão disponíveis de maneira facilmente pesquisável na internet. Em alguns casos, encontramos o decreto ou outra documentação normativa. Em outros, encontramos pesquisas históricas locais muito detalhadas, mas não conseguimos localizar o documento original que explica a escolha do homenageado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por isso, esta reportagem não trata como certeza aquilo que não conseguimos comprovar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Um exemplo é a Rua Vitório Magnavacca: sabemos documentalmente que a antiga Rua 38 do Estoril recebeu esse nome por meio do Decreto Municipal nº 5.102, de 1985.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em outros casos, como Maria Heilbuth Surette, temos uma narrativa histórica detalhada sobre a origem da homenagem, publicada pelo Jornal do Buritis, mas não localizamos o documento legislativo original.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Essa diferença pode parecer pequena, mas é fundamental quando o objetivo é preservar a história de um bairro.\u003C\u002Fp>\u003Ch2>As placas que contam a história do Buritis\u003C\u002Fh2>\u003Cp>Na próxima vez que você passar pela Avenida Professor Mário Werneck, pela Rua José Rodrigues Pereira ou por qualquer outra rua do Buritis e do Estoril, talvez a placa tenha um significado diferente.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por trás de um endereço pode existir a história de um engenheiro, de uma professora, de um empresário, de um religioso, de um imigrante ou de alguém cuja trajetória ficou registrada na memória da cidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>As ruas são parte da infraestrutura dos bairros, mas seus nomes também são parte da memória de Belo Horizonte.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E conhecer essas histórias é uma maneira de conhecer melhor o lugar onde vivemos.\u003C\u002Fp>\u003Ch3>Fontes consultadas\u003C\u002Fh3>\u003Cp>Para esta pesquisa, foram consultados documentos e informações da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Câmara Municipal de Belo Horizonte, Colégio Santo Antônio, legislação municipal e pesquisas históricas publicadas pelo Jornal do Buritis, além de reportagens utilizadas para confrontar informações sobre a formação territorial da região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O objetivo foi priorizar fontes primárias e institucionais e, quando isso não foi possível, identificar claramente a origem da informação em vez de apresentá-la como fato documental.\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1787920797799-rm9oql.png","Nomes das ruas do Buritis e Estoril em Belo Horizonte",null,"Meu Bairro Buritis","publicado","2026-08-28T12:41:24.427+00:00","Você sabe quem deu nome às ruas do Buritis e Estoril? Conheça as histórias de Mário Werneck, José Rodrigues Pereira, Vitório Magnavacca e outros homenageados.","ruas, história","2026-08-28T12:41:25.4678+00:00","2026-08-28T12:50:13.037+00:00","cultura-historia-memoria","reportagem",{"id":19,"rotulo":22},"Cultura, História e Memória",[24],{"id":25,"slug":26,"autor":12,"status":13,"titulo":27,"conteudo":28,"cta_href":11,"categoria":11,"criado_em":29,"cta_texto":11,"subtitulo":30,"categoria_id":31,"atualizado_em":29,"seo_imagem_og":11,"tipo_conteudo":20,"categoria_info":32,"data_publicacao":34,"seo_meta_titulo":11,"subcategoria_info":11,"seo_meta_descricao":11,"seo_palavras_chave":11,"ultima_verificacao":11,"imagem_destaque_alt":11,"imagem_destaque_url":35,"subcategoria_guia_id":11,"atualizado_em_editorial":11},"df1b7a94-f95a-4750-bcfd-18b7b744e1f2","mulheres-em-minas-viagens-e-bate-voltas-para-mulheres-conhecerem-minas-gerais-e-fazerem-novas-amizades","Mulheres em Minas: viagens e bate-voltas para mulheres conhecerem Minas Gerais e fazerem novas amizades","\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch1>Mulheres em Minas: viagens e bate-voltas para mulheres conhecerem Minas Gerais e fazerem novas amizades\u003C\u002Fh1>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Viajar, conhecer novos lugares e ainda ter a oportunidade de fazer novas amizades. Essa é a proposta do \u003Cstrong>Mulheres em Minas\u003C\u002Fstrong>, projeto idealizado por \u003Cstrong>Nicolly Dandara\u003C\u002Fstrong> que organiza viagens e bate-voltas exclusivos para mulheres por diferentes destinos de Minas Gerais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A primeira viagem do projeto aconteceu em \u003Cstrong>8 de março de 2025\u003C\u002Fstrong>, com destino a \u003Cstrong>Lavras Novas\u003C\u002Fstrong>. Desde então, o Mulheres em Minas vem realizando novos passeios, com a proposta de proporcionar um dia diferente para mulheres que querem sair da rotina, conhecer cidades, pontos turísticos e paisagens de Minas Gerais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Mais do que uma viagem, uma experiência entre mulheres\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A proposta do Mulheres em Minas vai além de simplesmente levar um grupo para conhecer um novo destino.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Durante os passeios, são realizadas \u003Cstrong>dinâmicas e momentos de interação\u003C\u002Fstrong> para estimular a aproximação entre as participantes. A ideia é evitar aquele tipo de excursão em que cada pessoa permanece no seu próprio grupo e transformar a viagem também em uma oportunidade para conversar, conhecer outras mulheres e fazer novas amizades.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Com participantes de diferentes idades, o projeto busca criar um ambiente em que todas possam aproveitar o passeio e se sentir parte da experiência.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Escolha dos destinos leva em conta o acesso\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Um dos cuidados destacados pela organização está na escolha dos roteiros. Antes de definir um passeio, a equipe procura pesquisar as características do destino, incluindo as condições da estrada, os acessos, a existência de trilhas e o nível de dificuldade dos percursos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Esse planejamento recebe atenção especial quando o roteiro envolve \u003Cstrong>cachoeiras e outros atrativos naturais\u003C\u002Fstrong>. Como o grupo reúne mulheres de diferentes idades, a intenção é buscar lugares cujo acesso permita que um número maior de participantes consiga aproveitar a experiência.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A preocupação com o acesso faz parte da preparação do roteiro e ajuda a definir quais atrações podem fazer sentido para cada passeio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Alimentação e outros detalhes também entram no planejamento\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A alimentação também é considerada na organização das viagens. Segundo Nicolly Dandara, a equipe procura escolher estabelecimentos bem recomendados e que sejam adequados à proposta de cada roteiro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além da escolha do destino e dos locais visitados, o projeto procura cuidar de outros detalhes que fazem parte da experiência. Entre eles estão \u003Cstrong>água à vontade durante a viagem na van, lembrancinhas, sorteios e dinâmicas de interação\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A ideia é que o passeio seja pensado como um conjunto de experiências, e não apenas como um deslocamento até um ponto turístico.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Conhecer Minas e criar novas histórias\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Minas Gerais possui uma grande diversidade de destinos turísticos, com cidades históricas, montanhas, cachoeiras, áreas rurais e paisagens naturais. O Mulheres em Minas utiliza essa diversidade como ponto de partida para criar diferentes roteiros para suas participantes.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ao mesmo tempo em que descobrem novos lugares, as mulheres têm a oportunidade de compartilhar o dia com outras participantes, conversar, rir e construir novas amizades.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para Nicolly, o projeto vem crescendo aos poucos e é desenvolvido com carinho justamente para proporcionar uma experiência agradável às participantes.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A proposta pode ser resumida em uma ideia simples: \u003Cstrong>um dia para sair da rotina, respirar novos ares, conhecer Minas Gerais, fazer amizades e voltar para casa com boas lembranças.\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Mulheres em Minas\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O projeto \u003Cstrong>Mulheres em Minas\u003C\u002Fstrong> é idealizado por \u003Cstrong>Nicolly Dandara\u003C\u002Fstrong> e realiza viagens e bate-voltas exclusivamente para mulheres.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quem quiser acompanhar os próximos destinos e conhecer a programação pode procurar o perfil \u003Cstrong>@mulheresemminas\u003C\u002Fstrong> no Instagram.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>","2026-09-17T00:57:57.513637+00:00","Conheça o Mulheres em Minas, projeto que organiza viagens e bate-voltas para mulheres conhecerem destinos de Minas Gerais, fazerem amizades e saírem da rotina.","pessoas-comunidade",{"id":31,"rotulo":33},"Pessoas e Comunidade","2026-09-17T00:57:56.441+00:00","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1789606580831-sq5kci.png",1789606910524]