[{"data":1,"prerenderedAt":73},["ShallowReactive",2],{"noticia-seis-dias-sem-agua-nao-sao-so-um-incomodo-so-um-falha-na-prestacao-do-servico":3,"noticias-relacionadas-9ab20ae7-986a-4035-817d-ef9af02742f7":19},{"id":4,"titulo":5,"subtitulo":6,"slug":7,"conteudo":8,"imagem_destaque_url":9,"imagem_destaque_alt":10,"categoria":10,"autor":11,"status":12,"data_publicacao":13,"seo_meta_titulo":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_imagem_og":10,"seo_palavras_chave":14,"criado_em":15,"atualizado_em":15,"categoria_id":16,"subcategoria_guia_id":10,"tipo_conteudo":16,"atualizado_em_editorial":10,"ultima_verificacao":10,"cta_texto":10,"cta_href":10,"categoria_info":17,"subcategoria_info":10},"9ab20ae7-986a-4035-817d-ef9af02742f7","Seis dias sem água não são só um incômodo só um falha na prestação do serviço","COPASA precisa responder por seis dias sem um serviço essencial que deixou de funcionar","seis-dias-sem-agua-nao-sao-so-um-incomodo-so-um-falha-na-prestacao-do-servico","\u003Cp>SEIS DIAS SEM ÁGUA NÃO SÃO UM “INCÔMODO”, SÃO UMA FALHA NA PRESTAÇÃO DE UM SERVIÇO ESSENCIAL\u003C\u002Fp>\u003Cp>Na madrugada de 19 de agosto de 2026, uma adutora da COPASA se rompeu na Rua Xapuri, esquina com a Avenida Barão Homem de Melo, no bairro Nova Granada, em Belo Horizonte. A força da água provocou alagamentos, danos a imóveis e comprometeu o abastecimento de dezenas de bairros da região Oeste. A própria COPASA reconheceu oficialmente a ocorrência e informou que 33 bairros foram afetados.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Ninguém questiona a complexidade técnica de reparar uma adutora de grande porte. Rompimentos acontecem. O que precisa ser questionado é a qualidade da resposta da concessionária e o tempo durante o qual consumidores permaneceram sem um serviço público essencial.\u003C\u002Fp>\u003Cp>No meu imóvel, foram seis dias sem água. Não seis horas, nem um período razoável de manutenção programada. Foram seis dias em que uma família precisou administrar cada litro disponível, reorganizar tarefas básicas e recorrer a alternativas para aquilo que deveria simplesmente estar disponível na torneira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A situação só não foi ainda mais grave porque meu imóvel possui dois reservatórios e faço captação, armazenamento e reaproveitamento de água de chuva. Isso, entretanto, não diminui a responsabilidade da concessionária. Eu possuo mecanismos particulares de contingência. A maioria dos consumidores não possui.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E houve ainda outro problema grave: a comunicação da COPASA. Durante os dias de interrupção, foram mais de dez respostas diferentes, com previsões que não se confirmavam e prazos sucessivamente substituídos por outros. Dia após dia, a expectativa era renovada, o prazo terminava, a água não vinha, e surgia um novo prazo. Isso não é comunicação eficiente. É transferência da ineficiência operacional para o consumidor.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A própria COPASA informou que os trabalhos de manutenção foram concluídos na manhã de 20 de agosto, mas reconheceu que o abastecimento seguiria em normalização gradativa. Em 21 de agosto, ainda registrava oficialmente manutenção emergencial e possibilidade de intermitência em Grajaú, Nova Granada e bairros vizinhos, com previsão de normalização até a noite de 22 de agosto.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Portanto, não basta dizer que o reparo foi concluído. O consumidor não compra reparos, compra e paga muito caro por água. A obrigação da concessionária não termina quando a equipe técnica deixa o local do rompimento. Termina quando o abastecimento é efetivamente restabelecido.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A água tratada não é um luxo. É um serviço essencial. Em uma emergência, dificuldades técnicas podem ser inevitáveis. O que não pode ser inevitável é transformar uma emergência operacional em emergência permanente para o consumidor, deixando famílias sem saber quando poderão tomar banho, cozinhar, lavar louça, higienizar suas casas ou simplesmente abrir uma torneira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Se a COPASA não sabe quando o abastecimento será normalizado, deve dizer isso claramente. Se sabe, deve cumprir. Quando promete e não cumpre, mostra que é ineficiente, quiçá, irresponsável. O que não é aceitável é estabelecer sucessivos prazos exíguos, criar expectativas e, quando elas não se concretizam, simplesmente substituí-las por outras. Isso não é informação, é uma forma burocrática de administrar a insatisfação.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A responsabilidade jurídica da concessionária deve ser analisada não apenas pelo rompimento da adutora, mas também pela continuidade do serviço, adequação da prestação, dever de informação e eventuais danos decorrentes da interrupção prolongada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>No meu caso, foram seis dias. Seis dias sem água não podem ser tratados como uma simples estatística operacional. Do outro lado da estatística existe uma pessoa, uma casa, uma família, uma rotina interrompida, custos, transtornos e limitações que não aparecem no comunicado oficial da Companhia.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por isso, a COPASA deve prestar contas: explicar as causas do rompimento, as condições de conservação da adutora, as medidas preventivas adotadas, a razão da demora no restabelecimento efetivo, os critérios utilizados para estabelecer e alterar os prazos, as medidas de contingência oferecidas aos consumidores e as providências que serão adotadas para impedir que uma ocorrência semelhante volte a produzir uma interrupção prolongada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O consumidor já pagou pela água. O mínimo que pode exigir é que ela seja fornecida e, quando isso não for possível, que receba informação verdadeira, precisa e responsável.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Seis dias sem água não são apenas seis dias. São seis dias de um serviço essencial que deixou de funcionar, e diante disso, não cabe ao consumidor simplesmente agradecer quando a água finalmente retorna.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Cabe à concessionária prestar contas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Carlos HM Pires\u003C\u002Fp>\u003Cp>Meu Instagram: @champbrasil\u003C\u002Fp>\u003Cp>YouTube: @meiodomundo\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1787925815601-cqw5u2.png",null,"Carlos Pires","publicado","2026-08-28T14:05:51.77+00:00","Copasa, agua","2026-08-28T14:05:52.664713+00:00","opiniao",{"id":16,"rotulo":18},"Opinião",[20,37,49,62],{"id":21,"slug":22,"autor":23,"status":12,"titulo":24,"conteudo":25,"cta_href":10,"categoria":26,"criado_em":27,"cta_texto":10,"subtitulo":28,"categoria_id":29,"atualizado_em":27,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":30,"categoria_info":31,"data_publicacao":33,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":34,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":35,"imagem_destaque_url":36,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"0e2647bc-b12c-40d0-94b8-f1cd1dd7fab6","relato-de-uma-tragedia-que-quase-aconteceu","Meu Bairro Buritis","Relato de uma tragédia que quase aconteceu","\u003Cp>Ontem à noite assisti ao último capítulo de uma tragédia que, por sorte, nunca aconteceu.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Tudo começou com uma infração comum: um motorista não respeitou a sinalização de PARE. Errou. Poderia ter causado um acidente. Não houve.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Mas o que aconteceu depois foi ainda mais perigoso.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O outro condutor decidiu que não bastava reclamar. Xingou, acelerou e iniciou uma perseguição pelas ruas do Estrela Dalva até a Ernani Agrícola. Em segundos, o trânsito virou um campo de batalha.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os papéis se inverteram: quem cometeu a primeira infração passou a fugir por acreditar que sua vida estava em risco. Quem estava “certo” passou a aumentar o risco ao tentar interceptar outro veículo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A pergunta não é quem começou. É: quem decidiu aumentar o risco?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Existe uma diferença enorme entre indignação e agir como juiz. O Código de Trânsito prevê punições e existem autoridades para fiscalizar. O que não existe é licença para transformar as ruas em arena de vingança.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E quantas pessoas inocentes cruzaram aquele caminho sem saber que dois homens dirigiam sob o efeito da adrenalina? Uma criança, um motociclista ou uma família. Nenhum participou da discussão.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O desfecho foi quase cinematográfico. Quando pararam lado a lado, descobriram que eram conhecidos. Vizinhos. Os gritos deram lugar às desculpas e os insultos terminaram em um abraço.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Foi bonito, mas assustador. Dois homens quase destruíram suas próprias vidas — e talvez a de terceiros — antes de perceberem que brigavam com alguém cujo nome conheciam.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>E se fossem desconhecidos?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Talvez hoje estivéssemos lendo uma notícia policial.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A maior ilusão do trânsito é acreditar que estamos discutindo apenas com outro motorista. Não estamos. Estamos conduzindo uma máquina de mais de uma tonelada, capaz de causar uma tragédia em poucos segundos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Quando a emoção assume o volante, a razão vai para o banco de trás. Talvez a maior demonstração de força no trânsito não seja acelerar, mas frear: o carro, o orgulho, a raiva e o impulso de provar quem está certo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Você prefere ter razão ou voltar para casa?\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Na maioria das vezes, as duas coisas são compatíveis, desde que a intolerância não assuma a direção.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Texto de: @champbrasil\u003C\u002Fp>","Trânsito ","2026-08-08T12:54:21.208334+00:00","Tudo começou com uma infração comum: um motorista não respeitou a sinalização de PARE. Errou. Poderia ter causado um acidente. Não houve.","mobilidade-urbanismo","reportagem",{"id":29,"rotulo":32},"Mobilidade e Urbanismo","2026-08-08T12:54:20.401+00:00","trânsito","Ilustração de discussão entre motorista de carro e motociclista no trânsito","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1786193606580-tl9db3.png",{"id":38,"slug":39,"autor":40,"status":12,"titulo":41,"conteudo":42,"cta_href":10,"categoria":10,"criado_em":43,"cta_texto":10,"subtitulo":44,"categoria_id":16,"atualizado_em":43,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":16,"categoria_info":45,"data_publicacao":46,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":10,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":47,"imagem_destaque_url":48,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"ef806d33-1bdc-4f33-aced-f08a5985242c","uma-cidade-para-carros-ou-uma-cidade-para-pessoas","Carlos Pires — Colunista","Uma cidade para carros ou uma cidade para pessoas?","\u003Cp>Essa semana eu vi o poste (mais uma vez) mijar no cachorro. Não, não foi metáfora, ou talvez tenha sido.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Era quase seis da tarde, na Rua José Silveira, em frente ao BH Supermercados, naquela região da pista de cooper. Duas pessoas haviam acabado de fazer suas compras e chamaram um Uber ao mesmo tempo.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Dois carros chegaram, e, entre eles, uma senhora idosa, apoiada em uma muleta, tentando embarcar. Foi o suficiente...\u003C\u002Fp>\u003Cp>Os motoristas não pararam exatamente junto à guia da sarjeta. O supermercado não possui uma área adequada para embarque e desembarque, apenas o acesso à garagem. Os carros ficaram alguns segundos onde não deveriam, alguém buzinou, outro motorista xingou, outro provavelmente xingou quem xingou, e em poucos instantes tínhamos instalado, gratuitamente, um pequeno espetáculo de intolerância urbana.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Era trânsito, mas também, nesse mesmo instante, era muito mais do que trânsito. Fiquei observando aquela cena patética, porque, curiosamente, ninguém ali parecia ser exatamente o vilão.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O motorista queria pegar o passageiro, o passageiro queria ir embora. A senhora precisava de mais tempo para entrar no carro. Os outros motoristas queriam seguir. O supermercado precisava receber seus clientes, e a rua precisava continuar funcionando.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Todos tinham uma razão, e quando todos têm uma razão, mas ninguém pensa no outro, então, nasce o caos, e foi aí que percebi que talvez o problema não esteja apenas nas pessoas. Está também na maneira como construímos nossas cidades.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Grandes supermercados recebem centenas, às vezes milhares de pessoas por dia. Mas quantos foram projetados pensando que parte desses consumidores chegará de táxi, Uber ou outro veículo de aplicativo?\u003C\u002Fp>\u003Cp>No Buritis, basta observar. Supernosso, Verdemar, EPA, BH. Entramos, compramos, pagamos e saímos, mas onde está o espaço para aquele que não veio dirigindo? Onde está o lugar para o idoso? E o lugar para quem tem dificuldade de locomoção? Para quem chega de aplicativo? Para quem simplesmente precisa de trinta segundos para entrar em um carro?\u003C\u002Fp>\u003Cp>Parece um detalhe, mas não, não é. É justamente nos detalhes que uma cidade revela o quanto se importa com as pessoas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E nas igrejas o problema não é muito diferente. Em dias de missa, passar em frente à igreja no alto da ladeira da Alessandra Salum Cadar é quase um exercício espiritual, e talvez seja mesmo. Os carros formam fila dupla na subida e na descida, apesar da enorme placa colocada pela própria paróquia pedindo que isso não aconteça.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Na Igreja Boas Novas, na Barão, depois dos cultos, a situação se repete. Pessoas aguardam seus motoristas no meio da rua. Motoristas chegam desesperados, param onde conseguem, ligam o pisca-alerta e, naquele instante, parece que o restante da cidade deixa de existir. Quem vem atrás que espere. Quem precisa passar que desvie. Quem está a pé que se vire, e é justamente aí que a coisa fica filosófica.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Talvez o problema nunca tenha sido o carro, nem o Uber, nem o supermercado, nem a igreja. O problema somos nós, quando acreditamos que a nossa necessidade, naquele exato momento, vale mais do que a necessidade do outro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O motorista pensa: \"Só vou parar um minutinho.\" O passageiro pensa: \"É só entrar no carro.\" O outro motorista pensa: \"Não custa esperar.\" O pedestre pensa: \"Eles que desviem.\"\u003C\u002Fp>\u003Cp>E, quando percebemos, uma cidade inteira está funcionando à base do \"é só um minutinho\". Só que somos milhões de pessoas vivendo simultaneamente. Se cada um reivindicar para si apenas \"um minutinho\" de exceção, a cidade inteira para.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Talvez seja isso que significa viver em sociedade. Entender que o espaço público não é um espaço sem dono, ele é justamente o espaço de todos. A rua é minha, mas também é sua. A calçada é minha, mas também é do cadeirante. O estacionamento é meu direito, mas o embarque seguro também é direito de quem não dirige.\u003C\u002Fp>\u003Cp>O trânsito não é apenas um problema dos motoristas. É um problema de motoristas, passageiros, pedestres, comerciantes, igrejas, supermercados, arquitetos, urbanistas e, principalmente, de cidadãos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Precisamos reaprender uma palavra que parece antiga, mas continua absolutamente moderna: colaboração. E talvez outra, ainda mais difícil: empatia. Não aquela empatia bonita das redes sociais, que aparece em frases prontas, mas a empatia prática, aquela que faz o motorista pensar no carro que está atrás, que faz o passageiro não exigir que o motorista pare no meio da rua, que faz o supermercado perceber que seu cliente não é apenas aquele que chega de carro próprio.\u003C\u002Fp>\u003Cp>A empatia que faz uma igreja perceber que seus fiéis precisam sair sem transformar a rua em estacionamento, que faz todos nós lembrarmos que, antes de sermos motoristas, passageiros, fiéis, clientes ou pedestres, somos pessoas compartilhando o mesmo espaço.\u003C\u002Fp>\u003Cp>E foi por isso que comecei dizendo que vi o poste mijar no cachorro, porque, naquela tarde, todos estavam certos e todos estavam errados. O motorista reclamava do passageiro, o passageiro reclamava do trânsito, o trânsito reclamava dos carros, os carros reclamavam da falta de espaço, e a cidade, silenciosamente, reclamava de todos nós.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Talvez o verdadeiro problema seja que construímos cidades pensando em veículos e depois esperamos que seres humanos consigam caber dentro delas, e sim, não usarei um “talvez”. Já passamos da hora de inverter a essa lógica.\u003C\u002Fp>\u003Cp>Antes de construir mais uma garagem, mais uma entrada monumental, mais uma fachada bonita ou mais algumas vagas de estacionamento, talvez alguém devesse perguntar: - \"E as pessoas? Como elas chegam? Como elas saem? E, principalmente, como fazemos isso sem atrapalhar a vida de quem está passando?\"\u003C\u002Fp>\u003Cp>Parece uma pergunta simples, não é? Mas talvez uma cidade civilizada comece exatamente quando aprendemos a fazê-la, porque, no fim, ninguém mora no trânsito, ninguém mora no supermercado, ninguém mora na igreja, nós moramos uns com os outros, e isso deveria ser suficiente para mudar a maneira como ocupamos a rua.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cem>Carlos HM Pires :@champbrasil\u003C\u002Fem>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cem>Foto: Idanir Pawelkiewicz\u003C\u002Fem>\u003C\u002Fp>","2026-08-11T17:57:13.678326+00:00","Quando o post mijou no cachorro - Coluna de Carlos Pires",{"id":16,"rotulo":18},"2026-08-11T17:57:13.132+00:00","Ônibus e carros parados no trânsito de uma rua do Buritis","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1786471020351-rmikon.png",{"id":50,"slug":51,"autor":23,"status":12,"titulo":52,"conteudo":53,"cta_href":10,"categoria":10,"criado_em":54,"cta_texto":10,"subtitulo":55,"categoria_id":56,"atualizado_em":54,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":30,"categoria_info":57,"data_publicacao":59,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":60,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":10,"imagem_destaque_url":61,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"9f97e1d7-8b59-4cf6-b053-d50d02337245","crise-da-agua-caminhoes-pipa-somem-e-precos-disparam-situacao-se-agrava","Crise da água: caminhões-pipa somem e preços disparam. Situação se agrava.","\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch1>Falta de água no Buritis provoca corrida por caminhões-pipa, dispara preços e gera fila de espera\u003C\u002Fh1>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Moradores e condomínios enfrentam dificuldade para conseguir abastecimento emergencial; fornecedores relatam demanda excepcional e pelo menos uma empresa confirmou ao Meu Bairro Buritis que já não tinha horários disponíveis nesta terça-feira\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A crise no abastecimento de água que atinge o Buritis e outros bairros da região Oeste de Belo Horizonte ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (1º). Além das torneiras secas e da baixa pressão na rede, moradores e condomínios que precisam recorrer a caminhões-pipa estão encontrando dificuldades para contratar o serviço e, em alguns casos, preços muito acima dos valores normalmente praticados.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma reportagem publicada nesta terça-feira pela Rádio Itatiaia confirmou relatos de moradores do Buritis sobre a disparada dos preços. Segundo os entrevistados, caminhões-pipa que anteriormente custavam cerca de R$ 800 a R$ 900 passaram a ser oferecidos por R$ 3 mil a R$ 3,5 mil. Outro condomínio consultado pela reportagem avaliava pagar entre R$ 1,7 mil e R$ 1,9 mil.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A situação também foi constatada na apuração própria do \u003Cstrong>Meu Bairro Buritis\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Fornecedores relatam demanda excepcional\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Meu Bairro Buritis entrou em contato nesta terça-feira com fornecedores de água potável que atendem Belo Horizonte e a Região Metropolitana para verificar preço, disponibilidade, prazo de entrega e condições de fornecimento de uma carga de 10 mil litros para um condomínio do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma das empresas consultadas, a \u003Cstrong>Loc-Pipas\u003C\u002Fstrong>, respondeu às 12h40 que, devido à alta demanda daquele dia, já não possuía mais horários disponíveis para atendimento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Outro fornecedor ouvido pelo Meu Bairro Buritis também relatou não conseguir realizar uma entrega no Buritis nesta terça-feira. Segundo o profissional, a demanda estava “surreal”, havia diversos clientes aguardando atendimento e existia o risco de nem todos serem atendidos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O fornecedor relatou ainda que a pressão sobre o serviço estaria atingindo também os locais utilizados para abastecer os caminhões, com demora para conseguir carregar os veículos. Ele informou trabalhar com água acompanhada de documentação relacionada à potabilidade e emissão de nota fiscal.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Esses relatos ajudam a explicar por que moradores estão encontrando dificuldade não apenas para pagar pelo caminhão-pipa, mas para encontrar um veículo efetivamente disponível.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Moradores relatam até 15 empresas sem disponibilidade\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A dificuldade aparece também nos grupos de moradores do bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em um relato recebido pelo Meu Bairro Buritis, uma moradora informou que a administradora do condomínio onde vive teria consultado 15 empresas em busca de um caminhão-pipa. Segundo ela, nenhuma teria disponibilidade naquele momento, e os fornecedores estariam priorizando hospitais.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O relato não significa que todas as empresas de Belo Horizonte estejam sem disponibilidade, mas reforça a dimensão da pressão sobre o mercado de abastecimento emergencial.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Preço pode chegar a R$ 3.500 por 10 mil litros\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O valor de até R$ 3.500 por uma carga de 10 mil litros, que já havia sido relatado por moradores, ganhou uma confirmação independente na reportagem da Rádio Itatiaia publicada nesta terça-feira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo a emissora, um morador do Buritis relatou que seu condomínio encontrou ofertas entre R$ 3 mil e R$ 3,5 mil, enquanto anteriormente o mesmo tipo de serviço custaria aproximadamente R$ 800 a R$ 900.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Outro relato apresentado pela reportagem aponta valores entre R$ 1,7 mil e R$ 1,9 mil.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Isso mostra que não existe, neste momento, um preço único para o serviço. O valor pode variar de acordo com o fornecedor, a capacidade do caminhão, a distância, a disponibilidade e, principalmente, as condições excepcionais provocadas pela crise.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Por isso, o Meu Bairro Buritis recomenda que síndicos e moradores façam a cotação com mais de um fornecedor sempre que houver disponibilidade para isso e confirmem previamente o volume, a procedência da água, a documentação de potabilidade, o prazo de entrega e a emissão de nota fiscal.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Copasa afirma operar mais de 15 caminhões-pipa\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Em meio à crise, a Copasa informou que reforçou o suporte emergencial durante a fase de pressurização da rede e está operando mais de 15 caminhões-pipa.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo a companhia, os veículos são utilizados prioritariamente para atendimento gratuito a hospitais, unidades de pronto atendimento, creches, escolas e pontos considerados de maior criticidade topográfica.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A informação ajuda a explicar parte dos relatos de fornecedores sobre a prioridade dada a serviços essenciais, mas ainda não esclarece quantos pedidos de atendimento emergencial estão sendo recebidos, quantos são efetivamente atendidos e qual é a demanda específica dos condomínios residenciais do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Problema começou após rompimento de adutora\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A atual crise está relacionada ao rompimento de uma adutora ocorrido em 19 de agosto, na Rua Xapuri, no bairro Nova Granada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo a Copasa, como a tubulação passa sob uma edificação, não foi possível realizar um reparo convencional. A companhia adotou inicialmente uma configuração provisória que permitiu manter o fluxo de água, mas provocou perda de vazão e oscilações de pressão principalmente nas áreas mais elevadas do Buritis, Estoril e Nova Suíça.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para solucionar o problema de forma definitiva, a Copasa iniciou na segunda-feira (31) uma obra emergencial para implantação de um novo traçado da adutora, desviando a tubulação do imóvel e recompondo a capacidade do sistema.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A companhia também informou que equipes concluíram, na manhã desta terça-feira (1º), os trabalhos relacionados a outro rompimento de adutora na região do Barreiro e que um vazamento pontual identificado durante obras de interligação também foi corrigido na noite de segunda-feira.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Obra concluída não significa abastecimento imediatamente normalizado\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Apesar da realização das intervenções, a situação ainda não está completamente normalizada em todos os pontos afetados.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A própria Copasa informa que o sistema passa por um processo de pressurização e recuperação gradual. Na prática, isso significa que imóveis localizados em pontos mais altos, especialmente edifícios que dependem do enchimento de reservatórios superiores, podem continuar enfrentando dificuldades enquanto a pressão da rede não for totalmente restabelecida.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>É justamente nesse intervalo que os caminhões-pipa se tornam uma alternativa para os condomínios que já não conseguem manter seus reservatórios abastecidos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Alerta para golpes durante a corrida por caminhões-pipa\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além dos preços elevados e da falta de disponibilidade, um fornecedor ouvido pelo Meu Bairro Buritis fez um alerta importante aos moradores.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo ele, diante da urgência provocada pela falta de água, pessoas que não seriam efetivamente fornecedoras de água estariam aproveitando a situação para solicitar pagamentos antecipados.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>A orientação é redobrar a atenção antes de fazer qualquer pagamento.\u003C\u002Fstrong> Moradores e condomínios devem confirmar a identidade da empresa, verificar se ela realmente fornece água potável, solicitar informações sobre a procedência e a documentação da água, confirmar a capacidade do caminhão, o endereço da empresa e exigir nota fiscal quando aplicável.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Também é recomendável desconfiar de ofertas com preços muito abaixo ou muito acima do mercado acompanhadas de pressão para pagamento imediato.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Meu Bairro Buritis continua acompanhando\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>A dificuldade para contratar caminhões-pipa mostra que os impactos da crise ultrapassam a falta de água nas torneiras. Enquanto a rede ainda passa pelo processo de recuperação, condomínios estão enfrentando custos extras, dificuldade para encontrar fornecedores e, em alguns casos, filas de espera.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Meu Bairro Buritis continuará acompanhando a situação e buscando informações junto à Copasa, fornecedores e moradores para verificar quando o abastecimento estará efetivamente normalizado no bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\n\n\u003C\u002Fp>\u003Cp>Se o seu condomínio está sem água ou precisou contratar caminhão-pipa durante esta crise, envie seu relato ao \u003Cstrong>Meu Bairro Buritis\u003C\u002Fstrong>. Informações sobre valores, disponibilidade e tempo de espera podem ajudar a dimensionar o impacto da situação no bairro.\u003C\u002Fp>","2026-09-01T17:10:51.005215+00:00","Para solucionar o problema de forma definitiva, a Copasa iniciou na segunda-feira (31) uma obra emergencial para implantação de um novo traçado da adutora, desviando a tubulação do imóvel e recompondo a capacidade do sistema.","servicos-publicos",{"id":56,"rotulo":58},"Serviços Públicos","2026-09-01T17:10:49.692+00:00","água, Copasa","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1788282492338-nw5psa.png",{"id":63,"slug":64,"autor":23,"status":12,"titulo":65,"conteudo":66,"cta_href":10,"categoria":10,"criado_em":67,"cta_texto":10,"subtitulo":68,"categoria_id":56,"atualizado_em":69,"seo_imagem_og":10,"tipo_conteudo":30,"categoria_info":70,"data_publicacao":71,"seo_meta_titulo":10,"subcategoria_info":10,"seo_meta_descricao":10,"seo_palavras_chave":60,"ultima_verificacao":10,"imagem_destaque_alt":10,"imagem_destaque_url":72,"subcategoria_guia_id":10,"atualizado_em_editorial":10},"d88e4248-434e-49b3-a23c-a1f344552c50","copasa-promete-antecipar-obra-apos-crise-de-agua-no-buritis","Copasa promete antecipar obra após crise de água no Buritis","\u003Ch1>\u003Cstrong>A crise de abastecimento que vem afetando moradores do Buritis, Estoril e outras áreas da Região Oeste de Belo Horizonte foi tema de uma reunião nesta terça-feira (1º) entre representantes da Copasa, o vereador Braulio Lara e a Associação dos Moradores do Buritis (ABB).\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fh1>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O encontro ocorreu em meio ao agravamento das reclamações de moradores e condomínios, que relatam falta de água e baixa pressão em diferentes pontos do bairro. A situação é consequência dos problemas provocados pelo rompimento de uma adutora de grande porte ocorrido em 19 de agosto, no bairro Nova Granada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Presidente da Copasa fala em antecipar conclusão da obra\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Durante a reunião, a presidente da Copasa, Marília Carvalho, informou que a companhia está trabalhando para concluir a interligação do sistema de abastecimento que atende a região.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo o relato do encontro, a previsão inicialmente apresentada pela empresa era de que as obras fossem concluídas até \u003Cstrong>17 de setembro\u003C\u002Fstrong>. Diante da gravidade dos impactos provocados pelo desabastecimento, entretanto, a Copasa teria montado uma força-tarefa para tentar antecipar a conclusão.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A nova expectativa apresentada na reunião é de que os serviços possam ser finalizados \u003Cstrong>já no próximo fim de semana\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A obra emergencial começou em 31 de agosto e consiste no remanejamento de um trecho de uma adutora de grande porte. A solução foi necessária porque a tubulação danificada passa sob uma edificação no Nova Granada, o que impede a realização de um reparo convencional.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>De acordo com a Copasa, a implantação de um novo traçado permitirá desviar a tubulação da estrutura e recompor a capacidade do sistema, recuperando a vazão e contribuindo para a normalização da pressão da água na Região Oeste.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Oito caminhões-pipa já eram utilizados durante a reunião\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Outro ponto informado durante o encontro foi a utilização emergencial de \u003Cstrong>oito caminhões-pipa\u003C\u002Fstrong> para injetar água diretamente na rede de abastecimento, numa tentativa de reforçar o fornecimento aos locais mais afetados.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Entretanto, em comunicado divulgado posteriormente nesta terça-feira, a Copasa informou que a operação emergencial já conta com \u003Cstrong>mais de 15 caminhões-pipa\u003C\u002Fstrong>. Segundo a companhia, a frota prioriza hospitais, unidades de pronto atendimento, creches, escolas e outros pontos considerados críticos. 1\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A Copasa também informou que pretende divulgar boletins diários para atualizar a população sobre o andamento das ações.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Copasa prevê normalização do abastecimento até quinta-feira\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Além da obra específica da Região Oeste, a companhia informou que outras intervenções realizadas no sistema de abastecimento da Região Metropolitana também estão sendo concluídas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>No comunicado mais recente, publicado em 1º de setembro, a Copasa afirmou trabalhar com a previsão de \u003Cstrong>regularização completa do abastecimento na Região Metropolitana de Belo Horizonte até quinta-feira (3)\u003C\u002Fstrong>. A companhia ressalta, porém, que a recuperação ocorre de forma gradual, à medida que os reservatórios são recompostos e as redes voltam a ser pressurizadas. 2\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Para o Buritis, a conclusão da obra da nova configuração da adutora é considerada pela companhia uma medida estruturante para recuperar a estabilidade do sistema. A intervenção foi anunciada pela Copasa como solução definitiva para recompor a vazão e normalizar a pressão na região. 3\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Vereador cobra solução definitiva\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Durante a reunião, o vereador Braulio Lara cobrou uma solução definitiva para o problema e destacou que os moradores não suportam mais conviver com a falta de água.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O vereador também sugeriu a adoção de medidas imediatas para reduzir os impactos sobre moradores e condomínios, incluindo campanhas educativas e mecanismos de apoio durante o período de instabilidade.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Uma das propostas apresentadas foi que a Copasa disponibilize uma lista de empresas conveniadas ou credenciadas para o fornecimento emergencial de água aos condomínios, sem custo para os moradores enquanto o abastecimento não estiver normalizado.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>ABB apresenta reclamações de condomínios\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Representando a Associação dos Moradores do Buritis (ABB), o vice-presidente Rômulo Belfort levou à reunião diversos protocolos registrados por síndicos e condomínios do bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O objetivo foi apresentar à Copasa a dimensão dos problemas enfrentados pelos moradores, especialmente diante dos relatos de falta de água, baixa pressão e necessidade de contratação emergencial de caminhões-pipa.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Belfort também defendeu que a Copasa avalie o \u003Cstrong>ressarcimento dos prejuízos provocados pelo desabastecimento\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo o relato apresentado após a reunião, a associação ainda poderá avaliar a adoção de medidas judiciais, incluindo uma eventual ação civil pública relacionada aos danos causados pela crise de abastecimento.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Problema começou após rompimento de adutora no Nova Granada\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A atual crise na Região Oeste teve início após o rompimento de uma adutora de grande porte ocorrido em 19 de agosto, na Rua Xapuri, no bairro Nova Granada.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Segundo a Copasa, a tubulação passava sob uma edificação que foi afetada pelo problema. Como a localização da estrutura inviabilizou o reparo convencional, a companhia precisou alterar a configuração hidráulica da rede e criar um novo trajeto para a adutora. 4\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A redução temporária da vazão e as oscilações de pressão atingiram principalmente as áreas mais elevadas do Buritis, onde os reservatórios dos edifícios podem levar mais tempo para serem abastecidos.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>Moradores ainda enfrentam dificuldades\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>Apesar das medidas emergenciais e da promessa de antecipação da obra, moradores ainda relatam dificuldades para conseguir água em diferentes pontos do Buritis.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O problema também provocou uma corrida por caminhões-pipa. Condomínios passaram a buscar fornecedores para garantir o abastecimento, enquanto empresas do setor relatam uma demanda excepcionalmente elevada e falta de disponibilidade para novas entregas.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O cenário reforça a importância de acompanhar não apenas a conclusão física da obra, mas também o tempo necessário para que a pressão da água seja efetivamente normalizada nos edifícios das áreas mais altas do bairro.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Ch2>O que os moradores devem esperar agora\u003C\u002Fh2>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A principal expectativa é que a força-tarefa anunciada pela Copasa consiga antecipar a conclusão da intervenção e que a recuperação do sistema ocorra nos próximos dias.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>A previsão oficial mais recente da companhia é de regularização completa do abastecimento na RMBH até \u003Cstrong>quinta-feira (3)\u003C\u002Fstrong>, enquanto a expectativa apresentada na reunião para a obra da Região Oeste é de conclusão até o próximo fim de semana. 5\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>O Meu Bairro Buritis continuará acompanhando a execução da obra, a evolução do abastecimento e as medidas adotadas pela Copasa para minimizar os impactos sobre moradores e condomínios.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Cstrong>Se o abastecimento do seu prédio ainda não foi normalizado, envie seu relato ao Meu Bairro Buritis.\u003C\u002Fstrong> Informações sobre a região afetada, horário em que a água voltou ou não voltou e eventuais problemas de pressão podem ajudar a acompanhar a evolução da situação.\u003C\u002Fp>","2026-09-01T20:22:27.561187+00:00","Copasa promete antecipar obra para normalizar a água no Buritis. Companhia usa mais de 15 caminhões-pipa e prevê recuperação até quinta-feira.","2026-09-01T20:25:09.273+00:00",{"id":56,"rotulo":58},"2026-09-01T20:22:26.772+00:00","https:\u002F\u002Fpeusailkyxqbhgdgmqyk.supabase.co\u002Fstorage\u002Fv1\u002Fobject\u002Fpublic\u002Fnoticias-imagens\u002F1788294138811-gjqn10.png",1789606947216]