[{"data":1,"prerenderedAt":72},["ShallowReactive",2],{"noticia-o-politico-que-so-aparece-de-quatro-em-quatro-anos":3,"noticias-relacionadas-6c38f97b-b68c-417d-bc06-ca73163d25a3":19},{"id":4,"titulo":5,"subtitulo":6,"slug":7,"conteudo":8,"imagem_destaque_url":9,"imagem_destaque_alt":10,"categoria":10,"autor":11,"status":12,"data_publicacao":13,"seo_meta_titulo":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_imagem_og":10,"seo_palavras_chave":10,"criado_em":14,"atualizado_em":15,"categoria_id":16,"subcategoria_guia_id":10,"tipo_conteudo":16,"atualizado_em_editorial":10,"ultima_verificacao":10,"cta_texto":10,"cta_href":10,"categoria_info":17,"subcategoria_info":10},"6c38f97b-b68c-417d-bc06-ca73163d25a3","O político que só aparece de quatro em quatro anos","Coluna de Carlos H. M. Pires critica políticos que se aproximam da população apenas em períodos eleitorais e defende mandatos marcados por presença, fiscalização e trabalho contínuo.","o-politico-que-so-aparece-de-quatro-em-quatro-anos","\u003Cp>O POLÍTICO DE QUATRO EM QUATRO ANOS\u003C\u002Fp>\u003Cp>Tem político que descobre o povo exatamente quando a eleição se aproxima. Durante quatro anos, desaparece. Ninguém vê no bairro, não se vê na rua, não se vê fiscalizando obra, cobrando serviço público, enfrentando problema de verdade. Ninguém comenta sobre uma única propositura legal.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Esse tipo de político não aparece quando a praça está abandonada, quando o posto de saúde está com dificuldade, quando a rua está esburacada ou quando a população precisa de alguém que faça barulho onde realmente importa.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mas basta chegar o ano eleitoral e, de repente, surgem os rostos!\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fotografia retocada. Sorriso ensaiado. Santinho, outdoor, adesivo, bandeira, cavalete, vídeo produzido em estúdio e uma quantidade absurda de material espalhado pela cidade. Como se presença publicitária fosse sinônimo de trabalho. Como se o eleitor fosse incapaz de distinguir quem trabalhou de quem apenas contratou uma agência para parecer trabalhador.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A recente disputa mostrou uma coisa que deveria servir de lição para muita gente. Entre os 26 vereadores de Belo Horizonte que tentaram subir de degrau, somente 4 conseguiram. E os que chegaram lá não chegaram simplesmente porque imprimiram mais santinhos ou fizeram a fotografia mais bonita.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Todos os quatro eleitos para deputados estadual e federal são fortes militantes de causas populares e fiscalizadores atuantes.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A política não deveria ser uma escada que o sujeito usa para subir e depois esquecer quem ficou embaixo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quem ocupa um mandato precisa entender que o bairro não é cenário eleitoral, pelo contrário, é território de trabalho. O eleitor não deveria conhecer o vereador apenas pelo rosto estampado em uma bandeira que tremula ao vento e polui o visual da rua atrapalhando o trânsito. Deveria conhecê-lo pela presença, pelas cobranças, pelas soluções, pelas brigas que comprou em defesa da comunidade e, principalmente, pelo que fez quando não havia eleição nenhuma para ganhar.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Senhor político: O povo não é besta!\u003C\u002Fp>\u003Cp>O povo ode até esquecer um nome. De forma generalizada, a galera pode até não acompanhar todos os detalhes de um mandato. Mas percebe quando alguém aparece somente de quatro em quatro anos. Percebe quando a propaganda é maior que o trabalho. Percebe quando a foto é bonita demais e a atuação é pequena demais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E aqui no bairro, a gente conhece alguns desses personagens. Eles querem crescer. Querem ser deputados, querem ser prefeito, querem cargos maiores. Tudo legítimo. O problema é querer subir sem antes demonstrar que merecem o próximo degrau.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mandato não é trampolim. É responsabilidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E quem passa quatro anos sem trabalhar pelo povo não deveria acreditar que algumas semanas de propaganda conseguirão apagar quatro anos de ausência.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A cidade não precisa de políticos que apareçam nas fotos, emporcalhando as ruas com seus lixos eleitorais. A cidade precisa de políticos que apareçam quando ninguém está fotografando.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Aprendam isso ou aquietem-se em suas insignificâncias!\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Carlos H M Pires\u003C\u002Fp>\u003Cp>Instagram: champbrasil\u003C\u002Fp>\u003Cp>YouTube: meiodomundo\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>ADENDO EDITORIAL\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O texto acima é uma coluna de opinião assinada por Carlos H. M. Pires e representa exclusivamente a visão do autor sobre a atuação política de forma geral.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A publicação não constitui crítica, elogio, apoio ou posicionamento editorial do Meu Bairro Buritis em relação a qualquer político específico, partido ou mandato. Eventuais referências a situações ou personagens presentes no texto devem ser interpretadas dentro do contexto e da responsabilidade autoral da coluna.\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1791301477919-2l9l25.png",null,"Meu Bairro Buritis","publicado","2026-10-06T15:46:59.321+00:00","2026-10-06T15:47:00.755418+00:00","2026-10-06T15:48:03.423+00:00","opiniao",{"id":16,"rotulo":18},"Opinião",[20,32,48,61],{"id":21,"slug":22,"autor":23,"status":12,"titulo":24,"conteudo":25,"cta_href":10,"categoria":10,"criado_em":26,"cta_texto":10,"subtitulo":27,"categoria_id":16,"atualizado_em":26,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":16,"categoria_info":28,"data_publicacao":29,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":10,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":30,"imagem_destaque_url":31,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"ef806d33-1bdc-4f33-aced-f08a5985242c","uma-cidade-para-carros-ou-uma-cidade-para-pessoas","Carlos Pires — Colunista","Uma cidade para carros ou uma cidade para pessoas?","\u003Cp>Essa semana eu vi o poste (mais uma vez) mijar no cachorro. Não, não foi metáfora, ou talvez tenha sido.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Era quase seis da tarde, na Rua José Silveira, em frente ao BH Supermercados, naquela região da pista de cooper. Duas pessoas haviam acabado de fazer suas compras e chamaram um Uber ao mesmo tempo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Dois carros chegaram, e, entre eles, uma senhora idosa, apoiada em uma muleta, tentando embarcar. Foi o suficiente...\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os motoristas não pararam exatamente junto à guia da sarjeta. O supermercado não possui uma área adequada para embarque e desembarque, apenas o acesso à garagem. Os carros ficaram alguns segundos onde não deveriam, alguém buzinou, outro motorista xingou, outro provavelmente xingou quem xingou, e em poucos instantes tínhamos instalado, gratuitamente, um pequeno espetáculo de intolerância urbana.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Era trânsito, mas também, nesse mesmo instante, era muito mais do que trânsito. Fiquei observando aquela cena patética, porque, curiosamente, ninguém ali parecia ser exatamente o vilão.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O motorista queria pegar o passageiro, o passageiro queria ir embora. A senhora precisava de mais tempo para entrar no carro. Os outros motoristas queriam seguir. O supermercado precisava receber seus clientes, e a rua precisava continuar funcionando.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Todos tinham uma razão, e quando todos têm uma razão, mas ninguém pensa no outro, então, nasce o caos, e foi aí que percebi que talvez o problema não esteja apenas nas pessoas. Está também na maneira como construímos nossas cidades.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Grandes supermercados recebem centenas, às vezes milhares de pessoas por dia. Mas quantos foram projetados pensando que parte desses consumidores chegará de táxi, Uber ou outro veículo de aplicativo?\u003C\u002Fp>\u003Cp>No Buritis, basta observar. Supernosso, Verdemar, EPA, BH. Entramos, compramos, pagamos e saímos, mas onde está o espaço para aquele que não veio dirigindo? Onde está o lugar para o idoso? E o lugar para quem tem dificuldade de locomoção? Para quem chega de aplicativo? Para quem simplesmente precisa de trinta segundos para entrar em um carro?\u003C\u002Fp>\u003Cp>Parece um detalhe, mas não, não é. É justamente nos detalhes que uma cidade revela o quanto se importa com as pessoas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E nas igrejas o problema não é muito diferente. Em dias de missa, passar em frente à igreja no alto da ladeira da Alessandra Salum Cadar é quase um exercício espiritual, e talvez seja mesmo. Os carros formam fila dupla na subida e na descida, apesar da enorme placa colocada pela própria paróquia pedindo que isso não aconteça.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Na Igreja Boas Novas, na Barão, depois dos cultos, a situação se repete. Pessoas aguardam seus motoristas no meio da rua. Motoristas chegam desesperados, param onde conseguem, ligam o pisca-alerta e, naquele instante, parece que o restante da cidade deixa de existir. Quem vem atrás que espere. Quem precisa passar que desvie. Quem está a pé que se vire, e é justamente aí que a coisa fica filosófica.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Talvez o problema nunca tenha sido o carro, nem o Uber, nem o supermercado, nem a igreja. O problema somos nós, quando acreditamos que a nossa necessidade, naquele exato momento, vale mais do que a necessidade do outro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O motorista pensa: \"Só vou parar um minutinho.\" O passageiro pensa: \"É só entrar no carro.\" O outro motorista pensa: \"Não custa esperar.\" O pedestre pensa: \"Eles que desviem.\"\u003C\u002Fp>\u003Cp>E, quando percebemos, uma cidade inteira está funcionando à base do \"é só um minutinho\". Só que somos milhões de pessoas vivendo simultaneamente. Se cada um reivindicar para si apenas \"um minutinho\" de exceção, a cidade inteira para.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Talvez seja isso que significa viver em sociedade. Entender que o espaço público não é um espaço sem dono, ele é justamente o espaço de todos. A rua é minha, mas também é sua. A calçada é minha, mas também é do cadeirante. O estacionamento é meu direito, mas o embarque seguro também é direito de quem não dirige.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O trânsito não é apenas um problema dos motoristas. É um problema de motoristas, passageiros, pedestres, comerciantes, igrejas, supermercados, arquitetos, urbanistas e, principalmente, de cidadãos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Precisamos reaprender uma palavra que parece antiga, mas continua absolutamente moderna: colaboração. E talvez outra, ainda mais difícil: empatia. Não aquela empatia bonita das redes sociais, que aparece em frases prontas, mas a empatia prática, aquela que faz o motorista pensar no carro que está atrás, que faz o passageiro não exigir que o motorista pare no meio da rua, que faz o supermercado perceber que seu cliente não é apenas aquele que chega de carro próprio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A empatia que faz uma igreja perceber que seus fiéis precisam sair sem transformar a rua em estacionamento, que faz todos nós lembrarmos que, antes de sermos motoristas, passageiros, fiéis, clientes ou pedestres, somos pessoas compartilhando o mesmo espaço.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E foi por isso que comecei dizendo que vi o poste mijar no cachorro, porque, naquela tarde, todos estavam certos e todos estavam errados. O motorista reclamava do passageiro, o passageiro reclamava do trânsito, o trânsito reclamava dos carros, os carros reclamavam da falta de espaço, e a cidade, silenciosamente, reclamava de todos nós.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Talvez o verdadeiro problema seja que construímos cidades pensando em veículos e depois esperamos que seres humanos consigam caber dentro delas, e sim, não usarei um “talvez”. Já passamos da hora de inverter a essa lógica.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Antes de construir mais uma garagem, mais uma entrada monumental, mais uma fachada bonita ou mais algumas vagas de estacionamento, talvez alguém devesse perguntar: - \"E as pessoas? Como elas chegam? Como elas saem? E, principalmente, como fazemos isso sem atrapalhar a vida de quem está passando?\"\u003C\u002Fp>\u003Cp>Parece uma pergunta simples, não é? Mas talvez uma cidade civilizada comece exatamente quando aprendemos a fazê-la, porque, no fim, ninguém mora no trânsito, ninguém mora no supermercado, ninguém mora na igreja, nós moramos uns com os outros, e isso deveria ser suficiente para mudar a maneira como ocupamos a rua.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cem>Carlos HM Pires :@champbrasil\u003C\u002Fem>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cem>Foto: Idanir Pawelkiewicz\u003C\u002Fem>\u003C\u002Fp>","2026-08-11T17:57:13.678326+00:00","Quando o post mijou no cachorro - Coluna de Carlos Pires",{"id":16,"rotulo":18},"2026-08-11T17:57:13.132+00:00","Ônibus e carros parados no trânsito de uma rua do Buritis","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1786471020351-rmikon.png",{"id":33,"slug":34,"autor":11,"status":12,"titulo":35,"conteudo":36,"cta_href":10,"categoria":37,"criado_em":38,"cta_texto":10,"subtitulo":39,"categoria_id":40,"atualizado_em":38,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":41,"categoria_info":42,"data_publicacao":44,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":45,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":46,"imagem_destaque_url":47,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"0e2647bc-b12c-40d0-94b8-f1cd1dd7fab6","relato-de-uma-tragedia-que-quase-aconteceu","Relato de uma tragédia que quase aconteceu","\u003Cp>Ontem à noite assisti ao último capítulo de uma tragédia que, por sorte, nunca aconteceu.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Tudo começou com uma infração comum: um motorista não respeitou a sinalização de PARE. Errou. Poderia ter causado um acidente. Não houve.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mas o que aconteceu depois foi ainda mais perigoso.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O outro condutor decidiu que não bastava reclamar. Xingou, acelerou e iniciou uma perseguição pelas ruas do Estrela Dalva até a Ernani Agrícola. Em segundos, o trânsito virou um campo de batalha.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os papéis se inverteram: quem cometeu a primeira infração passou a fugir por acreditar que sua vida estava em risco. Quem estava “certo” passou a aumentar o risco ao tentar interceptar outro veículo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A pergunta não é quem começou. É: quem decidiu aumentar o risco?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Existe uma diferença enorme entre indignação e agir como juiz. O Código de Trânsito prevê punições e existem autoridades para fiscalizar. O que não existe é licença para transformar as ruas em arena de vingança.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E quantas pessoas inocentes cruzaram aquele caminho sem saber que dois homens dirigiam sob o efeito da adrenalina? Uma criança, um motociclista ou uma família. Nenhum participou da discussão.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O desfecho foi quase cinematográfico. Quando pararam lado a lado, descobriram que eram conhecidos. Vizinhos. Os gritos deram lugar às desculpas e os insultos terminaram em um abraço.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Foi bonito, mas assustador. Dois homens quase destruíram suas próprias vidas — e talvez a de terceiros — antes de perceberem que brigavam com alguém cujo nome conheciam.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E se fossem desconhecidos?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Talvez hoje estivéssemos lendo uma notícia policial.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A maior ilusão do trânsito é acreditar que estamos discutindo apenas com outro motorista. Não estamos. Estamos conduzindo uma máquina de mais de uma tonelada, capaz de causar uma tragédia em poucos segundos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quando a emoção assume o volante, a razão vai para o banco de trás. Talvez a maior demonstração de força no trânsito não seja acelerar, mas frear: o carro, o orgulho, a raiva e o impulso de provar quem está certo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Você prefere ter razão ou voltar para casa?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Na maioria das vezes, as duas coisas são compatíveis, desde que a intolerância não assuma a direção.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Texto de: @champbrasil\u003C\u002Fp>","Trânsito ","2026-08-08T12:54:21.208334+00:00","Tudo começou com uma infração comum: um motorista não respeitou a sinalização de PARE. Errou. Poderia ter causado um acidente. Não houve.","mobilidade-urbanismo","reportagem",{"id":40,"rotulo":43},"Mobilidade e Urbanismo","2026-08-08T12:54:20.401+00:00","trânsito","Ilustração de discussão entre motorista de carro e motociclista no trânsito","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1786193606580-tl9db3.png",{"id":49,"slug":50,"autor":11,"status":12,"titulo":51,"conteudo":52,"cta_href":10,"categoria":10,"criado_em":53,"cta_texto":10,"subtitulo":54,"categoria_id":55,"atualizado_em":53,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":41,"categoria_info":56,"data_publicacao":58,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":59,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":10,"imagem_destaque_url":60,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"0de0a253-5ddc-4b3b-b30e-9a2bebe5d2ba","propaganda-eleitoral-causa-poluicao-visual-no-buritis-veja-as-regras","Propaganda eleitoral causa poluição visual no Buritis; veja as regras","\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch1>Propaganda eleitoral toma conta de rotatória no Buritis e chama atenção para poluição visual\u003C\u002Fh1>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma rotatória localizada no encontro das avenidas \u003Cstrong>Professor Mário Werneck e Aggeo Pio Sobrinho\u003C\u002Fstrong>, em frente à loja da Trigopane, no Buritis, chama atenção neste período eleitoral pela grande quantidade de materiais de campanha espalhados pelo local.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A imagem registrada na região mostra placas e outros materiais de diferentes candidaturas ocupando a área da rotatória e seus arredores. A situação levanta uma discussão que costuma ganhar força durante as eleições: \u003Cstrong>até onde vai o direito de fazer propaganda eleitoral e onde começam as regras que protegem os espaços públicos?\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>O que pode e o que não pode na propaganda eleitoral?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Nas \u003Cstrong>Eleições Gerais de 2026\u003C\u002Fstrong>, a propaganda eleitoral está permitida desde \u003Cstrong>16 de agosto\u003C\u002Fstrong>. Entretanto, a autorização para fazer campanha não significa que candidatos, partidos e apoiadores possam instalar livremente placas, cartazes e outros materiais em qualquer ponto da cidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A \u003Cstrong>Resolução TSE nº 23.610\u002F2019\u003C\u002Fstrong>, que regulamenta a propaganda eleitoral, estabelece diversas restrições para a utilização de espaços públicos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Propaganda em áreas públicas é proibida\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A legislação proíbe propaganda eleitoral em \u003Cstrong>bens públicos ou bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do poder público\u003C\u002Fstrong>. A regra inclui postes de iluminação pública, sinalização de trânsito, viadutos, passarelas, pontes, pontos de ônibus e outros equipamentos urbanos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A proibição também é bastante específica em relação às áreas verdes: \u003Cstrong>não é permitida a colocação de propaganda eleitoral em árvores e jardins localizados em áreas públicas\u003C\u002Fstrong>, mesmo que o material não cause qualquer dano físico ao patrimônio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Isso é particularmente importante em situações como a observada na rotatória entre as avenidas Professor Mário Werneck e Aggeo Pio Sobrinho, onde há uma área ajardinada no espaço público.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Bandeiras podem ser utilizadas nas ruas?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Sim. A legislação permite a utilização de \u003Cstrong>bandeiras ao longo das vias públicas\u003C\u002Fstrong>, mas elas precisam ser móveis e não podem dificultar a circulação de pessoas ou veículos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A legislação considera que a mobilidade está caracterizada quando os materiais são colocados a partir das \u003Cstrong>6h e retirados até as 22h\u003C\u002Fstrong>. Portanto, não basta simplesmente instalar uma estrutura em um ponto da rua e deixá-la permanentemente no local.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>E placas e cartazes em imóveis particulares?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Também existem restrições para propriedades particulares. A legislação eleitoral não permite que qualquer tipo de placa ou estrutura de propaganda seja instalada livremente em imóveis privados.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Entre as formas expressamente permitidas estão determinadas \u003Cstrong>bandeiras móveis\u003C\u002Fstrong> e \u003Cstrong>adesivos em veículos e janelas residenciais\u003C\u002Fstrong>, respeitado o limite de 0,5 m² e as demais regras eleitorais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além disso, a propaganda em bens particulares deve ser \u003Cstrong>espontânea e gratuita\u003C\u002Fstrong>. É proibido pagar pelo espaço utilizado para propaganda eleitoral.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Outdoor é permitido?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Não. A legislação eleitoral proíbe a propaganda por meio de \u003Cstrong>outdoors\u003C\u002Fstrong>, inclusive quando ocorre justaposição de materiais que produza efeito visual equivalente a um outdoor.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Existe multa para propaganda irregular?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Sim. Quem veicular propaganda em desacordo com as regras referentes aos bens públicos pode ser notificado para retirar o material e restaurar o local. Caso a determinação não seja cumprida, a legislação prevê multa de \u003Cstrong>R$ 2 mil a R$ 8 mil\u003C\u002Fstrong>, após o devido processo e oportunidade de defesa.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por isso, diante de uma possível irregularidade, o cidadão não precisa decidir sozinho se determinado material é ou não ilegal. O mais adequado é registrar a situação e encaminhá-la à Justiça Eleitoral.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Como denunciar propaganda eleitoral irregular?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O principal canal disponibilizado pela Justiça Eleitoral é o \u003Cstrong>Pardal\u003C\u002Fstrong>, aplicativo oficial criado para receber denúncias de possíveis irregularidades na propaganda eleitoral.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Cstrong>Pardal Móvel\u003C\u002Fstrong> está disponível gratuitamente para celulares e tablets e pode receber denúncias acompanhadas de fotografias, vídeos e outras informações que ajudem a identificar a situação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Depois do envio, a denúncia é encaminhada à Justiça Eleitoral, que é responsável por analisar o caso e tomar as providências cabíveis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.tse.jus.br\u002Feleicoes\u002Feleicoes-2024-content\u002Faplicativos-justica-eleitoral\">Pardal\u003C\u002Fa> também permite acompanhar informações e estatísticas relacionadas às denúncias. Em Minas Gerais, o TRE-MG orienta os eleitores a utilizar a ferramenta para comunicar possíveis irregularidades durante as Eleições 2026.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>O que informar em uma denúncia?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ao identificar uma possível irregularidade, é recomendável registrar a situação da forma mais clara possível. Fotografias que mostrem tanto a propaganda quanto o local onde ela está instalada podem ajudar na análise.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cul>\u003Cli>\u003Cp>Fotografe a propaganda;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>Mostre, sempre que possível, o entorno e o local onde o material está instalado;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>Informe o endereço ou um ponto de referência;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>Registre outros detalhes que possam ajudar na identificação da situação;\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003Cli>\u003Cp>Utilize o aplicativo Pardal para encaminhar a denúncia à Justiça Eleitoral.\u003C\u002Fp>\u003C\u002Fli>\u003C\u002Ful>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>E a rotatória do Buritis?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A fotografia registrada na região da Trigopane chama atenção principalmente pela \u003Cstrong>concentração de materiais de campanha em um espaço público relativamente pequeno\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>É importante, porém, fazer uma distinção: \u003Cstrong>poluição visual e propaganda eleitoral irregular não são necessariamente a mesma coisa\u003C\u002Fstrong>. A quantidade de material pode causar incômodo visual, mas a caracterização de uma infração depende da forma, do local e das circunstâncias em que a propaganda foi instalada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Se uma peça estiver instalada em um jardim, canteiro ou outro bem público em desacordo com as regras eleitorais, por exemplo, existe fundamento para que a situação seja comunicada à Justiça Eleitoral.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Também é importante lembrar que as regras valem \u003Cstrong>para todos os candidatos, partidos, federações e campanhas\u003C\u002Fstrong>, independentemente de preferência política.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Fiscalizar a propaganda eleitoral não significa ser contra determinada candidatura. Significa contribuir para que as regras sejam cumpridas de maneira igual durante a disputa eleitoral.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Viu uma possível irregularidade?\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Fotografe, registre o local e denuncie pelo aplicativo Pardal.\u003C\u002Fstrong> A análise sobre a existência ou não de uma infração cabe à Justiça Eleitoral.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para as Eleições 2026, o TRE-MG também disponibiliza informações sobre denúncias e fiscalização da propaganda eleitoral.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Fontes:\u003C\u002Fstrong> Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG).\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.tse.jus.br\u002Flegislacao\u002Fcompilada\u002Fres\u002F2019\u002Fresolucao-no-23-610-de-18-de-dezembro-de-2019\">Resolução TSE nº 23.610\u002F2019 – Propaganda eleitoral\u003C\u002Fa>\u003Cbr>\u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.tre-mg.jus.br\u002Fcomunicacao\u002Fnoticias\u002F2026\u002FAgosto\u002Fpardal-esta-disponivel-para-denuncias-de-irregularidades-na-propaganda-eleitoral\">TRE-MG – Pardal e denúncias de irregularidades nas Eleições 2026\u003C\u002Fa>\u003Cbr>\u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.tre-mg.jus.br\u002Fcomunicacao\u002Fnoticias\u002F2026\u002FAgosto\u002Fcandidatos-e-partidos-ja-podem-fazer-propaganda-eleitoral\">TRE-MG – Regras da propaganda eleitoral nas Eleições 2026\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>","2026-09-01T12:38:22.591904+00:00","Propaganda eleitoral toma conta de rotatória no Buritis e chama atenção para poluição visual","bairro",{"id":55,"rotulo":57},"Notícias do Bairro","2026-09-01T12:38:21.445+00:00","Eleições, poluição","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1788266233927-3qh8d1.png",{"id":62,"slug":63,"autor":64,"status":12,"titulo":65,"conteudo":66,"cta_href":10,"categoria":10,"criado_em":67,"cta_texto":10,"subtitulo":68,"categoria_id":16,"atualizado_em":67,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":16,"categoria_info":69,"data_publicacao":70,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":10,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":10,"imagem_destaque_url":71,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"eea99189-3143-4f1b-ad66-9de3d2876ab5","nao-de-sopa-nao-de-mole-para-o-azar","Carlos Pires","Não dê sopa! Não dê mole para o azar!","\u003Ch1>Ontem à noite, fui ao Terraço Buritis. Enquanto caminhava pelo estacionamento, comecei a reparar numa coisa que talvez a maioria das pessoas nem perceba mais. Bolsas e mochilas sobre bancos, sacolas no assoalho. Caixas, objetos, eletrônicos. Tudo ali, quietinho, somente esperando alguém perceber.\u003C\u002Fh1>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Vi uma garota que foi para uma academia abrir o porta-malas e deixar uma bolsa enorme, volumosa. E, se eu vi, com certeza mais pessoas viram. E, na nossa velha e perigosa mania de achar que “é só por alguns minutos”, parece que alguns minutos também são suficientes para transformar um carro em convite.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Há, evidentemente, um pouco de mea-culpa de quem deixa objetos à mostra. Não porque isso justifique o furto, evidentemente, mas porque prudência nunca foi artigo de luxo: é uma questão de bom senso!\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Ch2>O ladrão também aprendeu a usar tecnologia\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>O problema é que o ladrão de hoje também aprendeu a usar tecnologia.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Já existem dispositivos capazes de identificar sinais emitidos por celulares, tablets, notebooks e outros equipamentos eletrônicos. Há também equipamentos capazes de detectar radiofrequência. E existem tecnologias ainda mais sofisticadas, capazes de localizar componentes eletrônicos mesmo quando determinados aparelhos estão desligados.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Ou seja, esconder o notebook debaixo do banco talvez já não seja o esconderijo genial que imaginávamos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>E existe ainda aquela velha engenhoca capaz de bloquear o travamento eletrônico do veículo. Você aperta o botão, ouve o barulho, vai embora acreditando que deixou tudo protegido. Só que o carro pode continuar aberto, esperando tranquilamente pela visita de alguém que sabe disso melhor do que você.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Ch2>Prevenção começa antes de sair do carro\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Diante disso, não adianta acreditar que existe lugar absolutamente seguro. Não confie nunca, porque, às vezes, você vai acabar pagando por um para-brisa simplesmente porque o ladrão o quebrou para furtar uma capinha, pensando que dentro dela havia um tablet.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Eu, particularmente, tenho algumas regras simples. Não deixo nada à vista. \u003Cstrong>NUNCA DEIXO\u003C\u002Fstrong> eletrônicos dentro do carro, mesmo escondidos. Confiro manualmente se o veículo realmente travou. E, antes de sair, olho ao redor e presto atenção onde estou estacionando.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>Paranoia? Não é paranoia. É prevenção. Porque o mundo mudou, e o sujeito que pretende quebrar o vidro do nosso carro também mudou. E, no meu caso, a melhor defesa continua sendo aquela antiga, quase banal, que funciona há séculos: não dar sopa.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>E, convenhamos, se podemos evitar que um ladrão encontre um motivo para quebrar o nosso vidro, por que diabos haveríamos de facilitar o trabalho dele?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \u003C\u002Fp>\u003Cp>No fim das contas, carro parado não precisa parecer uma vitrine, e objeto guardado dentro de casa continua sendo muito mais seguro do que objeto “escondido” dentro de um carro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n  \n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Carlos H. M. Pires\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n    \u003C\u002Fp>\u003Cp>Instagram: \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.instagram.com\u002Fchampbrasil\u002F\">@champbrasil\u003C\u002Fa>\u003Cbr>\n    YouTube: \u003Ca target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\u002F\u002Fwww.youtube.com\u002F@meiodomundo\">meiodomundo\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n  \n\u003C\u002Fp>","2026-09-29T21:35:26.917633+00:00","Carlos Pires alerta sobre os riscos de deixar objetos dentro do carro e dá dicas de prevenção contra furtos em estacionamentos do Buritis.",{"id":16,"rotulo":18},"2026-09-29T21:35:26.102+00:00","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1790717720313-29jeno.png",1791301692481]